<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750</id><updated>2012-02-10T11:43:44.113-02:00</updated><category term='ovelha negra'/><category term='fadas'/><category term='dança'/><category term='Silvania'/><category term='vida simples'/><category term='trinta'/><category term='não'/><category term='amor'/><category term='mãe'/><category term='marketing de guerrilha'/><category term='Clara'/><title type='text'>((morango)) vai à feira</title><subtitle type='html'>...um lugar comum no meio de tanto conteúdo especial.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>201</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-2077788317212403737</id><published>2010-05-19T08:49:00.002-03:00</published><updated>2010-05-19T09:09:26.169-03:00</updated><title type='text'>Clara</title><content type='html'>...e eu acordo besta toda quarta e sexta pra levar Clara até a escola. Acordo besta porque é cedo, bem cedo, e eu gosto de dormir tarde - mesmo que seja pra ler, mesmo que seja pra pensar, mesmo que seja pra dançar. Costumo dizer que é meu eu lírico que a leva subindo a ladeira até o treino de basquete, mas quem volta pra casa é uma mãe feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Redundância? Hum, I don't think so.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz tempo que eu gosto de ser mãe. Aliás, que eu amo, adoro e venero ser mãe. Tem gente na família que diz que eu quero ser mãe desde pequenininha, e eu acredito, afinal, essa de cuidar e doar amor sempre foi muito minha praia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí que esta época do ano, o mês de Maio, assim mesmo, com maiúscula, chega sempre numa hora boa da vida, e o dia 24, que é o dia que ela nasceu porque quis, tudo sempre foi natural na Clarinha, eu efetivamente ganhei o melhor presente do mundo e doei o que há de melhor em mim pro mundo. Sim, porque um filho há de ser uma posse, já que é minha filha, mas ao mesmo tempo e com o mesmo tempero ter um quê de desprendimento total e absoluto - uma das tarefas mais difíceis da maternidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu lembro o primeiro encontro. Os olhos cerrados, as mãozinhas fechadas, o corpinho entendendo a nova dinâmica mundial, que estava tão maior do que a minha barriga que demorou um tanto pra gente se encaixar - acho que uns 30 segundos, mas tão demorados que deu medo, muito medo de simplesmente não acontecer. Lembro do enorme caminho de casa até o aeroporto quando fui pra Califórnia passar um tempo gigante longe dela, e ela ainda não acredita nas cartas que mandei, pedindo compreensão e aceitação daquele momento para um bebê de bem menos que um ano - ali entendi efetivamente o significado da palavra saudade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro de cada primeira vez, e foram tantas que seria preciso e impreciso comentar cada uma delas, uma vez que as experiências são tão particulares que dependem de CNTP pra ficarem alinhadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas agora, nesta próxima segunda-feira, dia 24 de Maio de 2010, a pequena Clara estreia no início de sua segunda década. Faz onze anos e encerra um lindo ciclo de crescimento, descobertas, angústias, medos e alegrias, sempre acompanhados do colo e beijos e broncas da mamãe, que coruja é assim mesmo. E quando eu acordar cedinho no dia depois de domingo, certamente vou chorar um pouco, só um pouquinho mesmo - talvez por percerber que o que há de novo ali é tão somente a percepção de espaço, tempo e quem sabe alguns presentes, porque o ciclo de ser mãe da Clara vai continuar em movimentos crescentes, de descoberta, angústias, medos e alegrias. Talvez por perceber que, a cada ciclo, meu colo, beijos e broncas de mãe servem tão somente pra mostrar amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque cresce. E é minha e do mundo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-2077788317212403737?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/2077788317212403737/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=2077788317212403737&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/2077788317212403737'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/2077788317212403737'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2010/05/clara.html' title='Clara'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-8875787435279879188</id><published>2010-03-29T23:36:00.003-03:00</published><updated>2010-03-29T23:56:39.237-03:00</updated><title type='text'>Ueba!</title><content type='html'>Há alguns anos criei este blog pra colocar meus escritos. Mal sabia que era um espaço, mesmo que virtual, pra extravasar. E sabia menos ainda da relevância de ter este espaço. Escrever pra mim, sem pretender ser lida ou comentada me salvou em muitos momentos - embora mande os links pros queridos e queridas pra saberem como estou e me sinta feiz quando recebo os tais feedbacks, faço um bem imenso a mim mesma quando sento, conecto os fones e coloco em palavras as sensações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quantas! De trocas de poesias a angústias, de amores efêmeros ao eterno (enquanto durou), das perdas que foram e voltaram a uma que faz falta no fundo do coração. Neste blog postei um tanto da minha vida. E parei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que por quase dois anos mergulhei num processo de não escrever mais, sei lá, talvez procurando foco, procurando forma, procurando algo que não conhecia, afinal. Não senti falta de escrever aqui, mas escrevi em tantos e tantos cadernos que hoje acumulo uma caixa deles - e os adoro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivi um tanto de vida real, enfrentei o que achavam de mim e descobri que especialmente eu me achava tudo aquilo que não gostava de ser, e doeu muito mais saber que eu me sentia aquilo do que qualquer outra pessoa essencial. Era eu achando de mim mesma, sendo coisas que jamais gostaria de ser, por estar impregnada de rótulos. Como já escrevi aqui, certa vez, não me coloque rótulos. Sou tão óbvia, está tudo explícito, na pele - em 33 ou 37 tatuagens que me explicam pra quem interessar possa e/ou pra mim mesma, como post its eternos que vão sendo reformulados, retocados e cuidados, como a vida deve ser - mas sair daqui eles não vão, porque eu quero somar. Apagar, nunca mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já questionei o porquê determinada moça bem casada tinha que beijar meu namorado e, em respeito a ele, deletei. Oi? Respeito a quem me desrespeitou? Hum... tá. Aprendendo enquanto se vive. Talvez o post não tenha sido mesmo tão necessário quanto nosso jantar de conversa franca, de adeus sincero e com toda a mágoa que me resta daquela relação. É... tem sentimento que não passa fácil, e mágoa é um deles, pelo menos por aqui. Quanto mais eu tento fazer a mágoa passar, mais ela me persegue. Mas se deixo a mágoa no lugar dela, ah, aprendi que o tempo, os carinhos, os olhares de e por outros ângulos, apaziguam e ela acalma. Como o leito de areia de um amplo oceano, a mágoa também fica quieta quando a superfície está calma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única coisa que não acalma em mim é o amor. Ainda cometo a paixão, está que de tão perigosa já teve os versos de Vinícius, Toquinho e do Anjo Gabriel tatuados na perna, mas a conheço cada vez mais e sei que se não virar amor, é melhor partir pra outra... mesmo que seja pra outra paixão, e assim consecutivamente. Só não vale apostar tudo na paixão. Truco!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amo. Amo muito, e amo tanto que a energia corre solta. Danço pra mim no espelho, danço na rua, e a Clara, quem eu mais amo nesta vida, briga porque a mamãe está pagando mico. Mas danço. Danço na chuva, mesmo sabendo que com 30 a gripe vai rolar. Danço porque amo dançar. E a dança desperta mais amor e é disso que eu gosto - do ciclo do amor. De crescer no amor, de viver o amor, de compartilhar amor, mesmo que não fale porque está cedo demais pra te amar assim, eu amo. E, ai, como eu gosto desse tal de amor, que pra cada um é uma coisa, pra cada qual tem um sentido, mas é tão universal, completo e complexo que combina comigo tão bem que cada coraçãozinho desenhado pode se multiplicar all over que não tem problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Back on the track. Descobri o mundo, meu mundo. É tão mais simples... simples pra quem está de fora, obviamente. Me encontrei Encontrei meu formato, que tem extremidades arredondadas e agudas. Tal e qual um coração, que quem eu sou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amo-me. Ai, que delícia!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-8875787435279879188?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/8875787435279879188/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=8875787435279879188&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/8875787435279879188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/8875787435279879188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2010/03/ueba.html' title='Ueba!'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-1290487323523579571</id><published>2010-02-28T14:03:00.002-03:00</published><updated>2010-02-28T14:08:02.955-03:00</updated><title type='text'>Dança</title><content type='html'>Aula de samba rock. Quem me conhece acha estranho, à primeira vista, que eu queira aprender a dançar tal ritmo. Mas sabe o quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No samba rock, é o homem que conduz. Olha que chique - o homem faz assim com o braço, e a mulher gira pra lá. Faz assim com o outro braço, e a mulher rodopia pra lá. E a mulher sorri pro homem que sabe conduzir, se sente feliz perto dele. Não é lindo isso, meu santo?!?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mariana paga as contas, administra casa, filha, trabalho, amores, amigos - e ah! não dá conta, não, é muita coisa pra uma pessoa só, mesmo que cheia de energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então assim, fique claro: o homem conduz é algo muito, mas muito relevante nos últimos tempos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-1290487323523579571?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/1290487323523579571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=1290487323523579571&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/1290487323523579571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/1290487323523579571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2010/02/danca.html' title='Dança'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-5975461662906100915</id><published>2010-02-18T02:20:00.002-02:00</published><updated>2010-02-18T11:30:57.393-02:00</updated><title type='text'>Sobre Poços - o olhar de uma outra geração</title><content type='html'>Como meu pai escreveu nestes últimos dias no &lt;a href="http://www.luisnassif.com.br/"&gt;blog&lt;/a&gt; dele, passamos o carnaval em Poços. Para uma moça de 30 anos, passar o carnaval com seu pai e sua filha, à primeira vista, pode parecer um tanto quanto monótono - e a bagunça? e a folia? Calma...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poços, para esta que vos escreve, tem tanto gosto de lembranças quanto para o progenitor, e não somente das memória lembradas e relembradas - "esta é a casa que o papai nasceu" - como se não soubéssemos, afinal, há 30 anos ele faz questão de dar uma volta maior para chegar ao Quissisana e passar pela tal casa. A farmácia que fora do Seu Oscar, meu avô, também é destino certo, bem como o Colégio Marista. Mas estas são as memórias dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que meu pai talvez não se desse conta é de que eu também tenho raízes em Poços. Ao chegar no condomínio, somos, eu e a Clara, minha filha, recebidas pelo Nil, porteiro que está lá desde que me conheço por gente, tranquilizando os pais e avós acerca do paradeiro de seus pequenos aprontadores, como ele chama as crianças que se encantam com as quase infinitas possibilidades oferecidas pelo Quissisana. Cavalo, piscina quente, parquinho, quadras, o lago e a piscina de fora, agora sem o trampolim alto, retirado depois de um triste acidente com um pequeno garoto. Mas este é um post feliz, então...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo chega a noite, e as pessoas se encontram na imensa varanda que fica na frente do condomínio. Pessoas que se conhecem há 20 anos, ou mais. A Déia chega, logo chama a Renata que está com dois filhos, um pequeno moreno lindíssimo e uma nenê linda de cílios maiores que os dela, como se fosse possível. Conversamos um pouco sobre os tempos atuais, colocando em dia uma amizade que não morre, independente de quanto tempo se passe longe. Um grito e encontro a Ju, linda como sempre, talvez um pouco mais linda do que da última vez que a vi, e o riso corre solto. Amanda chega com o Zé, e se apressa em procurar a Flora, sua filha de nove que é a grande companheira da Clarinha em Poços - junto com a Bibi e a dodó, minhas irmãs e amigas/familiares inseparáveis. Pronto, nos tranquilizamos - as duas juntas sabem que as mães deixam quase tudo, desde que estejam previamente avisadas. Nós, as mães, frequentamos o Quissisana há tanto tempo que sabemos que a vontade de aproveitar cada momento, cada lugar, cada pessoa, é tão grande que os pais acabam ficando de lado. A Flavia e o João Pedro, mãe e filho também da idade da Clara e da Flora, juntam-se ao grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pouco depois, encontro o Téo, que é primo da Ju, e atrás dele vem a Vanessa com um nenê fofo, filho dos dois, pequeno se comparado à Clara, Flora e João Pedro - Amanda, Flávia e eu realmente nos apressamos, o que é ótimo pra nós. O Duda chega com a Andréia e uma filha loirinha de cabelinhos cacheados e tão despojada que só podia ser filha dele. Lili estava ansiosa, à mil, com a homenagem que faríamos à Tiavó, personagem inerente o Condomínio Quissisana, em nosso desfile de carnaval. Ensaiava os passos, organizava os kits, aprontava as alegorias, sem deixar de ser Lili - alegre e ponto. Ela diz que é de uma geração acima da nossa, mas chego a duvidar. Faz parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na piscina, comentam sobre o Renzo. Renzo, aquele que andava de skate. Renzo, que foi meu professor de física e sim, andava muito de skate. O Fafá dá risada ao saber de detalhes um pouco sórdidos praquela hora da tarde. Encontro o Márcio, que deve pensar que sou mal criada, porque demoro um certo tempo até ligar ele à pessoa - muito, mas muito tempo se passou desde a última vez que o vi, o que não impede de abrir a cadeira e colocar a conversa em dia como se esta última vez tivesse sido no último mês. O Ude, queridíssimo do coração, conta um pouco do que está fazendo, enquanto eu, xereta, sento na mesa dele no jantar, e diz que eu não mudei nada - "mas Ude, a gente se conhece há 17 anos ou mais". Pausa para respirar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No "esquenta" para a saída do bloco, nossas crianças estão correndo tanto quanto nós, animadíssimas por serem destaque do que, acredito eu, será história que contarão para seus filhos, nossos netos, quando estes estiverem no grande salão do terceiro andar. O ensaio da letra, todos juntos ali, maquiando, cortando camisetas, organizando e bagunçando, recebendo cada pessoa não citada aqui por pura falta de espaço, a preocupação em avisar a Tiavó sobre a homenagem - ela está com quase 90, melhor que a surpresa seja em pílula dourada - enquanto relembramos, na letra do samba enredo composto pelas meninas, do trampolim, dos bailinhos na boate, da escada de chocolate, de tantos fantasmas, do coreto, das voltas no lago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dezessete anos é igual a uma pessoa que está ansiosa por dirigir, sabe? É um tempo bastante considerável. É delicioso fazer parte de um grupo que se conhece há este tempo e que sabe que não importa que a rotina de São Paulo ou de qualquer outra cidade grande e avassaladora que cada um esteja morando faça com cada um, Poços terá sempre este gostinho de reencontro, lembranças e momentos únicos e inesquecíveis. Ah, se aquele lago falasse...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-5975461662906100915?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/5975461662906100915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=5975461662906100915&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/5975461662906100915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/5975461662906100915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2010/02/sobre-pocos-o-olhar-de-uma-outra.html' title='Sobre Poços - o olhar de uma outra geração'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-8431804611411906128</id><published>2008-12-27T16:43:00.002-02:00</published><updated>2008-12-27T17:07:20.520-02:00</updated><title type='text'>::new year, oh, come on!::</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SVZ5mQvYOJI/AAAAAAAAAF4/53RyUnabCiU/s1600-h/200377248-001.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5284544911001532562" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SVZ5mQvYOJI/AAAAAAAAAF4/53RyUnabCiU/s400/200377248-001.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;...e quando o relógio marcar meia-noite no dia 31, eu espero estar de mãos dadas com meus amores, mesmo que pra isso precise ser polvo, para que todos eles caibam em minhas mãos. E espero, ah! como espero, que lágrimas de emoção pelas conquistas deste ano que passou não se sintam tímidas em rolar, e que me levem ao encontro com as águas tão profundas de Iemanjá, e que ali, em contato com este universo místico e indecifrável, eu me torne tão mística e indecifrável quanto as palavras que postei por aqui nestes últimos tempos, e que seja por meio dos olhares, que prevêem proximidade, que me desvendem aqueles que optarem por fazê-lo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;...e então, quando o primeiro minuto do primeiro dia do ano surgir, que apareçam nele os sorrisos de conquistas arduas, de trabalho caloroso, de aprendizados valiosos e felizes que tive, e que em cada um possa aparecer o mesmo - e que mais que um ano de mudanças, este novo ano que chega seja, definitivamente, um ano de continuidade. De colheita, novos plantios, cuidado com aquilo que já cresceu, amor para com o que floresce.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;...e eu quero estar perto da Clara, muito perto dela, num abraço sem fim de amor igualmente infindável, e quero receber dela o sopro de esperança inerente às crianças, e somente a elas, e que este sopro seja dourado que é pra não perder nenhuma partícula sequer. Quero estar com meu amor bem perto, pra que receba o último e o primeiro beijo do ano, e que este beijo simbolize a entrega real e intensa que me disponho a ter desde que nos encontramos, há quase um ano. E que a gente se renove, não apenas neste novo minuto, mas a cada minuto novo para que possamos reconhecer em nós as mudanças pertinentes ao tempo, mas que possamos sentir, em igual escala, que mudança alguma irá afetar o carinho e companheirismo que construimos continuamente, faça chuva ou faça sol.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;...e de meu familiares, que possam estar o mais próximo possível, pra compartilhar a alegria da chegada do novo com a certeza de que nos manteremos cada vez mais próximos, independente das escolhas particulares e do tempo que podemos nos dedicar a cultivar a convivência. Mesmo que seja necessário, em alguns casos, chamar pra perto - que seja um chamado de amor e paz, e não de cobrança. E que todos os que estiverem fisicamente longe, que saibam que estão do lado de dentro, impossível retirar dali.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;...praqueles que conheci, reconheci, me afastei ou me aproximei, desejo tudo em dobro. Fui leviana com minhas amizades mais queridas, e acredito que por serem tão queridas conseguiram disfarçar meus atos falhos. No primeiro minuto do ano, estarei muito, mas muito disposta a retomar meus tão conhecidos cuidados e festinhas em casa, só pra manter por perto todos aqueles que fazem, fizeram e ainda vão fazer parte dessa jornada deliciosa que venho chamando cada vez mais de minha vida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;FELIZ 2009! MUITO FELIZ EM 2009!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-8431804611411906128?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/8431804611411906128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=8431804611411906128&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/8431804611411906128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/8431804611411906128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/12/new-year-oh-come-on.html' title='::new year, oh, come on!::'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SVZ5mQvYOJI/AAAAAAAAAF4/53RyUnabCiU/s72-c/200377248-001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-7980623208787629185</id><published>2008-11-30T20:46:00.004-02:00</published><updated>2008-12-01T14:22:41.855-02:00</updated><title type='text'>::Santa Catarina e a solidariedade nacional::</title><content type='html'>Deveras triste o que está acontecendo em SC. Cidadezinhas inteiras destruídas, milhares de pessoas desabrigadas, sem lar, sem comida, sem suas roupas, com a integridade ameaçada por causas naturais. É certo que fomos nós, as pessoas, que contribuimos diretamente pro tal do aquecimento global e que mal perdemos por esperar pelo que vem por aí quando se trata da mãe natureza. Imprevisível, como quase todas as mães, ainda mais quando maltratada... Não curto muito a Globo, mas vi ontem o prêmio de publicidade deles e tinha um &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=tKWZ3pAJQeQ"&gt;institucional&lt;/a&gt; muito incrível que vale a visita - e o prêmio que ganhou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas este texto é pra destacar o - único, talvez - ponto positivo desta crise toda. A solidariedade de todo o povo brasileiro, que acaba tendo notoriedade em momentos de calamidade pública. Mas caso você ainda não saiba, a solidariedade se apresenta em diversas formas durante o ano todo em alguns lugares, e é sobre isso que eu quero falar - porque é Dezembro, logo Natal, logo época de todo mundo fazer aquele balanço anual e há de ter coisas muito boas por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tem. A tia Marta, querida arquiteta do coração, vive mandando e-mails de amigas, conhecidas e gente que recolhe, acolhe e encaminha animais pra adoção - e isso é tão bonito, mas tão bonito, que a gent nem percebe que essas pessoas fazem o bem de coração sempre, o ano todo. Então, se quiser adotar um cãozinho lindo, fofo, e praticar o bem recebendo e doando amor, clica &lt;a href="http://www.anjosparaadocao.multiply.com"&gt;aqui&lt;/a&gt; ou manda via comentário o e-mail pra receber informações e fotos dos pequerruchos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Hélvio e a Leila, com a família toda gostosa deles, também fazem o bem há tanto tempo que eu nem sei quanto, por intermédio da religiosidade. Recebem na casa deles um tanto de gente desconhecida que acaba virando amigo, família mesmo, pra orientar, cuidar, trocar energia e bons papos. O Hélvio ficou doente, e esse tanto de gente que se reunia na casa dele pra receber inverteu a operação e começou a ir pra doar, fazendo orações e tendo cuidados e atenção tão bonitos de se ver que eu me envergonho, particularmente, de ser tão enrolada e deixado meu espaço vazio por lá - mesmo que pense positivamente e ore todos os dias pela saúde e força de todos, reconheço que poderia ter feito mais... momento chato, esse meu, de ficar no casulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem um pessoal aqui no prédio que está recolhendo coisas pra mandar pra Santa Catarina, por intermédio da &lt;a href="http://www.cvb.org.br/"&gt;Cruz Vermelha&lt;/a&gt;, e isso é também muito bacana de se ver em tempos de crise. Mesmo que todo mundo esteja sem dinheiro pra isso, sem gás praquilo, a portaria está lotada de doações de gente que se importa com o outro sem restrições e quer ajudar. Vale lembrar que nem sempre somos solidários com nossos próprios vizinhos, e isso é um tema que um dia terei suporte pra abordar, mas que nestas horas de caos fica nítida a sensação de que as pessoas são do bem, de maneira geral, e querem, sim, ajudar às outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E daí que é uma felicidade grande escrever sobre isso num momento pessoal de reclusão, de desemprego, de me virar como posso e mesmo assim me sentir meio que mal por reclamar da vida que tenho enquanto há bichinhos, pessoas, famílias e toda sorte de espécies do mundo em situação muito, mas muito pior que a minha por aqui e por ali, e atesto mais uma vez: escrever é um santo remédio pra observar. Pratique.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-7980623208787629185?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/7980623208787629185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=7980623208787629185&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/7980623208787629185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/7980623208787629185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/11/santa-catarina-e-solidariedade-nacional.html' title='::Santa Catarina e a solidariedade nacional::'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-4425709132162031962</id><published>2008-11-24T09:17:00.007-02:00</published><updated>2008-11-24T09:45:14.196-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fadas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mãe'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='não'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vida simples'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Clara'/><title type='text'>::Não, e não, ponto final - simples pra quem?::</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SSqNjoQEeuI/AAAAAAAAAFw/58-aR4YaBuQ/s1600-h/ATgAAADVbfVCcDuCSlysjENjrda2Pscs_TmDuETiSnBoahwAZ2MhBNVdlbLuqmwboYE5zo3m1OL8W1uLlolpLGavnytrAJtU9VDi8qXk2Yw3VtyRZq5N_5hH9U3RLA.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5272181957030345442" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SSqNjoQEeuI/AAAAAAAAAFw/58-aR4YaBuQ/s400/ATgAAADVbfVCcDuCSlysjENjrda2Pscs_TmDuETiSnBoahwAZ2MhBNVdlbLuqmwboYE5zo3m1OL8W1uLlolpLGavnytrAJtU9VDi8qXk2Yw3VtyRZq5N_5hH9U3RLA.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;"...e onde estão as fadas quando a gente mais precisa delas?..." &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Meu guia de vida vendido nas bancas, a &lt;a href="http://vidasimples.abril.com.br/"&gt;Revista Vida Simples&lt;/a&gt;, traz este mês um tema já abordado pela banca vermelha - alô, sou tendência! - e discutido a duras penas por todo e qualquer ser humano, seja exterior ou interiormente. Afinal, quem nunca teve dúvidas pra dizer NÃO que atire a primeira pedra... mas lá, pro outro lado, que eu não quero me machucar (o que tenho já basta).&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Dizer não requer prática, consciência, sabedoria quase que ancestral - afinal de contas, palavrinha que estabelece limites jamais passa assim, batido. O não em sua infinita finitude traz pontos. Pingos nos is. E isso tem importado deveras por aqui.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Neste final de semana passei por diversas situações as quais o não teve de se fazer presente. As mais importantes foram relacionadas ao meu amor maior, a pequena Clara. Ai, como é difícil manter o não pra uma menina de nove anos que questiona até o que me parece óbvio: meu amor por ela. E não é drama - Clara vive um momento de "tenho certeza que você me ama, mas as pessoas mudam e me dá um medo de você me largar...". Sim, Clarinha. As pessoas mudam. Tantas e tantas vezes é muito chato ser mãe, dá vontade de tirar férias e ficar sozinha, cuidando de mim mesma e fazendo somente isso. Mas não, Clarinha, não existe, nesta nossa configuração de mãe-e-filha, realizar qualquer mudança na vida que não te inclua com os privilégios de amor-maior e cuidados da vida real, seja com o que a gente vive e/ou com o que a gente imagina.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Reconheço que entrei numa força tarefa das mais brutais nos útlimos tempos, uma correria ensandecida pra chegar perto de quem eu sou e do que quero ser, e aí está um dos pepinos mais amargos do dia a dia. Mudar interfere em todas as relações. Mas como avisar a quem se relaciona que, olha, vai passar, é um processo, tenha calma que tudo vai dar certo, e vai mesmo, porque estou fixando bem as raízes na terra, regando muito cuidadosamente e apesar do turbilhão está tudo tão coerente que não tem como me desviar deste plano... tarefa complexa. Mas mãe que é mãe segue adiante.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Falar não pra Clara é algo que desperta em mim um cuidado maior. Pra ela, este algo se transofrma em desamor. Pane geral no sistema. Minha cabeça gira, o coração aperta, e mal sei por onde começar a reformular ciclos de aviso que a situação está sob controle. O não ajuda muito. Mas... mas... é preciso um exercício enorme de assertividade pra não temer o que segue o não. Uma vez falado com todo amor que há nesta vida, conhecedor de cuidados e limites, tanto os meus quanto os da grande vida da minha vida. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;E neste abraço eu nos conforto, que quando eu te encontro me encontro, e quando me encontro a vida se faz vivida. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-4425709132162031962?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/4425709132162031962/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=4425709132162031962&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/4425709132162031962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/4425709132162031962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/11/no-e-no-ponto-final-simples-pra-quem.html' title='::Não, e não, ponto final - simples pra quem?::'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SSqNjoQEeuI/AAAAAAAAAFw/58-aR4YaBuQ/s72-c/ATgAAADVbfVCcDuCSlysjENjrda2Pscs_TmDuETiSnBoahwAZ2MhBNVdlbLuqmwboYE5zo3m1OL8W1uLlolpLGavnytrAJtU9VDi8qXk2Yw3VtyRZq5N_5hH9U3RLA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-2230086967965361031</id><published>2008-11-17T08:52:00.004-02:00</published><updated>2008-11-17T12:01:50.040-02:00</updated><title type='text'>::reciclando::</title><content type='html'>A Folha de S. Paulo fez uma &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/construcao/cs1611200802.htm"&gt;matéria&lt;/a&gt; sobre reaproveitamento de peças em decoração. Adoro o tema. Decoração é algo que não me sai da cabeça. Reaproveitar é palavra de uso constante neste momento de descobertas e novas utilizações para mais, muito mais, que os móveis que ocupam a casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha mãe foi citada, a casa fotografada e a &lt;a href="http://www.amrassociados.com.br/"&gt;arquiteta querida &lt;/a&gt;do nosso coração deu palpite. E lá estão os móveis mais legais do mundo: o baú gigante, a máquina de costura antiga, o sofá de mil anos atrás. Aqui em casa aprendemos a guardar. Verdade que guardamos muitas coisas, tantas que nem sabemos mais o real motivo de estarem por aqui, e a limpeza na hora da mudança faz o coração doer deveras - jogar fora pra caber o novo é um conceito moderno, atual e necessário, mas te obriga a ter certo desapego para com o que é antigo e, ao meu ver, carregado de história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A máquina de costura, por exemplo. Eu amo essa máquina. Há pouco tempo, resolvi bancar a costureira, já que o tempo de desemprego pode - e deve! - ser usado pra explorar outras aptidões que não a insanidade de enviar centenas de CV´s e ficar torcendo pra receber uma ligação pra entrevista, outra pra contratação. 25 de Março com a sogra, tecidos e enchimentos depois, estava eu telefonando pra quase todas as casas de máquinas antigas de São Paulo atrás do courinho que faz a roca girar, do óleo que daria a elasticidade necessária e buscando online o manual de configuração das agulhas. Óbvio que tudo muito caro, por ser raro. Compensou pedir a moderna Singer - &lt;a href="http://www.submarino.com.br/novosubmarino/produto/34/1887978"&gt;EU QUERO, o aniversário está chegando!!! &lt;/a&gt;- da tia Regininha emprestada, viciar nela, e começar, enfim, minha vereda no mundo dos pontos. A inspiração toda, no entanto, estava naquela máquina preta com rosas amarelas e vermelhas em decalque, aberta pra lembrar que a avó de minha avó muito provavelmente fazia alta costura por ali, e evitava gastar os tubos nas grandes marés de consumo. Tá triste? Que shopping, que nada, a bisa costura uma coisinha linda e exclusiva pra você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As almofadas ficaram lindas! Coloridas, grandes pro meu quarto, várias pequenas pro quarto da Clara. Realça a cabeceira da minha cama... que diga-se de passagem, é feita com um pedação de madeira revestido por uma colcha velha, já comida pelo Bibo - não diga? - pregada com tachinhas num trabalho que me custou apenas uma reclamação de vizinho por barulho depois das dez. No "quase tudo" aqui da esquina, comprei ganchinhos, preguinhos, e eu e o Val colocamos o ilustre no devido lugar. Lindo, e ecologicamente correto. Tosco, no âmago do significado da palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que o que mais me chamou atenção foi o fato de efetivamente ter algo em mim que combina mais que de modo perfeito com o lugar onde vivo: reciclar faz parte de mim antes mesmo de virar moda. Usei cadeira como criado-mudo muito antes da Casa Cláudia incitar o novo uso do velho objeto. Achei os óculos da vovó incríveis antes de Marc Jacobs redesenhar algo que cobrisse muito além dos olhos, preservando a dignidade de quem quer ver e não ser tão visto assim. Sou tendência. E estou incluída.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda em processo de restruturação interna, começo a utilizar temas públicos para falar do privado. Um tipo de metáfora mais sofisiticado, por assim dizer. Exatamente como o que eu quero ser logo menos, quando os is encontrarem seus pingos. O blog, claro, não pode ficar de fora desta mudança convergente. Links nos posts - como se isso fosse novidade pro mundo..., fotografias e imagens, pedidos de opinião, convocação para fóruns, paixões e desejos serão cada vez mais abordados por aqui, na minha feira que tem de tudo um pouco, mas não perde o jeitinho morango de ser.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-2230086967965361031?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/2230086967965361031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=2230086967965361031&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/2230086967965361031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/2230086967965361031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/11/reciclando.html' title='::reciclando::'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-8507290365333914642</id><published>2008-11-13T08:21:00.011-02:00</published><updated>2008-11-13T20:14:16.526-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ovelha negra'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='trinta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='marketing de guerrilha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Silvania'/><title type='text'>Releitura - um texto longo, by the way.</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Capítulo Um&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Conheci Silvania numa entrevista de trabalho. Cercada por ela e mais duas pessoas, fui questionada sobre pretensão salarial, metas de trabalho e aspirações pessoais. Respostas quase padrão, por padrão ser algo que eu definitivamente não quero na vida, e um beijo, tchau, te daremos a resposta até sexta. Esta sexta, sem falta, acreditamos na comunicação, ora, por isso somos uma empresa que trabalha com ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que Silvania não sabe é que me ensinou algo de extrema importância. Um algo que tem se feito presente em algumas horas, mas que ficou tão claro naquele momento que quase levantei e disse: - Olha, obrigada, mas acho que já obtive o que vim buscar aqui. Entretanto, como espero ser mesmo contratada praquele novo lugar, me contentei em explodir de felicidade no meu finito interior. Silvania me escuta falar sobre minha última paixão, o marketing de guerrilha. Vê o brilho nos meus olhos, e como mulher experiente, vivida, vívida inclusive, com aqueles olhos de brilho também intenso, e rapidamente fala: - Aqui temos a novidade. Não estaria você procurando pelo surpreendente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hum... Silvania, o que há de tão diferente entre o novo e o que surpreende? Mas Silvania não responde. Obviamente ela não responde, já que esta parte do diálogo pertence única e exclusivamente ao meu cérebro a esta altura do campeonato. Hum... sabia que me serviria pra alguma coisa. Sabia, sinceramente, mas não esperava que fosse pra tanto. Vamos lá: há três anos, mais ou menos isso, eu e a Gabriela, aquela de quem sinto tamanha falta que não cabe em palavras, e acho que nem caberia num abraço apertado de reencontro, de tanto que sinto, estávamos combinando de fazer uma tatuagem juntas. Queríamos algo único, só nosso, que lembrasse a todo instante o que era uma pra outra, outra pra uma. E, servindo pra alguma coisa na vida, uma de minhas tantas paixões foi molde: as Sutilezas Intensas, em meus não tão expoentes ossinhos da saboneteira, e as Intensas Sutilezas, na cintura cheia de gostosura dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando ao diálogo interior finitamente mais confuso. Está aqui, na pele, e nem preciso de espelho pra ver, e ler. Algumas pessoas franzem a testa pra decifrar este meu escrito, e fazem que ah, sim, claro, entendi. Mas eu não. Sei bem o que ela quer dizer. E hoje mais uma vez, me toco de que as minhas respostas estão tão anotadas em mim que sometimes I forgot to see them. Sutilezas Intensas. É esta a diferença entre o novo e o surpreendente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não, Silvania. Estou procurando pelo novo em minha vida profissional. Deixo o surpreendente, puxa! como é que você percebeu?, que me encanta deveras, pra minha vida pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E enxergo com olhos de cigana oblíqua e dissimulada, by Capitu, que yes! I can! - separo minha vida em gomos e viro mexerica nos instantes de lidar com resoluções, e tudo fica mais simples que o tal sedutor e enigmático morango. Apenas por instantes. E só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo Dois&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Me desculpa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pelo quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pergunta em cima da pergunta faz parte do meu amor, que quase nunca responde clara e diretamente ao que lhe é questionado. Curiosidade, tempo pra pensar, característica pessoal e intransferível - já pensei muitas vezes sobre o que faz com que ele faça isso, e me contento em dizer que não cheguei a lugar algum e voltei a pensar em mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hum... me desculpa por você estar se sentindo assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wrong. So wrong.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recorro às origens: desculpa a gente pede quando faz algo errado, certo? Sim, certo. Faço coisas erradas, claro, muitas, diga-se de passagem. Mas, repita comigo, em frente ao espelho, repita com veemência: (as vezes) a culpa não é minha!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sinto muito por você estar se sentindo assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor, bem melhor. Mais sincero, coerente. Coerência começa a fazer parte de forma presente, intensa, mas nada sutil. E quero o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo Três&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A mudança. Mania, sim. Mania de jogar fora e querer ser eu. Opa! Pra que jogar fora se posso adaptar, transformar, ou continuar a fazer por acreditar e achar bom?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SRwPXQTRcYI/AAAAAAAAAFo/gynCoYMZPsc/s1600-h/71261102.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5268102556303847810" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 214px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SRwPXQTRcYI/AAAAAAAAAFo/gynCoYMZPsc/s320/71261102.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O passado me pertence tanto quanto meu presente, e também é o que quero ser quando crescer. Reviro fotos. revivo fatos, mesmo que de outras maneiras. Visito, em pensamento, lugares aos quais pertenci e onde senti. Passeio por entre as dores e alegrias das escolhas, e revejo que excluí algumas pelo simples fato de querer mudar. Joguei fora este momento? Ups... I did it again! Não quero mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resgato esta e aquela história e me sinto tão mais perto do que sou. As marcas na pele servem pra lembrar. As da alma servem pra aprender. Não jogo mais nada fora, aprendo a neutralizar, guardar em gavetinhas seguras, devidamente trancadas - mas não jogo mais as chaves no mar. Iemanjá há de ter seus próprios problemas insolúveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Equilibrar e escolher um melhor final, ou dar continuidade direcionada pra onde vou chegar. Só assim pra conseguir...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grávida aos dezoito. Minha barriga chama tanta atenção quanto o biquíni cor de rosa tie die(nossa, já gostei disso?), o olhar questiona o mundo ao redor, e encontro abrigo nos braços muito maiores que os meus. Sensação dúbia, mas extremamente prazerosa. Grávida e sozinha. Hum... grávida e acompanhada de outras pessoas que não o pai do bebê. Melhor, bem melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casei, separei e fui em busca da minha felicidade. Ah, mas ele não... ele não... ele não... Hum... eu não. Eu não queria mais aquela relação. Eu não me queria mais daquele jeito, naquela forma. Eu não acertei, ainda bem que o convencional nunca fez parte e pude partir sem explicar muito pra quem quer que seja. Mas eu... eu sei. Ah, eu sei o real motivo de me permitir partir, e me sinto segura ao sorrir e dizer que estou feliz - e que continuo querendo me casar, ter uma família pra chamar de minha, outro(s) filho(s), ficar velhinha junto, aprender e discutir, viver a vida ao lado, acompanhada, de conchinha, de mãos dadas e trocando beijos e declarações de amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não é que eu já fui a rainha do baile? Já dancei muito, por horas a fio, me deleitando de prazer com a música. Mode rebolator = ON, muito ON, e me fazia feliz. Onde é que eu deixei a deliciosa prática da dança na vida? Por que, santo, deixei de dançar? Buscando... buscando... acha logo essa parte, oras...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ovelha negra. É bonitinha, diferentinha, mas faz e quer de tudo tal e qual as outras ovelhas da manada. Não deixa de pertencer ao rebanho, mas se torna negra quando questiona o que as outras aceitam pura e friamente, se torna escura quando opta em desacordo com o grupo porque a faz feliz. Hum... tá bem, então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;::Os quase trinta, escritos assim, em três capítulos, não soam tão mal::&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-8507290365333914642?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/8507290365333914642/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=8507290365333914642&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/8507290365333914642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/8507290365333914642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/11/releitura-um-texto-longo-by-way.html' title='Releitura - um texto longo, by the way.'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SRwPXQTRcYI/AAAAAAAAAFo/gynCoYMZPsc/s72-c/71261102.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-8636510165068873356</id><published>2008-11-05T08:14:00.004-02:00</published><updated>2008-11-05T08:39:29.208-02:00</updated><title type='text'>::Let´s talk about him::</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SRFyO5BDUaI/AAAAAAAAAFQ/KxlMLuYM05Y/s1600-h/obama.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 285px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SRFyO5BDUaI/AAAAAAAAAFQ/KxlMLuYM05Y/s400/obama.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5265115039521788322" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;...pra mim, o tal "american dream" e a política são desconhecidos... mas de uma coisa eu sei: quando a maior potência financeira mundial aceita o realmente NOVO, há de ser um tempo de real mudança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao eleger seu primeiro presidente negro, os EUA não apenas abrem a mente e aceitam que sim, a hora é esta e a juventude está de olho no poder. Não de modo pejorativo, mas querendo saber quem vai mandar no que vai acontecer no país, quiçá no mundo, nos próximos tempos. Não duvido que foi esta a geração que garantiu com larga escala de folga a vitória de Obama, visto que no início da campanha o jovem - e extremamente bonito - senhor presidente dos Estados Unidos da América era um ilustre desconhecido. Jovens declararam que "ele pensa como nós, tem as mesmas visões e aspirações que esta geração"... ao vivo, na TV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É certo que as escolhas erradas da oposição de Obama - a vice-maluquete, a idade do candidato, as propostas que mais parecem prepotência que potência e tanto mais que desconheço - ajudaram a vitória do black power. Sim, pode me chamar de alienada, mas imagino que este seja um movimento bem parecido ao power to the people: o voto nos EUA não é obrigatório, o povo efetivamente exerce a democracia e opta por votar ou não e, na minha opinião, aí está o que de mais válido existe nos momentos de decisão - a opção que faz toda a diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo está preparado para o primeiro presidente negro dos Estados Unidos? Ao meu ver, considerar que ele é "apenas" o primeiro presidente negro da mega-nação é pequeno. Obama sabe. E sabe muito. Sabe falar, se colocar, sabe sorrir, chorar e conversar com quem e quando quiser. Sabe permitir que fãs se declarem via You Tube - o vídeo "I have a crush on Obama" é divertidíssimo, e faz campanha deliberadamente "mal vista" para os mais conservadores... mas funciona. Ele tem fãs e eleitores. Ótima soma de pessoas. O marketing empregado na campanha, voltado para todos e presente inclusive na final do super bowl, foi uma das mais brilhantes ações combinatórias de RP e guerrilha dos últimos tempos - até sticker hypado por artista mudéRRRno foi usado pra divulgar a figura simpática do atual Mr. President.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim... falar de política definitivamente não é meu forte. Mas quando um país do tamanho daquele, com uma cabecinha daquelas, começa a pensar diferente,acaba refletindo no mundo todo... e, se até os Estados Unidos da América aceitam a mudança como necessidade para transformar e crescer, acho que é hora de uma breve pausa pra respirar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Yes, we can!" - hey-ho, Obama!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-8636510165068873356?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/8636510165068873356/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=8636510165068873356&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/8636510165068873356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/8636510165068873356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/11/lets-talk-about-him.html' title='::Let´s talk about him::'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SRFyO5BDUaI/AAAAAAAAAFQ/KxlMLuYM05Y/s72-c/obama.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-2991657451979177887</id><published>2008-11-02T22:18:00.002-02:00</published><updated>2008-11-02T22:34:57.033-02:00</updated><title type='text'>Mantras. Repita: mantras.</title><content type='html'>Não necessariamente no plural. Posso ir por partes. Sim, posso. Uau, como é gostoso me permitir usar esta palavra. Vou até colocar na pessoa certa do singular: eu posso ir por partes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não que eu tenha escolhido logo esta parte, mas é a tal "parte que me toca", e toca no que existe de mais íntimo, de mais "geminha" possível. Certo, comecei o ano com a meta oblíqua de resolver pendências, por mais dolorosas que fossem e sejam, e de certo marquei diversos pontos neste sentido. Alguns outros, essenciais que são, ainda estão em estado de alerta - o tempo, senhor de tantas razões, vai me levar a resolver estes também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eis que chega o momento de encarar o espelho. Ui. Medo. Muito medo do velho hábito desta parte. Me ver e recitar o mantra da mudança, tão curto, simples e pontual parece, à primeira vista, coisa corriqueira e dever acerca da inerente responsabilidade de cuidar do que é meu. E nada é mais meu que eu mesma, e acredito que tão somente eu seja parte do que é meu, num contexto terreno e carnal, vale explicar. Mas... ah! este mas... dá tanto tempo pra pensar em tanta coisa que penso em abolir do vocabulário presente e só voltar a usar quando souber fazer bom uso deste tempo que ele me dá. Então, sigo. Vamos lá... Mariana, repita comigo o tal mantra da mudança. Agora. Faça. Imperatividade há de funcionar... não, não, sem reticências no momento, pontue. Pontue corretamente e diga o mantra. O repita a cada olhar no espelho, mesmo que te sirva só pra arrumar o cabelo em fase de crescimento, o que tem atormentado um tanto - quase tão indomável quanto o tempo hábil pra pensar em tanta coisa que a palavra "mas" proporciona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vá. Fale. Repita. Incansável e solenemente, repita: é agora, e não depois. Comece. Não vai doer. Te prometo, não vai doer nem um milésimo se comparado ao que você sente desde sempre - opte por repetir o mantra e mude. Opte, Mariana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devaneios em diálogos comigo mesma, isto funciona. O texto mal acaba e já fui até o espelho repetir. Ora, são três palavras apenas. Simples, curto, vai funcionar. Sorria enquanto repete. Faça de si o que quer ser neste e em todos os momentos. Simples e feliz. Pronto. Ser feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou feliz. E isso é bom.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-2991657451979177887?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/2991657451979177887/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=2991657451979177887&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/2991657451979177887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/2991657451979177887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/11/mantras-repita-mantras.html' title='Mantras. Repita: mantras.'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-8421939591644891694</id><published>2008-10-10T10:38:00.003-03:00</published><updated>2008-10-10T14:08:13.400-03:00</updated><title type='text'>::Criança é tudo de bom!!!::</title><content type='html'>As memórias da minha infância são doces, docinhas como as receitas especiais que seguem aí embaixo, brigadeiro de três jeitos... Minha infância é colorida, com canetinhas, giz de cera, lápis de cor e muita folha sulfite que o Vô Zuza guardava às sete chaves até as férias acabarem. A infância tem gosto de amora, gosto de doce caseiro, som de música alegre, roda de chorinho e, claro, cover das Paquitas, porquê é tão bom, bom, bom, bom, quem quer pão, pão, pão?!?!?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha infância foi crescendo, e eu tentei de todo o jeito trazer ela comigo, mas errei o ponto em algum lugar do passado e senti saudade de ser menos uma Mariana, e mais, um tanto mais, uma Maricota-pé-de-bota, uma Pipoca ou a Boi do Curá, pega essa menina que só quer chorar... não, não, não, coitadinha... quando ela chora, ela é tão bonitinha! E, oi, olha ela aqui! A minha infância hoje tem gosto de pãozinho com requeijão, de brincaderias de travesseiro e de gargalhadas esparramadas... tem som de colo de tia, tem o elevador que pára no segundo, no quinto, no sexto e desce correndo pro térreo, pra dar um pulo no parquinho e ver como mesmo mudado, continua tudo igual por aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha infância tem espelho, um espelho mais maduro que eu era aos nove, é verdade, que se coloca de outra maneira por eu me colocar diferente também. Minha infância-Clara não tem projeção de coisas que eu queria ter feito, ah! eu fiz muito do que queria fazer, sempre... Essa infância em miniatura é pequena só no tamanho, e gosta muito de algumas coisas das mais simples da vida, como pular corda e fazer arte de papel, no papel e pra todo mundo, gosta de dar amor assim, facilmente, e quando ela está assim o mundo todo fica mais gostoso. Beijo e amasso de Clara são presentes infinitos mesmo quando acabam! E tem Beatriz e Dora, infâncias diferentes, nas quais tento encontrar identidade, e logo acho nosso ponto-comum: uma fica brava e argumenta tudo com o papai, e a outra tira sarro, entra sem pedir espaço e ocupa todos os lugares possíveis - moram no coração, numa casinha feita especialmente pra quatro menininhas que são a luz do meu viver. Ah, sim, é que tem também uma infância crescidinha já, uma mulherzinha que só é "inha" por chamar Luizinha, sim, que de Luiza ela só tem quando eu fic brava - e tenho ficado muito menos atualmente... essa infância, a Luizinha, tem sabor de chocolate meio amargo, que de uma hora pra outra ela fica um doce, mas tão doce e sai dançando comigo pela casa, arrastando os móveis e ficando minha melhor amiga por alguns minutos, Depois passa. Ela gosta mais do que eu de ser adulta. Tudo bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criança é tudo de bom! Ainda mais quando dá pra ser criança todos os dias, um pique de nada, pelo menos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E neste final de semana, aproveite pra dar um tchibum no bloguinho de histórias de infância muito, muito gostoso da Tia Lolinha, que é esse aqui, ó: &lt;a href="http://www.contoaconto.blogspot.com/"&gt;http://www.contoaconto.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...e pra fazer brigadeiro junto e para a criança que exite em e com você!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Brigadeiro de Morango - que é meu preferido, meio óbvio...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ingredientes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;1 lata de leite condensado &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;20g de manteiga&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;300g de açúcar cristal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;150g de morangos frescos picadinhos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;confeito prata para enfeitar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Modo de Preparo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Aquecer o leite condensado com a manteiga e cozinhar até soltar bem do fundo da panela. Adicionar os morangos picadinhos, misturar e colocar em uma assadeira untada para esfriar. Servir às colheradas ou em copinhos com confeito prata por cima.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Brigadeiro de Maracujá - delícia, acalma e adoça a vida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ingredientes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;1 lata de leite condensado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;20g de manteiga&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;300g de açúcar cristal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;150g de polpa de maracujá com a semente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;confeito colorido para enfeitar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;Modo de Preparo &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;quecer o leite condensado com a manteiga e cozinhar até soltar bem do fundo da panela. Adicionar a polpa de maracujá, misturar e colocar em uma assadeira untada para esfriar. Servir às colheradas ou em copinhos com confeito colorido por cima.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;Brigadeiro de Chocolate - ah! tradição nunca é demais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ingredientes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;280g de leite condensado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;60g de chocolate em pó&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;50ml de creme de leite&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;20g de cacau em pó&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;50g de manteiga&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;20g de mel ou melaço&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;20g de manteiga para untar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;confeito preto e branco para enfeitar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;Modo de Preparo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;Untar uma forma com a manteiga. Juntar em uma panela, o leite condensado, chocolate, cacau e mel e levar ao fogo mexendo sempre. Por último, acrescentar a manteiga e o creme de leite e mexer até soltar bem do fundo. Despejar em forma untada para esfriar e servir às colheradas, pulverizando os confeitos.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-8421939591644891694?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/8421939591644891694/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=8421939591644891694&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/8421939591644891694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/8421939591644891694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/10/criana-tudo-de-bom.html' title='::Criança é tudo de bom!!!::'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-4341212770415107713</id><published>2008-10-06T01:09:00.005-03:00</published><updated>2008-10-06T12:45:16.120-03:00</updated><title type='text'>Cheia de rótulos, quase todos eles nada relacionados às minhas tão explícitas marcas na pele.</title><content type='html'>Estafa. Uma canseirada danada de detalhes tão pequenos de nós dois, e que esta frase sirva pra quem se sentir servido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não é que dá um trabalho gigante ficar afastada daquilo que escolheram pra você? Exemplifico num diálogo recente. Estava em casa com duas pessoas. Namorado chega, liga pra descer. Pessoa número um, em poucos segundos, tasca o celular e liga tresloucada atrás do cigarro. "Pegou meu cigarro?" Não, não peguei. "Pegou sim!" - opa! Como assim?!? Desde quando ela sabe mais do que eu o que EU fiz? Me desculpe, mas estou vendo minhas mãos, estou sem bolsa, nos meus bolsos não há nada... não, não peguei, e ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este "pegou sim" é um exemplo deveras simplificado do que vem acontecendo há tanto tempo que eu nem me lembro na minha vida, especialmente nas relações familiares mais próximas. É um tal de saber mais de mim do que eu que se tornou quase confortável, não fosse minha dor de estômago e falta de ar (vulgo ansiedade) me avisarem de que, opa! aí tem... e tem errado, vai deixar virar ou vai fazer alguma coisa em seu próprio benefício?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok, de modo algum estarei eu a jogar a responsabilidade 100% pra cima de ninguém, primeiro por não acreditar em absolutos (os tais 100%, tão utópicos que são chatos!), segundo e não menos importante por reconhecer firmemente meus defeitos, minhas atitudes da lista do "quero mudar, errei muito, ai que punk!". Mas que é uma coisinha muito, mas muito chata essa de ficar à cargo do que acham de você independetemente do que você é, ou vem mostrando ser, é. E muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não... palavrinha mágica. Tal e qual por favor, obrigada, desculpas... deveria ser obrigatório ensinar pessoas a dizer não. Depois que cresce e fica com vontade, a pessoa, ô judiação, se sente culpada por querer saber mais de si mesma que o outro, querer cuidar mais do próprio umbigo que da vida alheia e ainda sofre se achando esgoísta. Pode? Não, não pode.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dolorido, porém gratificante. Frase que vai comer solta aqui no blog, com certeza, visto que escolhi definitivamente pela minha causa, seja ela qual for. É a minha, e vou defender com unhas e dentes, e doa a quem doer, e mesmo que doa mais em mim do que em qualquer outro alguém (que isso eu sei que acontece: quem não fala não e resolve falar se sente muito mais machucada do que quem escuta o não, ah! certeza.), é isso o que vou fazer. Continuar a fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...logo eu que sou tão explícita?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-4341212770415107713?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/4341212770415107713/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=4341212770415107713&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/4341212770415107713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/4341212770415107713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/10/cheia-de-rtulos-quase-todos-eles-nada.html' title='Cheia de rótulos, quase todos eles nada relacionados às minhas tão explícitas marcas na pele.'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-4383331081828233923</id><published>2008-09-20T21:56:00.004-03:00</published><updated>2008-09-22T18:23:48.888-03:00</updated><title type='text'>::onde está wally::</title><content type='html'>Reconectar é algo assim... você pega um papel, escreve o que já foi ou fez um dia e quer voltar a fazer e vai ticando as coisas que são possíveis. Errado. Wrong. So, so wrong. Reconectar por aqui é algo relacionado com dar uma olhada pra dentro, pros cantos e arredores e ver o que é quase impossível mas quero um tanto, e correr atrás pra ter e fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dolorido, sensação de que o tempo(barra)idade dá uma certa parada na energia responsável pela mudança, aquela tal busca pela estabilidade que engana. Eu não quero. Eu preciso, e preciso porquê é importante a valer me encontrar comigo, essa "eu" que quer só um pique de um tanto de coisa sólida. Frase dúbia, hã? Adoro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prazeroso, muito prazeroso. Explorar em mim novos limites, reconectar o que a cabeça pensa com o que quero sentir, com o que quero saber no corpo e na alma, conhecer e desbravar mesmo, metendo as caras, escancarando o peito, mesmo sem entender ações e reações, mas nunca, nunca, nunca mesmo simplesmente aceitando. Porquê eu preciso, sim, preciso e quero, as tais explicações. Só fico bem quando sei o que está acontecendo, é fato. E fato não muda, mesmo que a gente passe aquele brilho, aquele rímel e coloque muito glitter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não tenho mais sentido pena ou compaixão ou sequer vontade de colocar no colo gente que está mais perdida que eu. Nem quero que ninguém me pegue no colo por estar perdida, mas que os queridos peguem leve nos puxões de orelha - não é fácil opinar sem sentir na pele, e a pele é minha, certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho tido medo do mesmo, e continuo adorando escrever bobagens que me expliquem pra mim mesma e mandar o link pra todo mundo ler, mesmo que faça tempo que muitas destas pessoas eu não encontre na vida real, e juro que espero que comentem, que deixem sua marca na minha marca, porquê se tem algo que não vai mudar nem que me reconecte zilhões de vezes é a necessidade de troca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoas acreditam que eu tenha força extraordinária e me machucam incansavelmente, outras somem e esquecem que sou tão frágil que sinto saudade e falta de um olá todos os dias, mesmo que seja só na hora de passar o dia a limpo na hora de dormir. Tem gente nova na vida, que tem me ensinado muito, pelo amor ou pela dor, que é como as mães costumam falar pros filhos quando têm algo obrigatório a dizer. E quer eu queira, quer não, tem coisas que são, mesmo, obrigatórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu coração ainda bate feliz quando te vê, seja você pequeno, médio ou grande, seja você de agora ou de faz tempo, contínuo ou em frações, e eu curto muito sacar que algumas relações não mudam pelo simples fato de continuarmos nos incluindo na vida uns dos outros, e não sei bem pra quem falar isso, mas que é bom saber que em momento de reconhecimento de terreno-Mariana tem coisa maluquinha, ufa, ainda bem que tem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As marcas no corpo estão quase emparelhadas com as da alma, que eu extravaso muito, tudo, sou um tufão em movimento furioso, mas agora eu tenho receio de que o câncer nada tem a ver com guardar sentimento. E isso preocupa. Também tenho outro conceito de preocupar, que antes achava perda de tempo, já que a vida está aqui pra ser vivida, mas aprendi que dar uma olhada antes, pros dois lados, mesmo praquele que não deveria vir carro, dá uma certa garantida. Vai que algo me atropele avassaladoramente? Não quero...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase tudo em muito preto e branco, com toques de vermelho. O cinza está um pouco de lado, mas ao alcance dos olhos, sempre em vista pra ser vasculhado. Reconectar comigo mesma é assim, desse jeito estranho, desse jeito que um tanto de choro me estraga e logo lá estou eu procurando o riso de verdade, a gargalhada e as cores fortes, as emoções sem fim até que os três pontos terminem e chamando resolução de crise. Assim sou eu, que termina coisas sem consultar a outra parte, só por não acreditar que lutar por qualquer coisa que seja pra ser boa seja por si contraditório, que continuo acreditando que quando dá pra entender é muito simples tal e qual a matemática e que a ordem dos fatores efetivamente não altera o produto, mas pode causar danos morais e cívicos pra quem não entender. E com aquela velha preguiça de ter preguiça das coisas, de ficar esperando acontecer sem interferir, mesmo que sábios ensinamentos digam que quem espera sempre alcança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentindo a mesma vontade de experimentar o óbvio, de fazer pela primeira vez coisas do arco da velha, sentindo saudade do que não fiz e sem medo de ser feliz. Sabendo que vou quebrar a cara muito feio, e que não vou querer colocar gesso nem massa nenhuma de correção que é pra lembrar sempre onde estava a minha parte do erro e aprender que é assim, o que eu acho certo nem sempre está de acordo. E sempre, ah que delícia!, sempre tendo a coragem burra de me expor até o fim do pito pra quem quer. Sem censuras, sem legendas, sutilmente intenso e muitas vezes tenso, fazendo valer a máxima de que meu ruim é péssimo, mas meu bom é excelente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só porquê eu gosto do mar...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-4383331081828233923?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/4383331081828233923/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=4383331081828233923&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/4383331081828233923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/4383331081828233923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/09/onde-est-wally.html' title='::onde está wally::'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-8570453899080616675</id><published>2008-09-03T23:32:00.001-03:00</published><updated>2008-09-03T23:32:50.560-03:00</updated><title type='text'>::push it to the limit::</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;Até onde, até quando e quanto você agüenta? Por quê? E como faz isso? &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um querido amigo das antigas aulas de yôga costumava me dizer em nossas conversas informais que "se você conseguir avançar 1 cm por dia, em um mês serão 30 cm". Faz todo sentido. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Jogar para o universo aquilo que você quer também era recorrente. Palavras negativas atraem coisas, pessoas e atitudes negativas. O oposto faz exatamente o que se propõe a fazer. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por aqui tenho vivido experiências novas, boas, ruins, sem classificação alguma e outras um tanto desconhecidas para serem caracterizadas por simples adjetivos, e que têm exigido de mim não apenas flexibilidade contínua e lenta, mas desejos de crescimento, alegria e amadurecimento – caso contrário, estaria mais maluca que de costume. E seria muito chato pra quem se atreve a ser feliz.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um passo de cada vez; cada um tem a cruz que consegue carregar; depois da tempestade sempre vem a bonança; devagar se vai ao longe; quando se anda sempre pra frente não se chega a lugar algum. Frases que têm feito sentido, se feito sentir e me feito tentar ser o que quero ser, no universo contínuo e caótico do qual, vez por outra, tenho vontade de não mais tentar entender. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-8570453899080616675?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/8570453899080616675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=8570453899080616675&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/8570453899080616675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/8570453899080616675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/09/push-it-to-limit.html' title='::push it to the limit::'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-5117980344428794515</id><published>2008-08-28T14:52:00.004-03:00</published><updated>2008-08-28T15:14:27.387-03:00</updated><title type='text'>Nós</title><content type='html'>...pronome pessoal do caso reto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...união de eu e você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...laços que se misturam, se cruzam, se atam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É assim, com a língua portuguesa como apoio, que começo a pensar devaneios sobre este presente por escrito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoal, intransferível, predicados desconhecidos e irreconhecíveis permeiam algum lugar do meu corpo que não é físico, e de tão abstrato chego a duvidar destas sensações que me provocam estar perto de nós. A dúvida então vira beijo, e o beijo transforma em abraço o que eu quero que a gente entenda e nossos olhos se encontram numa intimidade tamanha que o sorriso é conseqüência natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorriso. É muito nosso o meu sorriso, e quando a gente retribui o carinho de algo tão simples e intenso o mundo pára. Piegas, o amor é piegas - como eu não seria? Meu mundo pára, e trocaria todas as palavras do mundo por nós pra definir o que anda acontecendo, porquê estão todos os outros a dizer que meus olhos, tão seus, transbordam felicidade, e outros tantos arriscam o palpite de ter recuperado minha infância na alma. Acerto os ponteiros e redescubro a troca, o cuidado, a lágrima de saudade e a não avaliação nua e crua dos fatos, mas as entrelinhas. As nossas frestinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É indecente o que nós temos: simples, complexo, completo, interrogações, sempre faltando alguma coisa, vontade de que vá embora só para ver chegar. Indecente de tão puro. Nós não precisamos de definição, embora encontre grande graça em explicar o que é que existe entre nossos laços, e de repente parar, olhar pra um lugar qualquer do espaço e sacar que palavra é pouco pra esse tanto da gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, e sempre, todo aquele sempre que temos por aí, os verbos, sujeitos e predicados estão à espera de nós, juntos no nosso agora. Vai comigo?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-5117980344428794515?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/5117980344428794515/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=5117980344428794515&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/5117980344428794515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/5117980344428794515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/08/ns.html' title='Nós'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-948196794825223904</id><published>2008-08-23T18:24:00.002-03:00</published><updated>2008-08-23T18:30:29.743-03:00</updated><title type='text'>.:vou escolher em qual mentira vou acreditar:.</title><content type='html'>Sim, caros amigos... começamos com letra de música hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensativa sobre as tais mentiras sociais, as mentiras pra não magoar as pessoas, as mentiras sem sentido, por compulsão, as mentiras pra simplificar um pique de tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adiantam?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li uma entrevista do Paulo Coelho - sim, meio mais ou menos meu tipo de leitura ultimamente - na qual ele falava que ninguém consegue ser 100% verdadeiro num só dia sequer. Acho que ele se refere ao fato de que uma vez humanos, somos movidos por tantas sensações que ora ou outra nos sentimos na obrigação de dar aquela mentidinha básica pra não prejudicar, ou como dizem os que se sentem absolutos, a tal "omissão, que não é mentira".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem... eu adoraria saber a opinião de um tanto de gente sobre qualquer tipo de mentira. Opiniões, apenas. Julgamentos não nos cabem, apesar de que todos acabamos por conjugar sentenças...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu mentiria novamente se registrasse que não minto, que não cometo o ato da omissão pra não magoar, mas cá entre nós... venho achando cada vez menos legal fazer os outros lidarem com a ilusão momentânea e a decepção fria e cortante das verdades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí? Comments?!?!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-948196794825223904?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/948196794825223904/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=948196794825223904&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/948196794825223904'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/948196794825223904'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/08/vou-escolher-em-qual-mentira-vou.html' title='.:vou escolher em qual mentira vou acreditar:.'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-6396106196520747326</id><published>2008-08-11T12:13:00.002-03:00</published><updated>2008-08-11T12:37:28.478-03:00</updated><title type='text'>::para meu pai::</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SKBb7uyHIOI/AAAAAAAAADA/dj6usjxztLY/s1600-h/DSC00899.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5233283848733139170" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SKBb7uyHIOI/AAAAAAAAADA/dj6usjxztLY/s400/DSC00899.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Com quase 30 a gente precisa reativar a memória pra determinadas coisas... mas lembranças de um pai como o meu não somem. Especialmente aquelas que ficam pra sempre, desde a infância até o começo das batalhas na vida adulta. Até porque o papel do pai muda tanto, e eu mudo tanto, que seria um atentado querer que tudo continuasse igual.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Lá em Bragança tem uma sorveteria deliciosa chamada Santa Rita. E a gente tinha uma Belina azul-calcinha, brilhante, onde meu pai colocava todos os sobrinhos, eu e minha irmã Luiza e seguia pra sorveteria todo domingo - final de semana na chácara dos avós maternos era lei. Na sorveteria, cada um escolhia o que queria, aquele exagero de sabores e coberturas, e então meu pai inventou o "troféu porquinho", obviamente pra quem se lambuzava mais. A Nina, prima querida, era considerada café-com-leite, pois se participasse sairia vencedora todas as vezes. Era uma delícia sentar na mesinha da Santa Rita, escutar as risadinhas do meu pai, de quem caçoa das pequenas coisas da vida. Era uma delícia enfrentar a fila da família pra lavar rosto, mãos, braços e vez por outra até os pés na pia baixinha da sorveteria, pra só depois voltar pro carro, que invariavelmente fervia de tão quente que é aquela terra.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Já em Poços, a lembrança que mais marca minha vida com este meu pai é a de passar milhares e milhares de vezes pela subidona da Igreja do São Benedito e ver aquela mão que passa toda a segurança do mundo apontar pro lugar onde depois de muitas horas e orações ele nascera. E continuar dizendo que na casa ao lado morava tal tia, tal avô, e todas as traquinagens que eles aprontavam em Poços. Inesquecível também são os carnavais mineiros, eu toda pequena e espevitada sentada ouvindo marchinha com a Goga, mulherão de boca grande e desbocada e achando o máximo ser uma criança que frequentava as altas rodas do grande carnaval Caldense. Vem daí minha aversão aos ritmos praticados hoje, e a imensa predileção por estar perto dos meus, dos nossos e com o que a gente gosta ao invés de atrás do trio elétrico... e ninguém por aqui morreu.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Meu pai toca violão que é uma beleza, e compõe músicas incríveis, e as canta quase com lágrimas nos olhos. E ele não cansa de falar como foi especial a primeira vez que nos olhamos, e isso me dá uma segurança e amor tão grandes de escutar que gostaria de gravar a voz dele repetindo pra quando eu ficar com medo - e eu fico muito, quase sempre. Meu pai deve ter orgulho de mim, que sou cheia de rolo, de tatuagens, de indefinições e características enroladas, bem ao contrário do que os pais esperam da filha mais velha - mas percebo nos olhinhos por traz dos óculos um brilho bonitinho quando estou chegando e ele fala: e aí, Maricotinha? - como se meu tamanho todo não significasse absolutamente nada, só importa o fato de ser filha.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ele ensinou a amar as irmãs de um jeito especial, que é como a gente devia amar todo mundo que convive intimamente. Mostrou como é que dá pra impor respeito sem gritar, apesar de eu não estar muito bem nesta lição. Deu colo por mais de dez dias seguidos quando as lágrimas ficaram fortes demais, meu turbilhão no meio do turbilhão da vida dele. Se ele erra? Ah, é humano, apesar de pai, né?!?! E ele acolhe o que eu fiz de melhor, que é a Clara-primeira-neta que só de onda nasceu no dia do aniversário dele, pra mostrar que nenhum presente é melhor que o nosso presente. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E o tempo vai passando, e eu reclamo direto pra ele, com ele e brigo, agradeço e choro, cobro um tanto de coisas e recebo tantas outras que não dá pra mensurar. Mas sabe... em todos os momentos da minha vida, naqueles pequenininhos que fazem toda a diferença, ele estava lá. Nos grandes também, mesmo que eu ache que seja difícil pra todos os pais encarar dificuldade e passos de filha gente grande. Sei que sempre vai estar. Por telefone, MSN, ao vivo de surpresa em casa ou nos jantares de olhares cúmplices, quase sem palavras, meu pai é meu pai, e por isso o melhor de todo o mundo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Te amo, gordinho!!!!!!!!!!!!!!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-6396106196520747326?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/6396106196520747326/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=6396106196520747326&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/6396106196520747326'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/6396106196520747326'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/08/para-o-meu-pai.html' title='::para meu pai::'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SKBb7uyHIOI/AAAAAAAAADA/dj6usjxztLY/s72-c/DSC00899.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-515021128673490138</id><published>2008-08-10T22:02:00.003-03:00</published><updated>2008-08-10T22:20:27.193-03:00</updated><title type='text'>::Pra alguém muito bobo::</title><content type='html'>É uma vez uma menininha linda, cheia de vontade própria e amassos pra distribuir. Ela abraça, beija e diz que ama com a mesma facilidade com  a qual reclama por estar atrasada em 11 minutos para a escola. Sim, 11 minutos, que ela é de uma precisão milimétrica, o que transoforma o mau humor matinal da mãe dela em risadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela está muito grande, muito linda, sem exagero, uma pintura em tons de cor de rosa bem clarinho, que é pra combinar com o nome. Ela é delicada e forte, tão cheia de extremos que não justificam a pouca idade. Faz piada, gosta de jogar tranca e ver desenho, e nunca, nunca dorme na hora certa, nem do jeito certo - ela rouba toda a coberta, expulsa da cama e vai batendo com a mão procurando mais travesseiros, como se os quatro que estão à disposição dela não bastassem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem paixão no cachorro branco e gigante, desengonçado e que late a valer, e chora vendo filme da Disney mesmo sabendo que aquilo não passa de ficção. Anda acreditando em lendas urbanas, umas tão bobocas e impossíveis, que a mãe não consegue explicar o que são sem rir um pique, e ela fica muito, mas muito brava e chora. É da mãe que ela pegou essa de chorar. Mas passa rápido, que tristeza grande ela ainda não aprendeu o que é. Mas um dia vai...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quem vai estar ao lado dela pra explicar que o mundo é assim, e que nem por isso é pra ela desistir ou querer mudar seus planos de purpurina? Quem é que tem a mão tão maior que a dela pra segurar e puxar pra frente, e o peito quente e cheio de amor pra acolher quando a dor ficar grande demais pra sair por aí? E pra compartilhar as vitórias do dia a dia, que são as que importam, as que marcam, e perceber que ela cresce muito rápido só pela barra da calça de tanto que convive?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, isso é um pouco do que você tem perdido. Muitas outras nuances estão sendo pintadas com a sua ausência - e sinto informar que não há dinheiro nem tempo extra que recupere conviver com uma filha que é mais que presente hoje e sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presente que você, por qualquer motivo que seja, não recebe agora.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-515021128673490138?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/515021128673490138/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=515021128673490138&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/515021128673490138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/515021128673490138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/08/pra-algum-muito-bobo.html' title='::Pra alguém muito bobo::'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-3937486592230827115</id><published>2008-08-01T14:10:00.005-03:00</published><updated>2008-08-01T14:32:37.377-03:00</updated><title type='text'>Isso vai, isso não...</title><content type='html'>...pra quem nunca fez, mudar de casa parece uma delícia. E é mesmo, desde que sua vida não esteja tão bagunçada quanto o local a ser deixado. E eu, que adoro uma metáfora, farei um paralelo com o que anda rolando por aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada gaveta que abro tem um monte de coisas que não via há tempos. São roupas incríveis, como aquela blusinha de lurex colorida com um laço maravilhoso que é a peça que eu mais queria ter na vida - e que não cabe mais na minha vida de hoje. Não, não engordei esse tanto, um pouco vá lá que com o tempo a gente aprende que tem, sim, que ter onde ser pêga de jeito. Não cabe pela postuta - é, eu tenho um pouco de postura, believe me - e guardar esta blusinha tão perfeita não vai fazer nada além de ocupar espaço que poderia estar desopilando ou deixando uma outra blusinha entrar... amo a idéia do novo, diga-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí tem o guarda-roupas da mamãe, cheio de pequenas preciosidades da vovó Élide, que se foi há tempos e deixou tanta coisa com qualidade que só se via naquela época, que chega a dar briga - mas é engraçado como eu gosto de coisas que só eu gosto, e acaba tudo pra mim. Foi assim com os óculos gigantes dos anos 20, que quando escolhido na pilha de quinquilharias foi motivo de chacota - e é hoje a inveja da mulherada de Aguirre. É meu, ok? Não empresto. nem vem. Voltando ao guarda-roupas da mamãe... encontrei um broche em formato de flor dourado, quase avermelhado, uma coisa tão preciosa quanto uma moeda de um centavo e me apeguei. Quero tanto, e todas as mulheres da casa (que não são poucas) questionam o que eu vou fazer com aquilo. Eu quero porquê me serve neste momento, de buscar coisas pontuais e pequenas do passado que não me foram dadas, e quero que façam parte agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De metáfora em metáfora, vou me reestruturando pra enfrentar o novo apartamento, cheio de espaço vazio pra gente completar com o que interessa, colocar no devido lugar o que é importante pra sempre e jogar fora, sem dó nem piedade, o que não nos serve mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mudança é sempre difícil, fica uma bagunça entre os dois extremos - o que deixamos e o que iremos. Mas estar presente e poder escolher o que vai e o que fica naquele momento da vida é um privilégio. Até que chegue a hora de mudar outra vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;((e não dá pra perder a melhor metáfora de todas: MUDAR DA CONSOLAÇÃO PRO PARAÍSO É PRA QUEM PODE!))&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-3937486592230827115?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/3937486592230827115/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=3937486592230827115&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/3937486592230827115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/3937486592230827115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/08/isso-vai-isso-no.html' title='Isso vai, isso não...'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-3636864220788377543</id><published>2008-07-06T14:31:00.004-03:00</published><updated>2008-07-07T00:51:47.721-03:00</updated><title type='text'>A vitimização das sensações.</title><content type='html'>Havia uma menina muito especial, era o que todos diziam. Teria ela a sorte de ser inteligente, expansiva, alegre e ao mesmo tempo fazer tudo o que lhe dava na cabeça sem que qualquer destas coisas trouxesse conseqüências. Havia uma esfera muito bonita, todos com nomes da família, razoavelmente bem estruturada e feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta menina fazia muito bem o que bem entendia, e desconheceu por muito tempo o sentido do limite. Não havia limites, e então ela explorava o mundo não somente ao seu redor, mas principalmente o imaginário. Quando não mais menina, já quase mulher, as opções acerca do desconhecido poderiam ter colocado sua vida seriamente em risco. Sem limites. Sem cuidados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve todo um investimento correto em torno dos estudos da menina/quase mulher, e orientações corretas sobre como cuidar de seu corpo, sua saúde e qual era a fórmula para o sucesso: trabalhar, ser independente e nunca, jamais, em circunstância alguma depender de quem quer que fosse para viver. Ainda assim, sem limites.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta garota procurou e testou seus próprios limites, e foi aprendendo entre perdas e muitos danos que existe, sim, necessidade de ter onde parar. Não somente pelos que a cercam, mas principalmente porque existem sérios fatos relacionados a não ter limites que a fariam sofrer tanto e por muito tempo depois de feito o que ela, no auge de sua habilidade em experimentar, teria escolhido por certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então a garota teve que tomar uma decisão importante. Importantíssima, de fato. Uma vida crescia em seu ventre, e foi então que ela se dispôs de corpo e alma a arrumar a casa interna de seu cérebro, de seu coração e de sua vida prática, para receber com equilíbrio aquela nova pessoa que era dela, sem dúvida alguma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas vá mudar hábitos e vícios antigos... é um processo dolorido, e tamanha a destreza da garota em se livrar dos limites e argumentar com os que têm o dever de cuidar que ela sempre escapou. Escapou dos outros, mas não de si mesma. E a cada ciclo completado, havia um incômodo imenso em estar assim, sempre no limite de não ter limites - e era mais do que preciso ensinar limites agora, então corre aprender. Com dor, muita dor, mas válido, ah, necessariamente válido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foram poucos os processos - testes de doenças esquisitas, comparações com quem seria semelhante, tentativas e erros, alguns acertos inclusive, terapia de todos os tipos e imersão em si mesma. Mas quando doía demais a garota e seus argumentos pulavam fora. Na verdade não pulava, simplesmente fazia aquela carinha que é pertinente a quem sabe convencer e se fazia de outra pessoa, "estou mudando", ela afirmava para quem quisesse ouvir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E de mudança em mudança ela se viu isolada em si mesma, e isso era de tanta importância que não haveria espaço senão aquela poltrona de couro para se descobrir errada, terrivelmente errada para consigo mesma, e refletir e fazer acontecer o milagre de se modificar aos poucos, mesmo que a dor fosse até maior do que as proporcionadas pelas outras formas de auto-mutação as quais ela se permitiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é que estivesse dando vazão aos problemas. A já mulher decidira que há muito o que fazer, de certo, mas que se nunca é tarde pra recomeçar, tarde não é para se descobrir aberta a reconhecer e trabalhar com seus próprios limites, mesmo que ainda não os conheça tão bem quanto gostaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acompanhada de um anjo de grandes olhos, acho que para cuidar dela sem perder o foco, se expôs de maneira agressiva e violenta, como se esta fosse a única forma de conseguir trabalhar com o que as dívidas lhe haviam proporcionado. Está funcionando. A mulher, pouco a pouco, de lágrima em lágrima, de revelação em revelação, de segredos compartilhados com confiança de amor, tem se tornado cada vez mais ela. Com seus limites e imperfeições, encontra-se em estado de reconhecimento: não precisa ser vítima de suas ações, nem de ações de quem ela ama de verdade, pra ter méritos e crescer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisa de limites.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-3636864220788377543?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/3636864220788377543/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=3636864220788377543&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/3636864220788377543'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/3636864220788377543'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/07/vitimizao-das-sensaes.html' title='A vitimização das sensações.'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-6933541278338557211</id><published>2008-07-05T13:19:00.003-03:00</published><updated>2008-07-05T13:27:23.085-03:00</updated><title type='text'>Sobre períodos ruins...</title><content type='html'>...aprendi que os períodos ruins são deveras necessários para crescer. Para um tanto de outras coisas também, mas principalmente para tudo o que é relacionado ao crescimento, e isso é, lá no final das contas, extremamente válido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sofrer por algo que machuca é natural, mesmo que se empenhe em estar feliz, estar bem, ter certeza quanto às escolhas - machuca, logo dói, logo é mais do que óbvio que faça sofrer. E chorar. E precisar de um tempo ou dois pra ficar imerso nesta tristeza até que a transformação ocorra por força bruta ou interna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque não dá mais pra ficar em casa debaixo do cobertor chorando e não identificando se é dia ou noite. Não existe mais a possibilidade de fugir da rotina massante pra procurar alegria em outra atividade, sentido efêmero se comparado ao prazer estável de keep on going.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nem dá mais pra evitar exibir o claro: estou triste, sim. Com um pouco de grandes coisas que foram e são importantes, preocupada com gente que amo e não está bem e com a lacuna gigante que se formou por aqui nos últimos tempos. Triste, no entanto confiante de que reconhecer - e aceitar - esta tristeza é melhor do que flanar sobre os acontecimentos pontuais e importantes que nortearam esta vida há pouco.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-6933541278338557211?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/6933541278338557211/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=6933541278338557211&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/6933541278338557211'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/6933541278338557211'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/07/sobre-perodos-ruins.html' title='Sobre períodos ruins...'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-4847998841882012502</id><published>2008-06-24T14:23:00.002-03:00</published><updated>2008-06-24T14:43:04.172-03:00</updated><title type='text'>Sobre as coisas impossíveis da vida...</title><content type='html'>...dizia meu amigo Freud:&lt;br /&gt;"- Há três coisas impossíveis: a psicanálise, a política e educar os filhos."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem sou eu pra discordar, mas pra discorrer acerca do terceiro item, ah, sei bem quem sou e adoro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Educar. Ô coisinha difícil. Pressupõe um tanto de coisas parecidas com conhecimento que fica difícil, quase impossível mesmo, saber quem está apto a fazê-lo. Nestes nove anos de educadora alheia (praticados com a Clarinha) e quase 29 tentando uma self-education digna, tenho muitas dúvidas do que é ou não necessário pra fazer dar certo. Até porque dar certo é um conceito um tanto quanto variável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentei comigo a teoria da experimentação, e lá pelos 16 achei meio perigoso me expor a determinadas situações e substâncias pra aprender sobre elas, e aprendi que observar as reações alheias, mesmo que vindas de pessoas completamente diferentes de mim, estava bom demais da conta. Ninguém merece entrar em coma alcoólico pra entender que não é legal nem faz bem. Isso pra pegar leve, vai que minhas irmãs menores decidam ler o blog...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a pequena grande razão do meu viver, experimentei muito mais. Protegida pela placa de culpa que parece vir atata aos pés do nenê quando você vira mãe, testei algumas maneiras de ensinar a viver. Na primeira vez, quase bati com a cabeça (a minha, no caso) na parede, de tão maluca. Achei que daria certo negociar qualquer coisa com uma criança de quase cinco anos (na época). Explicava, argumentava, enfim, dava opções enquanto ela pedia limites. Ok.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Limites. Eu sou a mãe. Eu mando? Não tanto, que ensinar a defender a própria opinião foi uma das coisas que a convivência deixou de herança pra ela. Mandar não foi, nem nunca será, a nossa solução. Converso, explico absurdos pra uma Clara de, agora, nove anos, mesmo que não faça o menor sentido. Algum dia vai fazer. Desde o óbvio "não coloca fogo na sua roupa porque vai te queimar" ao complexo pra qualquer pessoa "qualidade de tempo passado junto é melhor que quantidade, então pelo amor de Deus não reclama que eu trabalho muito", tenho abraçado e beijado muito pra me fazer entender, ou entendida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pegar nas mãos dela, sentir o calorzinho da respiração numa bronca, enxugar as lágrimas quando a gente não entende o porquê daquilo, mesmo tendo certeza de que não é pra fazer daquele jeito, pedir desculpas por não saber tudo mas deixar nítido que, hey, vida da minha vida, estou aqui pra você pra tudo, não tem problema que eu não entenda - eu tento aprender. Porque eu amo. E é óbvio, mas sempre tão claro, que esse tal de amor é uma base muito bacana pra qualquer relação. E o impossível pode ser menos dolorido, pelo menos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-4847998841882012502?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/4847998841882012502/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=4847998841882012502&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/4847998841882012502'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/4847998841882012502'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/06/sobre-as-coisas-impossveis-da-vida.html' title='Sobre as coisas impossíveis da vida...'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-5827950272924440119</id><published>2008-06-12T10:45:00.003-03:00</published><updated>2008-06-12T11:09:30.721-03:00</updated><title type='text'>::I LOVE TO LOVE::</title><content type='html'>Dia dos Namorados, melhor data do mundo ever... um dia pra refletir que todos nós viemos de algum tipo de namoro: planejado, de surpresa, inesperado ou friamente calculado... fato é que hoje o amor definitivamente está no ar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não existe a possibilidade de passar em branco, então o pessoal aqui da agência desenvolveu um software pra quem teme não ter palavras pra descrever, atestar ou até mesmo declarar seu amor por aquele alguém... vai lá: http://www.ocio2007.com.br    ...com conteúdo romântico desta que vos escreve!!! No mínimo, very funny!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, people... um viva para o amor! Dois vivas para quem ama, se ama e ama muito tudo isso!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;beijos estalados, esmagados e cheios de coraçãozinho, que eu também adoro =)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-5827950272924440119?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/5827950272924440119/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=5827950272924440119&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/5827950272924440119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/5827950272924440119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/06/yes-eu-amo-o-amor.html' title='::I LOVE TO LOVE::'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-7881992308929260746</id><published>2008-06-01T22:40:00.004-03:00</published><updated>2008-06-02T18:54:28.571-03:00</updated><title type='text'>It´s done, grandma</title><content type='html'>Meta auto-desenvolvida: cumprir alguns carmas nesta vida. Tudo bem, não que eu acredite que nós, os humanos, tenhamos total condição de saber efetivamente quais são os pontos relevantes que nos levarão ao descanso de uma encarnação menos árdua ou ao retiro da vida eterna ao lado do Pai - prepotência querer saber dos mistérios que envolvem todos os santos e orixás, quiçá o mistério maior da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, contudo, todavia... há alguns parâmetros que nos dão de presente na vida, as chamadas (por mim, pelo menos) responsabilidades adquiridas. Por aqui, não foram, nem são, em alguns casos, poucas as vezes em que teimo fazer determinada coisa porque "é importante, já que minha mãe fez isso por mim, meu pai aquilo outro, aquela amigona desistiu de algo e assim por diante..." e então considerar a troca justa. São atitudes norteadas pelo "pagamento não dolorido nem anti-ético (vingança, no caso) de algo muito bom que me foi feito". Adorando este meu dicionário de aspas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo prático é o de adotar as pessoas. Adoto desde sempre, adotada que sou. Cuido, me preocupo, amo incondicionalmente e tento ver o lado bom das coisas, uma Mãeriana, como diz a sábia Ica. Daí que de uns tempos pra cá andei pensando e analisando fria e calculistamente o que este carminha estava me causando... ai, que susto! Cuidando de todo e qualquer ser, animado e inanimado, alegre ou triste, que arme e efetue sensações até que... ups! Machucou. Machucou porque eu deixei. Deixei porque achava que estava fazendo um bem pra mim. E nem é por aí...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí que tem uma história muito linda, linda mesmo, e de verdade, nem é fantasiosa, olha só, de uma avó paterna que não queria adotar e que viveu uma paixão a primeira vista daquelas de encher os olhos de lágrimas involuntárias, e resolveu que o carma que daria pra neta seria ve-la casando antes de morrer, talvez para te-la protegida. Porém a neta tinha apenas nove anos quando lhe foi revelado tal segredo. E desde então, consciente ou subconscientemente vivia às avessas com o tal lance do casamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim sou eu, então vou mudar o sujeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre fui do estilo "livre, leve e solta", apesar de namoradeira de plantão. Prefiro um namorado na mão do que diversos peguetes, que é como as muderrrRnas vêm definindo o bando de garotos abatidos no mês. Acho que dá menos trabalho, e não menos importante, proporciona troca, que pra mim é uma base bacana de relação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estar casada com alguém significa, no entanto, abrir mão da opção nossa de cada dia, dentre taaaaaaaaaaaaaaaaaantas outras coisas, boas e ruins, maravilhosas e excepcionais da relação a dois. E isso sempre me pareceu "algema" demais da conta. Daí veio o príncipe no cavalo branco, casei na igreja do Divino com o vestido usado há 40 anos pela sogra, com buquê de pimenta e festa até o sol raiar, só pra família que chorava de emoção por estar realizando o desejo da avó paterna que não queria morrer antes de me ver casar. Com certeza ela viu, me diz a tia Clélia que sabe de muito, e senti de verdade que ela estava a me olhar, seus olhos embargados e sorriso maroto, enquanto o padre falava e eu não entendia nada, absorta na idéia de que sim, eba, estava cumprir uma meta das mais importantes, não apenas por ser um sonho dela, da família, mas principalmente por ter escolhido a felicidade ao lado daquele. Foi bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi muito bom enquanto durou, pieguice à parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora me concentro em  viver o novo, minhas descobertas, minhas  sensações de quero mais da vida, de juntar dinheiro/energia/realização pro futuro, me apegar ao presente e entender que o passado pode ser uma memória muito linda, mas que não necessariamente precisa ditar o que vai ser o meu dia a dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It´s done, grandma. Hope you´re proud.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-7881992308929260746?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/7881992308929260746/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=7881992308929260746&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/7881992308929260746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/7881992308929260746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/06/its-done-grandma.html' title='It´s done, grandma'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-4270484759028751681</id><published>2008-05-28T07:05:00.001-03:00</published><updated>2008-05-28T07:12:45.800-03:00</updated><title type='text'>::SÃO DEMAIS OS PERIGOS DESTA VIDA::</title><content type='html'>(Toquinho e Vinícius de Moraes)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São demais os perigos desta vida pra quem tem paixão&lt;br /&gt;Principalmente quando uma lua chega de repente&lt;br /&gt;E se deixa no céu, como esquecida&lt;br /&gt;E se ao luar que atua desvairado&lt;br /&gt;Vem se unir uma música qualquer&lt;br /&gt;Aí então é preciso ter cuidado&lt;br /&gt;Porque deve andar perto uma mulher&lt;br /&gt;Deve andar perto uma mulher que é feita&lt;br /&gt;De música, luar e sentimento&lt;br /&gt;E que a vida não quer de tão perfeita&lt;br /&gt;Uma mulher que é como a própria lua:&lt;br /&gt;Tão linda que só espalha sofrimento&lt;br /&gt;Tão cheia de pudor que vive nua&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-4270484759028751681?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/4270484759028751681/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=4270484759028751681&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/4270484759028751681'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/4270484759028751681'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/05/so-demais-os-perigos-desta-vida.html' title='::SÃO DEMAIS OS PERIGOS DESTA VIDA::'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-5910118608826991104</id><published>2008-05-21T12:09:00.004-03:00</published><updated>2008-05-21T12:47:04.230-03:00</updated><title type='text'>Mariana e a antítese.</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: green;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Aprendi o que é antítese no dicionário de sinônimos, hoje mesmo. Sentada, procurei rapidamente a palavra que vinha definindo minha vida há algum tempo. Encontrei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contradição. É, um bom sinônimo pra "lutar por amor".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que já escrevi sobre isso, mas, de qualquer forma, vale o registro pela experiência recente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escuto por aí que crises fazem parte de qualquer relação, e concordo que ceder é algo inerente à vida compartilhada. Acho que as tais crises são momentos de optar por ceder pouco, tudo ou nada, e quem sabe até de testar até onde a crise do outro chega, pra ver se posso sair ganhando mesmo sem realizar a tão mal falada DR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfrentei um tanto assim de crises. Dos mais variados tipos. Na escola, pintava uma dificuldade e lá estavam todos os argumentos necessários pra que meus pais aceitassem a nova escolha, o que resultou em um monte de gente querida adquirida nas salas de aula, e de fato não prejudicou o vestibular. A gravidez aos dezoito, logo transformada em meta pra vida toda, uma relação em eterna crise, pois nos transformamos juntas, cada uma na sua, mas com muita coisa &lt;st1:personname productid="em comum. Com" st="on"&gt;em comum. Com&lt;/st1:PersonName&gt; meus pais, as crises de amor e ódio, compreensão e rejeição, tudo tão extremo que o meio termo chegou há pouco, assim como com as irmãs, especialmente a peculiar Luizinha (não vivo sem, não dá mais). Agregados e chegados, próximos ou não, todos tiveram momentos de crise na minha vida: alguns foram simplesmente deixados de lado, outros inseridos no coração tão cravados que nem furacão tira. Sempre sensações extremas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que fica de relevante pra mim é que por mais crises que tenha passado, optei por viver aquele momento em relação às conquistas, mesmo que de espaço físico, e não do momento da "luta por...".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que aparece um reflexo de pensamento em forma de divã, e me obrigo a perceber que lutei muito, sofri, me machuquei, mesmo que em forma de corações, cobras e flores espalhadas pelo corpo pra deixar o registro bem visível e não esquecer o que foi que aconteceu. E então eu me deparo, desta vez por procura e cheia de vontade própria, com a palavra antítese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que lutar pelo que quero é justo, digno, necessário - quando a gente luta e aprende a usar as "armas" certas, então, dá um prazer enorme, mesmo quando perde, porque o foco não fica na conquista do que queria, mas nos meios para conseguir. E o aprendizado fica, mesmo que apareça um pique (ou muito) depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas tem um tipo de luta que, pra mim, é considerado uma antítese das maiores: lutar por amor. Olha, posso não entender de amor, desconfio que existam tantos e mais tantos tipos de amor que é difícil entender (ou reconhecer) esta sensação boa e fiel, amigável, de cuidados e que acolhe, além de provocar calafrios, uma paixão intensa e tensa, que fica cada vez melhor por não ser frívola como a paixonite, que, diga-se, tem lá seus encantos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me conformo em lutar por amor.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Simplesmente acho que todo mundo, sem exceção, deveria desfrutar do amor enquanto ele durar, posto que é chama, como dizia o poeta, e se despedir dele deixando uma cadeira cativa no coração, com lembranças do que foi bom, feliz, incrível, prazeroso, gostoso, e aprendizado do que foi ruim, errado, magoou ou deixou bravo. E ponto. Mas parece utópico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada vez mais vejo que insitem para que eu lute por amor, que chegue até a última gota de admiração pelo outro pra poder dizer que sim, acabou de vez, não há mais nada a fazer, estou esgotada. Pra que? Pra tão somente ter as sensações doloridas da perda do amor? Não entendo... Não acho justo com qualquer pessoa que tenha sido amada, ou que tenha amado, que se resuma a calafrios e lágrimas de desilusão. Prefiro, pois, optar por aproveitar o que há de bom e me despedir do amor enquanto ele ainda está lá, mesmo que vestido com outra roupa, mesmo que com outro nome, provocando outras sensações. Mesmo que ninguém entenda, aceite, e continue "torcendo pra dar certo", quem convive com a minha cabeça, meus fantasmas, aflições, aspirações, sonhos e medos sou eu, não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então relaxo, entendo que muito do que pensam sobre minhas escolhas é fruto de imagem passada pelo meu próprio espelho e resolvo aceitar. E expor o que realmente sou, do jeito que efetivamente quero que as coisas sejam pra mim. Simples e felizes. Inclusive quando acabam.&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: green;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-5910118608826991104?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/5910118608826991104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=5910118608826991104&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/5910118608826991104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/5910118608826991104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/05/mariana-e-anttese.html' title='Mariana e a antítese.'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-422335879137418014</id><published>2008-03-09T20:44:00.002-03:00</published><updated>2008-04-24T18:50:52.422-03:00</updated><title type='text'>Quem tem mãe...</title><content type='html'>&lt;span xmlns=""&gt;&lt;p&gt;"Não se faz uma omelete sem quebrar ovos" – e então chega uma certa idade que não há como negar as palavras da mãe.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Configura tudo a totalidade de coisas que achamos ter adquirido de mais importante ao longo da jornada, tenha ela 25, 21, 8 ou quase trinta, e então tudo pára. Tudo pára. Frase de impacto, analisando que a pessoa que vos escreve é de certo intensa. Tudo pára é uma situação muito punk, difícil de descrever, mas façamos metáforas, tão adoradas figuras de linguagem. O marinheiro traça uma rota, um plano de navegação na carta e analisa possíveis frentes frias, maremotos, rochas no caminho e, quem sabe, icebergs. Tendo o caminho em mãos, analisa quem seriam grandes companheiros pra esta viagem, de acordo com aptidões necessárias aos homens ao mar: aquele que cozinha bem, o que é analítico, o poeta, o notívago por natureza e, quiçá, alguém que toque violão. Se despede no porto, levanta âncoras e parte – com uma meta a ser cumprida.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eis que no primeiro terço da meta, o cozinheiro se revela um grande barman, o músico um poeta de primeira, e o notívago é, na verdade, alguém que sofre de insônia que acalmara com o balanço das ondas. O marinheiro, então, faz uma nova análise e conclui que dá pra finalizar. Sempre dá, porquê é aquilo que ele quer, muito, e com tanta vontade, que não existe "vou parar por aqui, obrigada, tchau", nem que as escolhas ao seu redor não fossem deveras acertivas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O tal marinheiro, então, cumpre o segundo terço do caminho, e então os marujos se dizem cansados da vida no mar. Falta tempero, paradas estratégicas, o sol já queimou mais que suas faces extremamente rosadas. E o capitão do navio, again and again, torna a modificar o olhar por sobre as coisas e decide abrir mão da maneira severa como vem conduzindo o navio e as funções de sua tripulação, e decide dar a todos eles, inclusive a si mesmo, uma nova chance de se reconhecerem em funções aleatórias, para que explorem o que existe de apaixonante e apaixonável em si mesmos. Dá uma chance ao caminho.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E no último trecho a ser cumprido, fica uma lacuna enorme pra ser preenchida com esta habilidade de se permitir mudar, de haver um motim interno, de jogar as determinações exteriores ao mar e buscar o que há de melhor na terra, que são as raízes daquilo que te faz realmente feliz.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E sorrir ao encontrar a face alva da pequena Clara dormindo, mesmo que passe das duas da manhã. Sentir um arrepio frio e quente ao pensar em coisas simples e felizes, e notar que aquele é diferente dos outros arrepios por que é o de hoje. Escolher dar muitos passos pra trás só porquê o Pequeno Príncipe disse que "quando se anda sempre pra frente não se chega a lugar algum". E, finalmente, mais do que finalmente, colocar algumas batatas, cenouras, muita cebola, sal e um pouco de todos os tipos de pimenta na omelete, que vai ser deliciosa de saborear quando passar a dor de ver as cascas dos ovos estilhaçadas, mesmo tão perfeitas em sua proteção ao conteúdo óbvio.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por aqui, não trabalhamos com o óbvio.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-422335879137418014?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/422335879137418014/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=422335879137418014&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/422335879137418014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/422335879137418014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/03/quem-tem-me.html' title='Quem tem mãe...'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-4207577586766877758</id><published>2008-01-17T13:42:00.000-02:00</published><updated>2008-01-17T13:58:41.587-02:00</updated><title type='text'>Fábula para guerreiro perdido ou conversa pra boi dormir</title><content type='html'>Formigas na pele, e o guerreiro segue pela floresta negra de seus sonhos. A realidade que o rapaz enfrenta, do alto de seus 37 anos, é menos dura do que seu descansar, quando repousa sobre uma pedra qualquer em busca de energias e recarga para o dia seguinte. Este guerreiro já não é o menino que saira de casa dez anos atrás para lutar por algum ideal ou mundo melhor, o pobre esqueceu do que se trata toda e qualquer batalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sofrido, a pele esgarçada, o cabelo diferente inclusive na textura, a voz sempre embargada, embora não exista ninguém com quem possa falar. Apesar de querer, ele não pode, pois está sozinho - seu grupo o deixou pra trás, prevendo a máxima dos guerreiros de que se um homem enfraquece o grupo, é melhor não fazer parte dele. Sob o critério de mudança de planos, os outros homens, de aproximadamente 37 anos também, barbas estranhas, com nós e piolhos, caminharam até uma nascente próxima, e o mandaram catar amoras para o jantar. Todos caminharam nascente abaixo, para despistar. O abismo da cachoeira os pegou de surpresa, pois estavam focados em fugir do guerreiro enfraquecido - não tomaram o cuidado de ver onde pisavam e cairam, todos. Dos doze, apenas dois sobreviveram, embora estivessem tão arrependidos que estar morto teria sido a escolha mais certeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem guerreiro solitário caminha, então, de volta com as amoras, e estranha o fato de estar sozinho. Não há sinal de batalha em qualquer lugar, então não houve luta, e então, mais então ainda, onde é que estão os companheiros? Ora, pois fora colher as amoras pro agrado e jantar de todos, e quando volta já não estão lá? Nesta situação decide sentar e relembrar o que fizera sair do aconchego seguro e partir para a mata fechada e escura, há longos quase dez anos... não encontra em sua mente resposta alguma, e procur em seu coração, onde já não há resto de sangue quente para caracterizar coração e chora. Acredita que uma gota d'água saída pelos olhos possa mostrar a verdade, mas também não há nada, chora com a face velha, com os cabelos fétidos e não encontra absolutamente nada que seja ele. Ao passar as mãos pelo rosto, enfim depara-se com algo que possa ser verdade: as unhas que antes seriam enfeites, hoje são garras e a palma da mão, que oferecia carinho, acolhimento e manutenção tornou-se coberta de ódio, rancor e mágoa. Decide caminhar, com os pés que já não são seus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meio da busca pelo que foi buscar, encontra um fragmento de espelho. Lá está o registro triste do que foi. O olhar iluminado pelo reflexo da folhagem escancara a dor deste homem de 37 anos, se ele tiver mesmo esta idade, pois aparenta muito mais, a encarar a busca mais porosa de toda sua existência. A própria existência estava questionar se existia, e onde existia, e então o guerreiro sentou, e não mais pensou. Rasgou os restos de pano que lhe cobriam o corpo, e as pernas grossas, e encolheu-se tão fortemente que a explosão de seu corpo foi ouvida até onde o ar pode alcançar e refletiu nas paredes das montanhas rochosas e voltou em forma de grito. Um urro alto, cheio de covardia, e um pedido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi tudo tão rápido que até hoje ninguém sabe explicar o que aconteceu com o pobre grande guerreiro, que deixou seus pais, sua esposa e filhos para entrar na mata e ser abandonado por seus companheiros até explodir ao tentar encontrar qual era a verdadeira razão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-4207577586766877758?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/4207577586766877758/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=4207577586766877758&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/4207577586766877758'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/4207577586766877758'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2008/01/fbula-para-guerreiro-perdido-ou.html' title='Fábula para guerreiro perdido ou conversa pra boi dormir'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-3564679650125065062</id><published>2007-12-01T12:24:00.000-02:00</published><updated>2007-12-07T14:41:03.689-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Sorte pode ser chamada de batalha por aqui. Os momentos de colheita já não doem mais e acontecimentos-surpresa assemelham-se tanto a merecimento... e entendo que olhar pro que passou não dói mais, e quando processo a informação o mundo gira na velocidade certa, proporciona compreensão e acolhimento interno, sensações esquecidas. Sem nostalgia, sem "mas" ou "se" complicando a vida, apenas observações sobre o que foi e o que realmente é. Olhar aquelas fotos não machuca mais, provoca sorrisos de certeza,: tudo passa, e o filtro deve separar aquilo que foi bom, tão bom, que imagem nenhuma faz aparecer.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A proximidade com o final do ano e as análises bereves, corrompidas por uma mente um tanto quanto cansada, chegam a ser alegres. Alegria esta a qual vinha procurando como agulha no palheiro, e estavam tão perto que só pude enxerga-las quando dei um passo atrás. Extremamente necessário.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O amor me chama. Aquele.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Até o ano que vem!&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-3564679650125065062?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/3564679650125065062/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=3564679650125065062&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/3564679650125065062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/3564679650125065062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2007/12/sorte-pode-ser-chamada-de-batalha-por.html' title=''/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-843956487008205326</id><published>2007-11-24T01:07:00.000-02:00</published><updated>2007-11-24T01:27:39.944-02:00</updated><title type='text'>Pode parecer cedo...</title><content type='html'>...mas eu tenho que perceber a real importância das coisas. E das pessoas. E, principalmente, das escolhas que fiz - e reitero a cada dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Priorizar meus amores próximos. Quem mais teria a sorte de ter tanto amor numa pessoa com menos de um metro e meio? Se bem que ela está quase me alcançando, a pequena gigante. E quem, ai, ai, ai, titia, quem poderia encontrar o amor mais companheiro num posto de gasolina? E, bem naquele momento, como em todos, aliás, estar cercada pelas pessoas certas? Defina certa... certa é aquela pessoa que te ama com dignidade, e te ajuda a preservar este valor tão bacana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é... telefonema de tia brava (que turca é muito brava, tanto quanto amorosa, pode acreditar!), resolve a vida, santo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passar a borracha já foi a bola da vez, mas hoje é tempo de encarar. Colocar os pingos nos is, isso dói, sabia? Mas eu vou... já estou... olho de coala, quem conhece, conhece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tá difícil diminuir, mudar o ritmo, mas eu sei que vou te amar, por toda a minha vida... mas tá ruim assim, faz tempo que tá ruim, viu? Tem muito fogo no meu palheiro e eu quero a calmaria que cabe em mim, e olha que nem é tanta, porquê calma e eu somos dissonantes, tá bem? Me entende, me aceita deste jeito, é assim que eu sou, que eu preciso ser, pra entender onde é que decidi abaixar a cabeça pra exaltação da felicidade da minha risada, e eu não quero mais isso. Eu sequer posso isso, por tudo... por todos estes que estão aqui e se alegram com a minha alegria, e fazem de tudo pra me ver alegre, e eu fico só choramingando... não dá, chega de rolo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas apaixonada... tão apaixonada pelo trabalho, pelo envolvimento nos projetos, pela realização mesmo quando a coisa toda não dá certo, só de ter estado de cabeça naquilo, já me satisfaz. Apaixonada pelo que tenho diariamente, que é uma pequena engraçada, questionadora e linda, amorosa que só ela, e brava - turquinha, fazer o que? - e um magrelo que me chama de Mu, vê se pode, e estas tias lindas, e intensas, que são minha família tatuada no pé direito. E a saudade da peculiar Nassif, que me ensina o quanto posso e consigo ser paciente com as coisas, como por exemplo o tempo todo que ela está fora e como posso e consigo me realizar em um só minuto ao encontra-la no aeroporto depois de horas de atraso. Apaixonada pela minha mãe, que é uma mãe fofa, querida, e a figura mais engraçada que existe, dançando no meio da sala ou deitando junto pra dar colo e adormecendo, soltando uns roncos de assutar, mas que me fazem rir tanto que entendo as sutilezas desta vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apaixonada pelas minhas escolhas, que são tão nossas hoje em dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lista de ano novo eu prometi fazer com a Clara, aguardando disponibilidade na agenda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-843956487008205326?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/843956487008205326/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=843956487008205326&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/843956487008205326'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/843956487008205326'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2007/11/pode-parecer-cedo.html' title='Pode parecer cedo...'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-8246972825170830089</id><published>2007-11-11T22:33:00.000-02:00</published><updated>2007-11-11T23:19:27.402-02:00</updated><title type='text'>Saga / Complexo de Édipo I</title><content type='html'>Era uma vez um menino e uma menina. Não eram de fato crianças, mas a pureza de sua relação me faz cometer a ousadia de chamá-los de meninos. Eram melhores amigos, confidentes, íntimos em suas  jornadas diárias, embora cada qual vivesse uma das chamadas fases da vida. O olhar, desde sempre, fora o farol a iluminar esta relação, uma vez que o amor em sua mais bela forma brotou nos dois quando se olharam pela primeira vez - história esta que ela ouviu dele desde que se conhece por gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis que o olhar muda. A situação em torno dos dois muda. E, apesar das promessas e das premissas, um óculos de fogo é colocado entre eles. Mas como, pergunta ela, como pode este olhar mudar, se nossas condições estavam mais do que determinadas E ele, tomado pelo fogo que lhe sobe às entranhas, não sabia mais reconhecer as respostas simples e verdadeiras daquele amor. Optaram por criar figuras, um do outro, e até mesmo de alguns que os cercam - ou cercavam - para, então, protegerem-se de si mesmos. De fato, este tipo de amor dói.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haveriam eles ignorado as fases naturais do crescimento e se perdido nas fábulas do perfeito e irretocável? Ou foi só ela, a esperar pela proteção espontânea, que não pontuou onde, quando e como deveria - ou poderia - ser que aquelas mudanças todas se infiltrassem em sua vida? Ou foi ele que, cegado pelo fogo em seu entorno, que deixou as muralhas baixas, ao invés de resguardar seu passado contra as chamas do novo? Ou, ainda, os dois cometeram estes e mais erros que hoje fica difícil checar e pontuar, finalmente, as reticências que os moveram durante oito ou dez anos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta fábula não termina aqui, sequer está começando... a única certeza que posso passar, como expectadora privilegiada desta saga, é que a menina tem construído pontes no lago que a cerca, nas quais só pisa quem quiser efetivamente entrar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-8246972825170830089?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/8246972825170830089/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=8246972825170830089&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/8246972825170830089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/8246972825170830089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2007/11/saga-complexo-de-dipo-i.html' title='Saga / Complexo de Édipo I'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-5255417201714282453</id><published>2007-10-31T11:03:00.000-02:00</published><updated>2007-10-31T11:18:26.413-02:00</updated><title type='text'>questões</title><content type='html'>Será que sou quem vai pra perto e se sente longe de tudo o que é compartilhado e vivido? E preciso estar só por alguns segundos no meu dia atribulado para processar informações. Será que serei aquela que lutou bravamente contra preconceitos, à favor dos seus sonhos, e ainda assim viveu intensamente a realidade ora violenta de não se violentar? Me violentei... sim, é verdade, e inúmeras vezes, não foram poucas as situações nas quais me coloquei em busca dos limites de minhas limitações. Explorar os sentidos, testar e me testar, motivos bestas pra quem vive de paixão. Tudo machuca. Drama. Mas o questionamento continua, e será que serei eu a reconhecida pelo esforço em ensinar, amar e cuidar? Aliás, será que este reconhecimento me é tão importante que faz sentir o sentido da resiliência? Quando e como, e ainda onde será que aparecerão minhas referências, que atestam meu DNA de mundana, cidadã livre no mundo e presa a tudo que a cerca? Por que encontrarei com estas características em determinado ponto da estrada, e não no ponto exato para que seja compreendido, e que se realizem em mim os questionamentos da movimentação que muda, ou estabelece, e será, santo, será que saberei o que fazer? Será que ao perguntar e pedir serei vista como quem não sabe, como uma mera curiosa, ou como interessada? Quem sabe qual é a herança que deixo a cada passo, cada entrada complexa de ar e também ao expirar? O que existe de individual no meu andar, no meu modo, no meu olhar? Quem se importa? E será que no trabalho diário da rotina desgastada pelos poucos anos encontrarei respostas para todas estas questões? E assim, então, será que serei feliz?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-5255417201714282453?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/5255417201714282453/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=5255417201714282453&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/5255417201714282453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/5255417201714282453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2007/10/questes.html' title='questões'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-1178768971321634166</id><published>2007-10-12T16:13:00.000-03:00</published><updated>2007-10-12T16:25:41.712-03:00</updated><title type='text'>Dia das Crianças</title><content type='html'>Dia das crianças... que delícia, eba!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordo confusa, com a Clarinha perguntand um batalhão de coisas que não entendo. Processos. Mamãe só acorda depois de tomar um balde de café preto. Válido. Extremamente válido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clara quer passar o dia das crianças com a amiga Luiza, que é da antiga escola, então os encontros têm que ser freqüentes pra que uma não se perca da outra, sabe? "- Mas, querida, quero passar o dia com você. Iremos ao boliche, ou ao parque andar de bicicleta, como combinamos, que tal?". Desavisada. Mãe desavisada...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"- É que, mãe... dia das CRIANÇAS!!! Cri-an-ças, entende? Não é dia dos pais, ou das mães, nem dia da família... hoje é dia de ficar com outras crianças, e nenhum dos meus irmãos veio pra cá, então eu saio com a Luiza hoje, e amanhã a gente vai no boliche, tá?". Falei?!?! Mãe desavisada sofre disto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá foi ela, depois de almoçar o prato "mais colorido do mundo": beterraba, pepino, mini-ovinho (de cordona, mas é tão mais bonitinho ser mini-ovinho!), tomates e um pique de arroz e feijão, e devorar uma manga até o caroço de sobremesa. Come bem, muito bem, a menina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei em casa, procurando coisas "de criança" pra fazer. E, eureca!, no meio dos meus e-mails, estava a indicação pro blog de duas crianças tão amadas, as que são objeto constante de saudade, tanta saudade que dói. Dá, pelo menos, pra procurar as duas na internet, que moderno. Ah, é um tipo de relação, vamos pensar assim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao checar o blog de cada menininha, percebo um tanto de cor, um tanto de emoções escritas com o jeitinho de cada escritora, e choro. Não dá pra fazer mais nada. Colocar em lágrimas a saudade das pequenas princesas é, de fato, um jeito de me aproximar delas, dá pra entender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, o melhor que posso fazer neste dia das crianças, já que não tenho quintal, nem mangueira pra tomar banho com shampoo e tudo, mas tenho as duas em lugar cativo do coração, é colocar aqui o endereço dos blogs das minhas lindas, a Beatriz e a Dora, amores grandes num mundo tão pequeno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, pra completar, e deixar a nostalgia dos tempos que os rolos eram feitos numa mesa lotada de meninas e mulheres em qualquer restaurante, vale a dica: a noite, meu caro, também é uma criança!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog da Beatriz:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://beatriznassif.blog.uol.com.br/"&gt;http://beatriznassif.blog.uol.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog da Dora:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://doranassif.blog.uol.com.br/"&gt;http://doranassif.blog.uol.com.br/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-1178768971321634166?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/1178768971321634166/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=1178768971321634166&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/1178768971321634166'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/1178768971321634166'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2007/10/dia-das-crianas.html' title='Dia das Crianças'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-7359292026017868962</id><published>2007-10-07T17:05:00.000-03:00</published><updated>2007-10-07T17:13:56.593-03:00</updated><title type='text'>Procurar</title><content type='html'>Procuro em letras na web, em traços íntimos, em locais onde ninguém entra - só porquê eu não deixo. Procuro. Observo os nós aumentarem, as questões se dissolvem em lágrimas secas, por não mais existir em mim a razão desta busca. Procuro por hábito, ou por castigo, o que seria desta relação há tanto perdida, embora tenha deixado lembranças passadas de riso e caixinha de música com corda e bailarina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cena de uma cobrança que não tem validade vira verdade uma geração abaixo. Pena não haver, perante a lei, obrigatoriedade em mater as relações num nível médio de "delícia", para todos os entes queridos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procuro e encontro, então. Alguém que recebe respostas de apoio, mas não as busca, escuta propostas de ajuda e não assina. Manter os pratos da continuidade girando sobre as hastes fica mais difícil quando o terreno está arenoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ai, ai&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-7359292026017868962?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/7359292026017868962/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=7359292026017868962&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/7359292026017868962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/7359292026017868962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2007/10/procurar.html' title='Procurar'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-6812854585850135828</id><published>2007-09-09T16:20:00.000-03:00</published><updated>2007-09-09T16:28:43.249-03:00</updated><title type='text'>mágoa</title><content type='html'>Já se sentiu magoado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, não triste... magoado mesmo... que tristeza é na pele, pode até furar, deixar um pique de cicatriz, mas eu acho que mágoa é um trocinho que a gente lembra mesmo quando está sentada num campo lindo, verdinho, com florzinha ou na praia com o pôr-do-sol ou comendo batata frita e vendo TV, na maior bobeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mágoa é palavra forte quando falada, pensa só como é quando sentida...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...e a mágoa não deixa a gente comer, parece que a comida tropeça nela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E há outra coisa sobre a mágoa: ela é tão pessoal e intransferível que nem sai na lágrima. Coisa chata...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-6812854585850135828?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/6812854585850135828/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=6812854585850135828&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/6812854585850135828'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/6812854585850135828'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2007/09/mgoa.html' title='mágoa'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-1384396893996187772</id><published>2007-08-13T19:36:00.000-03:00</published><updated>2007-08-13T21:02:07.018-03:00</updated><title type='text'>que todo ponto venha acompanhado de mais dois. ..</title><content type='html'>Filha amada,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É porquê eu sou tempestade e você é raio que escolhi escrever. O que não retira a importância das palavras, só reforça o quanto eu quero que você as assimile, as entenda e coloque em prática na sua vida, daqui pra frente e pra sempre, o que a mamãe vai tentar dizer. Pode ser que hoje eu não consiga, ou que você não possa entender, mas a gente melhora sempre, e um dia acontece de ficar tudo muito simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe quando a mamãe briga com você por que você fica brava pela dificuldade do seu objetivo no WAR? Então, nós duas estamos erradas. Eu estou errada por brigar com você como uma boba e gritona, quando seria mais fácil e correto te dizer tantas vezes quantas forem preciso que jogar, aprender, rir com quem joga com você é muito, mas muito mais importante e gostoso do que ganhar. Ganhar é uma conseqüência tão individual que não vale tanto a pena quanto parece. E ao mesmo tempo me sinto tola por brigar com você só porquê você está se expressando, seja num chororô danado, seja com sua braveza tão linda e peculiar pra uma menininha. Você está errada por se cobrar tanto esta perfeição de ganhar sempre, de tirar as melhores notas sempre, de estar perfeita sempre - e sofrer com isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filha, meu amor. Você é perfeita do jeitinho que você é. Se é muito importante pra você ganhar, tirar notas ótimas, estar perfeita, faça com que isso seja feliz pra você. Não sofra, meu bem, por ser você. Aproveite. Divirta-se por ser feliz, por ser a Clara, com todas as coisinhas que a Clara tem. Aprenda sempre, com tudo, mas nunca, nunca, nunca deixe que o caminho pra chegar até onde você quer seja dolorido demais – porquê quando você chegar lá, não vai ser legal. O mais bacana de tudo, acredite, é chegar onde a gente quer e lembrar com carinho de tudo o que passou até o ponto final. Pra depois não ter medo dos outros dois pontos que acompanham o ponto final, que são as reticências... Estas, entretanto, nos levam a outros caminhos, uns que escolhemos e outros que somos colocados pra viver – e sempre há um outro ponto final e depois dele mais dois pontos. ..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gente comete erros. Sempre. E todo mundo olha mais pros erros que pros acertos, inclusive a mamãe, que bobinha! Mas sabe quando isso muda? Quando todos os olhos se voltam pro amor. E quando eu vejo o amor em você, eu nem percebo o quanto seu quarto está bagunçado. Nem percebo que você não tomou banho, ou que briga comigo quando eu peço pela milésima vez pra ir tomar e você diz que vai daqui cinco minutinhos. Então, amor, vamos combinar uma coisa? Vamos nos olhar com amor? Vamos olhar a todos os que convivem conosco com amor? Olhar as dificuldades com amor, e perceber que a gente, junto com o amor, pode passar por elas da melhor maneira possível? Vamos olhar nossos erros com amor, e depois de aprender que erramos, nos perdoar, pra então errar em coisas diferentes – e acertar em tantas outras?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me comprometo com você a fazer isso todos os dias, daqui pra frente. É um compromisso difícil, visto que a vida real, o mundo aqui fora, as pessoas em geral não pensam, e sequer agem, desta maneira. Mas difícil por difícil, prefiro me comprometer com algo que faz sentido pra mim. E o amor faz todo o sentido. Ainda mais quando é sentido com você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu te amo, minha vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-1384396893996187772?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/1384396893996187772/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=1384396893996187772&amp;isPopup=true' title='25 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/1384396893996187772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/1384396893996187772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2007/08/que-todo-ponto-venha-acompanhado-de.html' title='que todo ponto venha acompanhado de mais dois. ..'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>25</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-7209967854669523558</id><published>2007-08-03T19:45:00.000-03:00</published><updated>2007-08-03T19:55:43.465-03:00</updated><title type='text'>6 motivos para considerar o melhor lugar da festa: os bastidores!!!!</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/RrOwzpNRviI/AAAAAAAAAAU/2shJVwUPqt8/s1600-h/Mobjam[1].jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5094610004767522338" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/RrOwzpNRviI/AAAAAAAAAAU/2shJVwUPqt8/s320/Mobjam%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;1 - é onde se encontram as entrelinhas dos eventos públicos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;2 - o coração também fica escondidinho ali, pra não se mostrar demais, e provocar maiores sensações.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;3 - provar os petiscos quentes e frescos é sempre melhor.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;4 - bebidas geladas e ainda com bolinhas? só por lá.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;5 - é o lugar secreto de onde sai tudo o que os espectadores enxergam.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;6 - tem a gente sempre por lá!&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;((na foto, bastidores do Nokia Trends MobJam: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;PV, morango com cara de morango e amo-muito-da-minha-vida))&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-7209967854669523558?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/7209967854669523558/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=7209967854669523558&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/7209967854669523558'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/7209967854669523558'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2007/08/6-motivos-para-considerar-os-bastidores.html' title='6 motivos para considerar o melhor lugar da festa: os bastidores!!!!'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/RrOwzpNRviI/AAAAAAAAAAU/2shJVwUPqt8/s72-c/Mobjam%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-5919188468136625425</id><published>2007-08-03T15:34:00.000-03:00</published><updated>2007-08-03T15:41:27.073-03:00</updated><title type='text'>rasgando de saudade...</title><content type='html'>Ai, ai...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...eu lembro a primeira vez que consegui colocar um ponto final na invasão de uma na vida da outra. Era fase de briga todo dia sem hora pra acabar, e eu parei de fazer todos os pequenos reparos e de ter todos aqueles cuidados com você. E, confesso, celebrava cada ignorada que te dava, como se estivesse dando o recado de que se você achava pouco, então que sobrevivesse sem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então o telefone toca. Você, com a voz mansa do outro lado da linha. Era bem tarde, eu estava sozinha com a Clara em casa, mamãe em Bragança, papai dormindo na casa dele. "Mariana, estou com traumatismo craniano. Vem pro nove de Julho?". Nem percebi que uma pessoa realmente com traumatismo craniano estaria em condições de realizar um telefonema. Corri, Clara sozinha em casa. Medo, você sozinha no hospital. E com traumatismo craniano!!!!!!!!!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta passagem eu tirei, de uma vez por todas, que você sabe com quem contar quando a coisa aperta, seja de verdade ou exageradamente. E que eu também sei o que fazer com você, com medo, correndo ou no meu pé. Como sempre está!&lt;br /&gt;Ai, ai...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-5919188468136625425?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/5919188468136625425/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=5919188468136625425&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/5919188468136625425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/5919188468136625425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2007/08/rasgando-de-saudade.html' title='rasgando de saudade...'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-3480177715662375200</id><published>2007-08-02T13:42:00.000-03:00</published><updated>2007-08-02T13:53:18.846-03:00</updated><title type='text'>post-it</title><content type='html'>não esquecer de que pra ser dois há de ser um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;inevitavelmente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-3480177715662375200?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/3480177715662375200/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=3480177715662375200&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/3480177715662375200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/3480177715662375200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2007/08/post-it.html' title='post-it'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-548202730339200052</id><published>2007-08-02T12:02:00.000-03:00</published><updated>2007-08-02T12:17:21.400-03:00</updated><title type='text'>...de uma saudade que parece não sei o quê...</title><content type='html'>Ai, ai...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É assim, com um suspiro, acompanhado de algumas lágrimas reprimidas pelo ambiente de trabalho, que escrevo estas palavras que querem sair como um grito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sacanagem com você? Sacanagem. Não leia isso, pequena, e quando - e se - ler, tenha consciência de que é preciso escrever, com urgência, sobre esta saudade que invade todos os lugares de mim quando penso em te dizer tchau. Me desculpa, eu não sei colocar ponto final. Reticências, reconheça, são mais agradáveis, sustentáveis... viu só? Gracinha...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como serão meus dias sem sua ausente presença? Sua bagunça no banheiro, sua invasão no meu guarda-roupas, meus sapatos alargados pelos seus pés, minhas blusas justas te caindo como vestidos? Ai, ai...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como será chegar em casa e encontrar seu quarto perfumado e sem as músicas altas e peculiares que só você gosta e que de tanto serem suas a gente acaba gostando também? Como vai ser fazer compras e ver o queijo branco e não ter quem o prefira, assim como o pão light pra comer com muito requeijão? Controvérsias tão suas, tão minhas nestes anos de cuidados e reconhecimentos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A certeza é de que você cresceu. Abriu as asas, o mundo te recebeu como eu queria que fosse recebida, com toda pompa e cicunstância que você pede, que merece e que só pode ser assim que uma Luizinha cinco estrelas sai de casa: pro mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas aqui, no meu mundinho de família, de cuidar de tudo e de todos e de achar que é meu só por ter cuidado, vai doer, sabe? Já dói, de fato. Dói e alegra, por todos os porquês que eu já te contei, e que são verdade: Luizinha vai se cuidar, vai provar pra si mesma que sabe ser gente grande, vai enfrentar o medo de se reconhecer e voltar cada vez melhor, e reencontrar uma irmã cada vez melhor também, pois acho que isso é vida. Vai receber na sua casa uma gente cheia de saudade, de coisas boas e ruins pra compartilhar, vai levar no aeroporto e nem perceber o tempo passar. Ah, Luizinha, se fosse fácil não seria necessário não te falar. Ah... é tudo tão invertido por aqui que dá vontade de te ligar e chorar em silêncio, mas isso sim seria uma grande sacanagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou fumar um cigarro. Sozinha, E me despedir de você, do meu jeito bobo e escondida que é pra sorrir e sustentar os lábios em arco na sua frente - verdadeira e dolorosamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amo-te, meu branco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ai, ai...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-548202730339200052?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/548202730339200052/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=548202730339200052&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/548202730339200052'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/548202730339200052'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2007/08/de-uma-saudade-que-parece-no-sei-o-qu.html' title='...de uma saudade que parece não sei o quê...'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-8912041798008964867</id><published>2007-07-30T18:44:00.000-03:00</published><updated>2007-07-30T18:48:37.470-03:00</updated><title type='text'>.:diálogo mudo:.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/Rq5cFJNRvhI/AAAAAAAAAAM/KN7XUywSH7c/s1600-h/Img004.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5093109472043318802" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/Rq5cFJNRvhI/AAAAAAAAAAM/KN7XUywSH7c/s400/Img004.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"não tenho coragem" - disse.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- coragem de quê? de cortar estas relações que nos prendem em nós, ao invés de laços?&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"pensando desta maneira..."&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;e fim.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-8912041798008964867?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/8912041798008964867/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=8912041798008964867&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/8912041798008964867'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/8912041798008964867'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2007/07/uma-imagem-vale-mais-que-mil-palavras.html' title='.:diálogo mudo:.'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/Rq5cFJNRvhI/AAAAAAAAAAM/KN7XUywSH7c/s72-c/Img004.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-7381505789348370088</id><published>2007-07-24T19:34:00.000-03:00</published><updated>2007-07-24T19:45:08.249-03:00</updated><title type='text'>Clara, a sábia.</title><content type='html'>Clara me chamou de "belodramática" ontem. É o jeitinho gostoso dela falar que a mãe é uma drama queen, no caso, uma senhora melodramática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...e mais uma vez ela está certa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mãe da Clara adora um drama. Não vive sem. Se não tem um de verdade, procura até achar. Encontra... e se joga no drama. O avô da Clara já dedicou pra mãe dela um poema chamado "Minha Guerreira", que fala de uma moça que anda pra lá e pra cá com um elmo em uma mão e uma lança na outra. Mas que quando chega em casa precisa de carinho. É... parente é chato, mas sabe das coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando o drama envolve o coração? Ah, é o tipo preferido da belodramática aqui... porquê o que é do coração, né Gioul, a gente sente fundo... lá dentro, no âmago do ser. E do estar. Eu sempre estou coração. E pago um preço por isso, que dói até a garganta, sem brincadeira. Só sem brincadeira, nunca sem drama. O drama é bom porquê eu escrevo coisas quando vivo no drama. É bom porquê eu choro e os olhos ficam quase verdes. E é bom porquê, por mais infame que pareça, eu me sinto viva quando as sutilezas intensas saem do parâmetro sutil e se tornam incômodos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não assim... queria um pique de nada de paz. Mesmo que uma paz turbulenta, eu queria. Estava buscando nada. Deste vez não estava mesmo. Estava aqui, quieta, na minha. É possível... eu acho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora isso. Belodramática. E uns mil piques triste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quero mais brincar disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=(&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-7381505789348370088?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/7381505789348370088/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=7381505789348370088&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/7381505789348370088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/7381505789348370088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2007/07/clara-sbia.html' title='Clara, a sábia.'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-2166426201308853236</id><published>2007-07-23T16:30:00.000-03:00</published><updated>2007-07-30T14:07:32.871-03:00</updated><title type='text'>Rabisco externo do corpo</title><content type='html'>...como é que a gente conserta um erro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedir desculpas é uma solução bacana, vá lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas pra você adianta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe, nos meus casos, quando algo foge do que estava previsto e vastamente imaginado (e põe vastamente nisso!), e eu quero consertar alguns dos erros, não adianta só pedir desculpas. Pode ser a mais pura vaidade, mas eu quero me explicar, quero que me entendam, quero que se sintam como eu me sinto e então me compreendam e quem sabe até me expliquem qual é a do que está acontecendo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero que a minha explicação seja simples e carregada de emoção, que seja forte e explicativa, que seja nítida. Quero que acabe com o que me incomoda. E que não incomode quem me escuta. Quero que acolha, que resolva, quero que equilibre, independente da intenção. Quero, e quero tanto, que só de querer já me desculpo por estar me desculpando. Drama, o mais sincero e bonitinho drama que existe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser que irrite, pode ser que engane, pode ser que só desperte mais sonhos e erros e que então o grau de correções se eleve a tal ponto que fique quase que incontornável. A velocidade dos pensamentos acompanha a das palavras, acredite. É que o filtro do que é escrito é melhor, por causa de algumas teclas, borrachas ou riscos de caneta mais forte. E então, a mágoa. Ai, era pra corrigir o erro, e não errar mais um pouco...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe o que é? É que quando eu erro eu também quero encontrar uma desculpa que alivie a minha dor. Porquê eu não queria errar alguns erros. Outros tudo bem, tudo ótimo aliás. Mas outros, ai, por favor, não queria... mas já foi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então me desculpa, por favor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-2166426201308853236?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/2166426201308853236/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=2166426201308853236&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/2166426201308853236'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/2166426201308853236'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2007/07/rabisco-externo-do-corpo.html' title='Rabisco externo do corpo'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-2310905807467892343</id><published>2007-07-01T10:13:00.000-03:00</published><updated>2007-07-01T10:19:53.967-03:00</updated><title type='text'>Dona Coruja</title><content type='html'>...e não é que a coruja se instalou em mim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, a queria há tempos tatuada em um local bem visível, pra lembrar (como se fosse preciso!) da máxima da mãe coruja - que sou, e que quero ser ainda mais. Como diz minha prima "a Nana é doação, mesmo com febre de 40 cuida de todo mundo, mesmo cansada recebe em casa e arruma toalhas e a cama pra gente ficar confortável". Uma arte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não é que a tal coruja me fez ficar de olhos abertos a madrugada toda? É certo que o tocar do telefone por volta das 2h da manhã assusta, ainda mais quando tem corujinha em viagem-treinamento e corujona no pagode - pois é, aprendi com minha mãe a ser mãe - mas fora a dor muscular e a vazão emocional que tatuar é pra mim, a coruja preta e branca se meteu no meio do sonho, não deixou virar de lado e fez com que a vontade do dia chegar se apressasse, quando a Clara entrou no quarto anunciando o pesadelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hora de acordar. Que bom. Coruja dorme de dia, então é isso o que vou fazer. Pelo menos hoje, um domingo como outro qualquer, enquanto a dona corujinha pede proteção de plástico e pomada pra ficar formosa e bonitinha, no meu braço esquerdo a me avisar: acorda, Mariana, acorda! Que a noite vai começar...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-2310905807467892343?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/2310905807467892343/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=2310905807467892343&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/2310905807467892343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/2310905807467892343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2007/07/dona-coruja.html' title='Dona Coruja'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-8069213001323291907</id><published>2007-06-29T15:57:00.000-03:00</published><updated>2007-06-29T16:02:13.985-03:00</updated><title type='text'>...se escuto, se canto, se recebo, se dou, se choro, se desgosto, se amo, se quero...</title><content type='html'>Vanessa da Mata - GoodLuck&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É só isso&lt;br /&gt;Não tem mais jeito&lt;br /&gt;Acabou, boa sorte&lt;br /&gt;Não tenho o que dizer&lt;br /&gt;São só palavras&lt;br /&gt;E o que eu sinto&lt;br /&gt;Não mudará&lt;br /&gt;Tudo o que quer me dar&lt;br /&gt;É demais&lt;br /&gt;É pesado&lt;br /&gt;Não há paz&lt;br /&gt;Tudo o que quer de mim&lt;br /&gt;Irreais&lt;br /&gt;Expectativas&lt;br /&gt;Desleais&lt;br /&gt;That’s it&lt;br /&gt;There is no way&lt;br /&gt;It´s over, Good luck&lt;br /&gt;I have nothing left to say&lt;br /&gt;It’s only words&lt;br /&gt;And what l feel&lt;br /&gt;Won’t change&lt;br /&gt;Tudo o que quer me dar / Everything you want to give me&lt;br /&gt;É demais / It too much&lt;br /&gt;É pesado/ It’s heavy&lt;br /&gt;Não há paz / There is no peace&lt;br /&gt;Tudo o que quer de mim / All you want from me&lt;br /&gt;Irreais / Is unreal&lt;br /&gt;Expectativas / Expectations&lt;br /&gt;Desleais&lt;br /&gt;Mesmo, se segure&lt;br /&gt;Quero que se cure&lt;br /&gt;Dessa pessoa&lt;br /&gt;Que o aconselha&lt;br /&gt;Há um desencontro&lt;br /&gt;Veja por esse ponto&lt;br /&gt;Há tantas pessoas especiais&lt;br /&gt;Now even if you hold yourself&lt;br /&gt;I want you to get cured&lt;br /&gt;From this person&lt;br /&gt;Who poisoned you&lt;br /&gt;There is a disconnection&lt;br /&gt;See through this point of view&lt;br /&gt;There are so many special people in the world&lt;br /&gt;so many special people in the world in the world&lt;br /&gt;All you want&lt;br /&gt;All you want&lt;br /&gt;Tudo o que quer me dar / Everything you want to give me&lt;br /&gt;É demais / It too much&lt;br /&gt;É pesado / It's heavy&lt;br /&gt;Não há paz / There is no peace&lt;br /&gt;Tudo o que quer de mim / All you want from me&lt;br /&gt;Irreais/ Is unrealExpectativas / Expectations&lt;br /&gt;Desleais&lt;br /&gt;Now were&lt;br /&gt;Falling into the night&lt;br /&gt;Um bom encontro é de dois&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-8069213001323291907?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/8069213001323291907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=8069213001323291907&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/8069213001323291907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/8069213001323291907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2007/06/se-escuto-se-canto-se-recebo-se-dou-se.html' title='...se escuto, se canto, se recebo, se dou, se choro, se desgosto, se amo, se quero...'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-2980757982842948915</id><published>2007-06-23T00:41:00.000-03:00</published><updated>2007-06-23T01:06:45.524-03:00</updated><title type='text'>Para falar tchau sem falar</title><content type='html'>Luizinha chegou de madrugada. Meu presente. Naquele tempo passado, móravamos no chamado gueto mineiro da Abílio Soares. Vovó no segundo andar, tias e tios espalhados por tantos outros - aos domingos, um bando de primos reunidos para o clássico almoço da Vó Tê fazendo muito mais que barulho no prédio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me lembro de muito, mas tenho certeza de que Luizinha era pra mim. Pode ter sido desculpa da mãe e do pai pra filha mais velha não se chatear, mas quando ela chegou senti de longe. Era Natal em abril. Dia 13, meu preferido, não necessitando explicações. Um pequeno pacotinho, embrulhado dentro de um carrinho lindo, alto, azul marinho, e a carinha de tartaruga mais bonitinha que eu havia visto. "Ela é meu presente. Meu nenê" - falei pra mãe, que comovida, me deixou escolher o nome da pequena bolinha. Luiza ou Clara. "Luiza, que quem tem Clara é ovo", mal sabia a pequena Maricota do alto de seus quatro anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observar Luizinha era um prazer. Mas eu era pequena, não podia chegar muito perto - sim, já era um furacão em pessoa. Quando me deixaram segurar o nenê, a roupa de festa foi retirada do armário, o cabelo penteado com gel e muitas, muitas foto foram tiradas. Um dia feliz, inesquecível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luizinha cresceu colocando as roupas da Moranguinho na tartaruga, dançando com ela junto ao peito e correndo de motoca pelo corredor.&lt;br /&gt;Fazendo barulho, resmungando de quase tudo e sorrindo por tão pouco que dava crédito à alegria. Na escola, eu já de uniforme azul, dos mais velhos, não desgrudava da Luizinha com o seu balãozinho vermelho estampado na camiseta, só na hora do sinal tocar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luizinha da perna grossa, boleira até não poder mais. Orgulho da irmã festeira, que tinha por esporte aprontar - e cada vez mais.&lt;br /&gt;Luizinha preocupada, fazendo papel inverter, chegou a me da uns tapas, revidados com muita culpa, ferida que não fecha e não vai deixar nunca de doer.&lt;br /&gt;"Vocês ainda serão melhores amigas", dizia o pai, meio acreditando por obrigação, meio que pra ver se algum outro arcanjo (primo daquele, o bonachão) assumia a parte das duas e fazia uma só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luizinha comendo frango, engasga e pede água. Beatriz estava pra chegar, uma outra irmã na história e muita história pra contar. Separadas pela dor, nos reencontramos em Beatriz. Susto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora era eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luizinha de olhos arregalados, escondendo lágrima não sei onde. Eu com medo, assustada, angústia de solidão. E a barriga cresceu, nasceu e virou Clara, meu presente. Vê só como são as coisas... Depois de tanto tempo, ser ovo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luizinha estudando pra prova, vendo a irmã mais velha amamentar.&lt;br /&gt;Linda, presente e companheira, só ia embora quando eu queria me deitar.&lt;br /&gt;Cuidados, carinho, amor - noites em Clara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah Luizinha... como doeu sua primeira decepção amorosa. Ah, como foi bom ter dançado valsa nos seus 15 anos, te ver como uma princesa, de verdade, sentindo emoções felizes.&lt;br /&gt;Foi bom te ver na faculdade, superando os limites. Ruim mesmo era brigar com você, e esperar pra ficar amiga, com você a adormecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha irmã, emprego novo. Tão doce que é na fábrica de chocolate. Tão pequenininha que mora no armário.&lt;br /&gt;Ah, Luizinha... borboleta ganha asas e vai lá pra Argentina.&lt;br /&gt;Ai, Luizinha, que saudade.&lt;br /&gt;Que saudade engraçada, que eu não consigo explicar... O meu preto no seu branco fica tão complementar...&lt;br /&gt;Onde encontro o nosso cinza, como é que eu vou ficar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saudade, Luizinha...&lt;br /&gt;Minha Luizinha, tão minha que não sai do meu pé nem quando for esquiar.&lt;br /&gt;Luizinha, minha Luizinha, te carrego no meu coração - em cada um dos 20 externos, e no de dentro também.&lt;br /&gt;Luizinha, o tempo passa, e você sempre vai ser o meu nenê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te amo querida.&lt;br /&gt;Te espero de volta.&lt;br /&gt;Sempre.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-2980757982842948915?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/2980757982842948915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=2980757982842948915&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/2980757982842948915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/2980757982842948915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2007/06/para-falar-tchau-sem-falar.html' title='Para falar tchau sem falar'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-1763355136889349800</id><published>2007-06-22T17:32:00.000-03:00</published><updated>2007-07-30T14:36:09.226-03:00</updated><title type='text'>sobreamores.:.subentendidos</title><content type='html'>As confusões se auto-explicam quando me expresso, seja escrito, tagarelado ou de qualquer outra forma, e não estou falando em desenhos pois não sou boa nisso.&lt;br /&gt;O amor, será que se manifesta da negação?&lt;br /&gt;Questiono, internamente, se entendo como funciona este procedimento, mas tenho que respeitar (e o quero!) por conta dos que amo. Mas ao mesmo tempo preciso (e quero!) exercitar o amor. E, ai, como eu gosto de amar intenso, gostoso, sem restrição e sempre me reinventando pra reler o outro, e os espaços se ampliam e/ou (plagiando JV) se movem, comprimem, tão maleáveis que o incômodo fica pra trás...ou nem chega a existir. Todo o cuidado é pouco, e todo o pouco é cuidado pra ser, no mínimo, muito bom - porquê é assim que tem que ser.&lt;br /&gt;Coração é grande, coração quer tudo, coração é vermelho que nem morango, por sinal... e recebe tanto e é dando que se recebe que, ah... é difícil explicar pra mim que amor é negação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tá?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-1763355136889349800?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/1763355136889349800/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=1763355136889349800&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/1763355136889349800'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/1763355136889349800'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2007/06/sobreamoressubentendidos.html' title='sobreamores.:.subentendidos'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-2072200371592272591</id><published>2007-06-13T11:38:00.000-03:00</published><updated>2007-06-13T11:41:21.360-03:00</updated><title type='text'>...ai, ai...</title><content type='html'>saudade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de um tempo em que morrer era coisa distante, como se não chegasse perto de mim. morte é dessas coisas que eu não canso de tentar entender, ou aceitar, e não me conformo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;colo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-2072200371592272591?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/2072200371592272591/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=2072200371592272591&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/2072200371592272591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/2072200371592272591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2007/06/ai-ai.html' title='...ai, ai...'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-5216770402454944731</id><published>2007-06-11T19:50:00.000-03:00</published><updated>2007-06-11T19:53:25.682-03:00</updated><title type='text'>Roubo bom é roubo válido?</title><content type='html'>...e tem tanta gente utiizando o meu (por invenção e sentimento próprio) "amo, adoro e venero" que fico assustada...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...mas feliz, pois se nem mesmo a pele tatuada consegue fazer marcas de lembrança na pele, o tipo de aquisição verbal/escrito/falado - e ainda mais o sentido - me faz presente mesmo onde não mais quero estar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de boa, simplificando ando, realizando ando e esquecendo endo - bem dentro, só por dentro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;incrível.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-5216770402454944731?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/5216770402454944731/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=5216770402454944731&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/5216770402454944731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/5216770402454944731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2007/06/roubo-bom-roubo-vlido.html' title='Roubo bom é roubo válido?'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-1768451603008343434</id><published>2007-05-24T07:34:00.000-03:00</published><updated>2007-05-24T07:48:03.707-03:00</updated><title type='text'>Adolescência antecipada</title><content type='html'>Tenho em minhas recordações breves os momentos de vergonha da adolescência: meu pai me deixando em frente à escola e pedindo a benção, como se este fosse um hábito familiar; o então namorado de minha prima-irmã mais velha e me perseguir pelo shopping eldorado nas tardes de matinê da boate com escorregador e camuflar os seios já crescendo no meio de três ou quatro sobreposições de camisetas - sim, nada aterrorizante, mas nossa, como era embaraçoso passar por isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje Clara faz oito anos. Acho que tem quase a metade do que eu tinha quando estas vergonhas teen pairavam em minha vida, mas sente o dobro dela quando estou publicamente por perto. Menina amorosa, dá um tchau retraído quando a levo pra escola, caminhando e desviando as mãos das minhas quando não estamos pra atravessar as ruas. Fica vermelha se digo que a amo, resmungando algo como "tá, mãe" - o que de fato gela meu coraçãozinho de manteiga e faz com que algumas lágrimas teimem em aparecer no canto dos olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clara adolescente. Clara com oito anos, já adolescente? Mas é uma criança... brinca, fantasia, questiona, se preocupa com a nota nove! Como, já adolescente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns sinais são devidamente necessários pra mostrar que filhos crescem, e neste processo, a mãe necessariamente passa por períodos de ser a mais ridícula posível - pra eles, no caso. Não imaginava, porém, que aconteceria antes dos doze. Minha filha brinca como criança, tem medos de criança e vergonha de mim como uma adolescente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...se começa antes, há de terminar antes, enfim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felicidades, minha pequena - cresça alegre, com saúde e conhecedora que meu coração cresce  no seu ritmo, ficando cada vez maior pra comportar você e suas manias de menina-moça antecipada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amo-te.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-1768451603008343434?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/1768451603008343434/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=1768451603008343434&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/1768451603008343434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/1768451603008343434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2007/05/adolescncia-antecipada.html' title='Adolescência antecipada'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-2116779205516589085</id><published>2007-04-02T00:33:00.000-03:00</published><updated>2007-04-02T00:41:33.418-03:00</updated><title type='text'>Tensões...</title><content type='html'>Ah, as tensões...servem pra quê, afinal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lágrimas, angústias, nó que vai do peito à cabeça e torna a voltar, e as interrogações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A composição estranha da família ampla, o aconchego que tranquiliza da família que se forma, dúvidas, frio na barriga, alegrias intensas e sutis tristezas profundas. Quando penso em compartilhar, o global me vem à mente: tanto o bom quanto o ruim, desde o começo, passando pelo meio e chegando até o fim. E então vem a "vida real" e mostra que não é bem por aí, que não há resposta além da rotina, não há busca que ultrapasse a hora de dormir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As lágrimas param. Chega o conforto do abraço materno, o carinho do pensamento alegre - um cheirinho de boa noite na princesa que dorme calma, pensamentos de proveito de um dia como outro qualquer, que vale ouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nó vai continuar aqui, até que eu encontre o começo deste novelo, e consiga continuar. Quem diz que não consigo? Sobrevivo... pessimismo passa longe, o que estas palavras querem dizer é justamente o que eu quero. Sobrevivo, sobrevivo, sobrevivo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A busca pelo apartamento, a organização dos presentes, o amor impresso em três ou mais alianças, as danças. A ta rotina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Críticas, mudanças, medo. Pontuo. Respiro fundo e me situo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobrevivo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-2116779205516589085?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/2116779205516589085/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=2116779205516589085&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/2116779205516589085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/2116779205516589085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2007/04/tenses.html' title='Tensões...'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-6063758205175139228</id><published>2007-03-03T01:51:00.000-03:00</published><updated>2007-03-03T01:53:12.097-03:00</updated><title type='text'>Mais uma do papai pra confortar o coração ansioso pelo casamento na Igreja</title><content type='html'>A viagem de dona Teresa&lt;br /&gt;Brasil, outubro de 2005.&lt;br /&gt;Chego a Joinville para uma palestra. Hospedam-me em um hotel novo da cidade. Da janela do quarto avisto o hotel mais antigo, de arquitetura claramente alemã, onde me hospedei em 1989, em uma das primeiras palestras que dei por lá.&lt;br /&gt;Estava no restaurante almoçando e liguei para minha irmã Fátima, para saber de dona Teresa. Havia quase um mês ela estava na Beneficência, internada. O hipercolesterol já tinha vencido a batalha.&lt;br /&gt;Uns meses antes, subira ao meu apartamento, na Abílio Soares, quatro andares acima do seu. Eu já estava deitado. Ela entrou no quarto, sentou na beirada da cama e me contou que tinha ido procurar o Dr. Sérgio Oliveira, que já a havia operado duas vezes, implantando pontes de safena. Desta vez o diagnóstico tinha sido terrível: não havia mais o que fazer.&lt;br /&gt;Os olhos de dona Teresa eram vivos, nervosos, de quem não queria aceitar o veredicto. De minha parte, fiquei estranhamente ausente. Em suas crises de angina, tantas e tantas vezes a conduzira ao Pronto Socorro do INCOR, tantas e tantas vezes ela se despedira de mim, como se não fosse voltar, e tantas e tantas vezes superara o problema, que acabei por achar que a rotina se repetiria eternamente.&lt;br /&gt;No fundo era uma fuga terrível da realidade, como acontecia naquele momento em que, pelo telefone, a Fátima me contava que nossa irmã Inês tinha ouvido de uma das médicas que dona Teresa estava em estado terminal. Desliguei o telefone, liguei para o Dr. José Renato, que a atendia desde 1977. Ele me assegurou que dona Teresa superaria mais essa. Aceitei de pronto sua opinião, e nem me dei conta que ele não falava como médico, mas como filho. Na primeira vez que dona Teresa foi consultá-lo, em 1977, ele, em começo de carreira, mas já pertencendo à equipe de Sérgio Oliveira, percebeu que o caso era grave, e a internou imediatamente no Hospital das Clínicas para a primeira cirurgia de safena. Depois disso, tornou-se não apenas seu cardiologista permanente, como segundo filho.&lt;br /&gt;Em sua última noite, terminei o programa de televisão e, não sei por que, deu uma baita vontade de visitá-la no hospital. Estava fora do horário de visita, mas, cativadas pela dona Teresa, as enfermeiras permitiram uma visita rápida. Fui até sua cama, estava dormindo, meio dopada pelos medicamentos. Dei um beijo leve na sua testa. Ela abriu os olhos, meio dormindo, meio acordada, me presenteou com um sorriso. Duas horas depois, levantou-se da cama, foi até o corredor, alegre, falante, mimoseou as enfermeiras com ditos espirituosos. Depois, voltou para a cama e morreu, levemente.&lt;br /&gt;Nas semanas seguintes um furacão desordenado agitou toda a família. Minha prima Terezinha teve sonhos agitados com ela, assim como a Inês, minha tia Mirian, de Grama, minha prima Rosa Maria, de Belo Horizonte. Era como se interferências de imagem soltassem faíscas nos rádio-transmissores que são ligados no último estágio do sonho. Terezinha sonhou com meu pai falando da agitação de dona Teresa, inconformada com a partida. Rosa Maria teve sonho semelhante com minha tia Rosita. Tive um sonho com meu avô, que me deixou atordoado. Falava também do inconformismo de sua filha em deixar a vida, os parentes.&lt;br /&gt;Calhou com um período de atordoamento nacional, com o bloqueio de cruzados de Collor. A Dinheiro Vivo tinha poucos anos de vida e entrou naquele furacão. A Mariana, então com dez anos, a neta com quem a avó tinha mais afinidade -&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;dizia não querer morrer enquanto não assistisse o casamento de Mariana&lt;/span&gt;--, começou a apresentar alterações de comportamento. Lembrei das crises econômicas de meu pai, de como me machucara ver seus efeitos sobre minhas irmãs, e balancei.&lt;br /&gt;Uma noite, terminado o programa na TV Gazeta, fui convidado para comer uma pizza no Maksoud, com minha mulher e a Mariana, lindinha, vestida de mocinha, e com uma tranqüilidade inédita. Contou que tinha sonhado com a avó, que aparecera para ela jovem e animada. Depois, ambas foram dançar em um bailinho. Quando a avó foi deixá-la em casa, fez-lhe um pedido: "Cuide bem de seu pai, porque ele é meu menininho".&lt;br /&gt;Mariana terminou o relato sorrindo. Nos meses seguintes comportou-se com calma inédita, dando-me o apoio emocional que precisava para atravessar aquela quadra de horrores.&lt;br /&gt;Nunca entendi uma menina de dez anos sonhando com a avó, que lhe falava de seu pai como um menininho. Nem quis entender. Apenas me deu um conforto, aquela esperança que se segue a uma grande perda, de que, dentro de alguns anos, haverá o reencontro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-6063758205175139228?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/6063758205175139228/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=6063758205175139228&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/6063758205175139228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/6063758205175139228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2007/03/mais-uma-do-papai-pra-confortar-o-corao.html' title='Mais uma do papai pra confortar o coração ansioso pelo casamento na Igreja'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-1610546088416801715</id><published>2007-03-01T20:18:00.000-03:00</published><updated>2007-03-01T20:20:17.932-03:00</updated><title type='text'>Mulher...</title><content type='html'>&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;A mulher, ah a mulher...tem cheiros diversos, gostos espertos e mais um tanto de outras coisas que cabe em um infinito. pode ver: num homem cabe uma mulher, num filho cabe uma mulher, numa mãe cabe uma mulher, numa profissional cabe - e como! uma mulher. Uma mulher cabe em qualquer canto, e o qualquer canto deixa de ser um lugar qualquer pra ser o lugar dela, da mulher. A mulher nasce mulher. Essa de nascer menina e virar mulher é coisa do passado, que determinava a puberdade (o que é isso mesmo?) depois da menstruação. É fato que a vida da mulher é marcada pelo vermelho do sangue, que assume forma de adulto, forma de amor, de suas dores. O vermelho deveria ser a cor da mulher, ô pai! Mas mulher nasce mulher. Mulher nasce da mulher, olha que coisa louca! Mulher já chega em bando, porquê sempre tem a madrinha, tem a irmã, tem a tia, a avó, a melhor amiga. E não fica nunca sem mulher por perto, porquê é de ciclo. O dia da mulher não deve ser um oito por acaso. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-1610546088416801715?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/1610546088416801715/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=1610546088416801715&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/1610546088416801715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/1610546088416801715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2007/03/mulher.html' title='Mulher...'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-116893587664792315</id><published>2007-01-16T06:24:00.000-02:00</published><updated>2007-01-16T06:24:36.756-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;Marianinha - papai me cantando&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://youtube.com/v/tVgt9Aix0g4"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://youtube.com/v/tVgt9Aix0g4" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br&gt;...válido, extremamente válido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"carinho na alma"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-116893587664792315?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/116893587664792315/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=116893587664792315&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/116893587664792315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/116893587664792315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2007/01/marianinha-papai-me-cantando.html' title=''/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-116482545193997407</id><published>2006-11-29T16:20:00.000-02:00</published><updated>2006-11-29T16:37:34.570-02:00</updated><title type='text'>quanto vale o show?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quer dizer que tudo tem seu preço?&lt;br /&gt;Esclarece pra mim o valor do orgulho. Quanto, numericamente, vale o orgulho pessoal? Há diferença entre o preço do orgulho ferido e do orgulho inflado? Define, então, o valor de se sentir efetivamente bem...bem consigo mesmo, bem para com seus princípios, bem com o mundo, pois não tenho recebido nenhum centavo em troca disso.&lt;br /&gt;Busco, desde sempre, uma identidade pra chamar de minha. Poderia escrever que "paguei um preço alto" pra ser quem eu sou, intensa sutileza, já que a fama de extremos me acompanha - e não nego. Mas ao olhar minhas planilhas de custos, identifico o que pago como contas devidas aos bancos, às rotinas de contas mensais e de planejamento do nosso enlace. Ok, meu pai gastou em escola, faculdades, em terapia então, nossa, quanto dinheiro. E é claro que isso tudo me ajudou a encontrar esta identidade. Mas e a Clara, catalizadora essencial no processo de reecontro com princípios, meios e fins tão meus? Tem um preço pra ela? Acho que não... veio do amor adolescente, mas tão forte que nos trouxe uma menina-luz, cheia de inteligência e tão especial quanto as palavras possam definir, mesmo que nenhum dicionário me explique o que é ela na minha vida. Há de existir algo maior que amor pra descrever, só que ainda não encontrei.&lt;br /&gt;Quanto custou resolver as pendências existenciais entre eu e minha mãe enquanto ainda há corpo e alma pra aproveitarmos uma da outra? Nada que se pareça com moedas ou cédulas, ao que me recordo. Quanto a etiqueta de reconhecer diferenças entre eu e a Luizinha e amar tanto quando posso, e cada vez mais e mais, indicava? R%1.000,00? R$1.000.000,00? Não, não...não foi gasto nenhum centavo pra admirar a menor e mesmo sem entender o que se passa me postar incondicionalmente do lado dela. Alguns estopins de raiva, de fúria, de vontade de ai meu deus o que é isso?, mas nada que possa ser escrito numa folha horizontal e compensada no banco.&lt;br /&gt;As tatuagens, que me identificam e fazem eu de mim, custaram. Mas foi mais que dinheiro. Algumas custaram a alma ao ser impressas, e poucas outras custaram fins ao serem enconbertas. Há uma ainda que me custa a memória, quando a leio tatuada na cintura. Custaram empregos, que pagam até três mil reais para que eu dê conta das contas, e então o que é mesmo o valor destes símbolos pra mim? Meros adornos em formas distribuídas ou vivência? Minha história...não tem preço. O que pode ser mil, dois mil, ou até três mil reais pra me esconder em quem não sou, de novo e de novo, pra agradar a quem, afinal? Uma troca injusta comigo, e isso eu não quero mais.&lt;br /&gt;O amadurecimento custou perdas...ah!...quantas! E ganhos em menor proporção. Mas aprendi que de vez enquando é bom estar atenta à qualidade de coisas, pessoas e relações do que ao número que tudo isso representa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-116482545193997407?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/116482545193997407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=116482545193997407&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/116482545193997407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/116482545193997407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/11/quanto-vale-o-show.html' title='quanto vale o show?'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-116428883618863261</id><published>2006-11-23T11:18:00.000-02:00</published><updated>2006-11-23T11:33:56.226-02:00</updated><title type='text'>05/10/2006 - carta pra Clarinha</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Clarinha, meu amor&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Você está crescendo. Descobrindo coisas novas que passam das contas de matemática e da língua portuguesa. Quando a criança está crescendo, descobre sensações, sentimentos, e com eles vêm uma coisa chamada medo. O medo é ruim, deixa todo mundo nervoso e aflito, mas é um sentimento de quem descobre e aprende coisas novas. E na sua vida agora tem um monte de coisas novas: a classe só de meninas, o casamento da mamãe com o Marinho, o novo trabalho da mamãe e o boletim com os As e os Bs...só pra contar um pouquinho. Tem também as poesias, as cartas, as artes novas da Clarinha. E daqui a pouco, pouco tempo mesmo, a gente vai se acostumar com esse monte de coisa nova e o medo vai passar também, pode acreditar na mamãe. Só uma coisa que não vai mudar nunca: a paixão, o amor e o cuidado que a mamãe tem por você. E a escola, esse seu magnífico palácio, com suas amigas-princesas de sonho, meu amor, vai ser a mesma por tempo suficiente. Não se preocupe com a chegada da 5a série, até lá um monte de outras séries legais vão acontecer. Curta seu momento, se divirta com segurança  e busque sempre alegria na vida, filha querida, hoje e por todos os dias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Beijos da mamãe que vai estar sempre  com você.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;Mariana&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-116428883618863261?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/116428883618863261/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=116428883618863261&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/116428883618863261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/116428883618863261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/11/05102006-carta-pra-clarinha.html' title='05/10/2006 - carta pra Clarinha'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-116372204577985228</id><published>2006-11-16T21:55:00.000-02:00</published><updated>2006-11-16T22:07:25.796-02:00</updated><title type='text'>fábulas de mariland</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Há pouco tempo, existia um reino colorido em tons de laranja com cheiro de alegria cítrica. Nele habiatavam, é claro, um rei, uma rainha e duas princesas e por mais óbvio que possa parecer eram todos felizes, cada qual com seus afazeres. À raínha cabia ordenar a casa, cuidar das roupas, da comidinha e dos animais de sua família, bem como estabelecer a ordem emocional do castelo. O rei era responsável por manter o pote de ouro com moedas o suficiente para abastecer o lar, fortalecer as ordens da rainha e ser o elo entre a população e sua realeza. Já as princesas, ah as princesas! eram tão diferentes uma da outra que fica até difícil contar o que cada uma fazia. A mais velha era apaixonada por escrever e vivia a imprimir suas letras onde fosse: cadernos, folhas avulsas, na parede e até na pele. Era uma princesa carregada pela emoção, que naquela época chegava a torna-la de certa forma rebelde aos olhos desconhecidos, mas sim, esta princesa a qual descrevo era muito afetuosa e generosa, tal qual a rainha sua mãe. Já aprincesa mais nova era entusiasta da organização. Cálculos, gavetas e caixas etiquetadas faziam parte do seu dia-a-dia e ela cuidadosamente fotografava e separava detalhes de todos os locais que visitara. A princesa menor tinha um quê de suavidade, calma e intimidade, e o povo a observava como uma princesa apta a tomar o trono por estas características. O reino estava alegre e aparentemente sem mudanças previstas e foi quando, aos poucos, o rei e a rainha já não sorriam mais. Se respeitavam mutuamente, mas todos sabiam que não eram apaixonados um pelo outro apesar do amor incondicional por suas duas princesas. Até mesmo elas, as princesas, perceberam que seus pais não eram mais amantes e foi quando, de sopetão, o rei e a rainha se separaram. Na primeira noite, fria e escura como costumam ser as noites tristes, com névoa pairando no ar inclusive, as duas princesinhas mal se olharam. Cada qual com suas características sentiam muito pelo final da união de seus pais. Ao amanhecer foram abraçadas sutilmente por sua mãe, a rainha, que com lágrimas nos olhos, comprometeu-se a amparar as pequenas princesas e manter o elo entre as filhas e seu pai o rei. O rei, no entanto, parecia aflito e angustiado, como sabendo de acontecimentos que tumultuariam ainda mais a vida daquele reino antes alegremente cor de laranja com cheiro de alegria cítrica. E foi na segunda noite então que o segredo do rei foi revelado: havia uma outra rainha, de um povoado próximo, que o deixara amorosamente encantado – e este foi o motivo pelo qual a separação aconteceu. As princesas que eram diferentes se uniram em solidariedade aos sentimentos confusos que acercam o distanciamento do divórcio, ora acolhendo-se mutuamente ora brigando como jamais haviam feito: eram os nervos do desconhecido. A rainha-mãe postou-se em sua grande e vazia cama e começou a chorar lágrimas que demoraram a secar, enquanto as princesas reaprendiam a rotina de duas casas, dois corações, duas irmãs. Estudavam, comiam e se recolhiam, e então praticavam suas atividades peculiares: a mais velha chorava enquanto escrevia, a mais nova chorava enquanto organizava. E então quando a segunda ordem estava menos bagunçada, o rei convocou as filhas para noticiar a chegada de uma nova princesa, fruto de seu amor com a nova rainha por ele escolhida. Engasgada, a princesa mais nova não acreditou e precisou de mais que mastigar para digerir as palavras. A princesa mais velha, emotiva como ela só, tentou ver que a chegada de uma nova princesa poderia de certo alegrar a vida daquele reino triste pela dor, e prometeu cuidar e amparar a nova família. Mas a rainha escolhida pelo rei para ser sua companheira e mãe de uma princesinha-bebê era também uma mulher de personalidades. Sim, assim mesmo, no plural. Esta rainha era de fato amorosa com o rei, mas por causa das diferenças entre os povoados demorou a se adaptar àquelas circuntâncias todas. O rei e a rainha mãe das princesas tinham muitos amigos, eram pessoas simples e socialmente ativas, participavam de festas em torno de música e foi difícil também pra eles aceitar uma nova rainha. E então a ternura da rainha escolhida virava mágoa e esta mágoa se apresentava em suas ações de evitar o convívio com os antigos amigos do rei. Com as princesas esta rainha era política: caso se comportasse conforme o roteiro, nada acontecia. Quando questionavam e expunham suas minhocas internas eram arrebatadas pelo forte temperamento da companheira de seu pai, o rei. Mas sempre por esperar sua irmã, a princesa-bebê, e com o amparo emocional de sua mãe a rainha, as duas seguiam unidas, plantando novas árvores que seriam escudos naturais para proteger a pequena. Ficaram assim: separadas em dois castelos mas sempre unidas. Chegado o dia da princesa-bebê vir ao mundo, correram todos para recebe-la de braços e corações abertos. E o reino que estava triste ficou tão feliz que chagava a brilhar. E a pequena princesa-bebê realmente trouxe novos ares ao povoado, que novamente ficou junto em torno do amor, dos tons cor de laranja e do cheiro cítrico, e por um grande espaço de tempo assim foi. Até que a nova rainha anunciou a chegada de uma outra princesa, enquanto a princesa-bebê mal havia saído das fraldas. Assustados, todos correram pra seus locais escondidos e puseram-se a pensar: o que vai ser de um rei com tantas princesas? Como uma rainha nova tomará contade seu novo reino, do rei, das princesas da rainha mãe e ainda de uma princesa-bebê nova mais nova que a recém chegada princesa-bebê? E as princesas filhas da rainha mãe, o que fariam para tão depressa reaprender o que acabaram de reaprender depois de reaprender tão rapidamente? Mais uma confusão…E no dia da chegada da pequena princesa-bebê mais nova que a princesa-bebê estavam todos juntos de novo, sorrindo e aumentando a plantação de árvores para receber mais uma representante da família real. E também sorriram, e também fizeram muita festa pela saúde desta nova princesa e também a receberam com muito amor. Com tanta novidade, quase esqueço de contar um porém. A mais velha das princesas, no meio tempo da chegada das princesas-bebês novas, foi agraciada com uma estrela de luz. A mais velha das princesas haveria de ter sua pequena filha de princesa, neta do rei e da rainha mãe e sobrinha das irmãs-princesas ainda que duas das princesas fossem tão ou mais novas que a estrelinha. E então tudo mudou novamente, e todos tiveram de reaprender repetidamente o que já haviam reaprendido tantas e tantas vezes e uma outra ordem se estabeleceu no reino. E também no dia da chegada da estrela filha da mais velha princesa todos se uniram, todos sorriram, celebraram e mais mudas de árvores foram plantadas para que todos coubessem debaixo de suas copas a viver uma vida muito nova e cheia de aprendizados. Aprendizados vez por outra doloridos, vez por outra confusos e sem respostas transparentes, mas em sua maioria gratificantes e fortemente penetrados na vida de todos os membros da família real. Estranho seria se num conto de rei, rainhas, princesas e estrelas não houvesse um herói… Lembra do amor incondicional? Pois bem, foi ele quem salvou esta história.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-116372204577985228?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/116372204577985228/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=116372204577985228&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/116372204577985228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/116372204577985228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/11/fbulas-de-mariland.html' title='fábulas de mariland'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-116372135022341149</id><published>2006-11-16T21:41:00.000-02:00</published><updated>2006-11-16T21:55:50.346-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;As respostas se escondem e se revelam em igual proporção e diferentes intensidades em mim. São intensas sutilezas, como chorar no nascer da noite e ter vontade de dormir quando o sol nasce. Vim de uma barriga pra dois corações, estes imensos e tão amplos quanto um duplex à beira-mar, mesmo que eu não conheça um. Durante muitos anos busquei a barriga sem notar a importância dos corações, e quando os percebi me apaixonei. E é o que acontece até hoje, agora, este momento: quando vejo um coração me apaixono. E por causa, e também por conseqüência, me entrego. Sempre me entrego, sem regular. Sutilezas intensas são o reconhecimento desta entrega, reveladas no ossinho da magreza não mais que fundamental, daquela beleza escrita em poesia que permite localizar saboneteiras nos quadris carnudos. Há dez anos pensava ser o máximo, hoje estou certa disso. Sempre estou no meu máximo, por pilha. Se gasta um pouco eu troco, apesar de acumular experiências no chip de memória. Tenho medo da morte, tenho receio do não merecimento e penso muito em deuses protetores, mas com força na cabeça pra não desvirtuar o pensamento e assimilar os céus como castigos vingativos em referência a tudo o que já fiz de ruim. E ao que faço… Gosto de definir coisas num jogo flexível, talvez – e quem sabe? – pra ver até onde dá pra ir nas relações. Sempre troco. Não gosto de não ganhar nada, mesmo não me importando em dar. Dou muito. Dôo. E tantas vezes doeu e ainda dói, em sonhos pescados de olhos abertos, ou cerrados num piscar, enfim. Tinha mania de mentir pra me aceitar e então me fazer aceita, mas quando encontrei meu coração me apaixonei. Como sempre e como nunca, me entreguei a mim. E então a tal da nova vida começou. Antes de dormir eu penso em quantos presentes eu tenho, e então temo não conseguir dar conta. Temo saber cuidar bem da Clara, que é vida da minha vida, que é o amor maior e a mais transparente das relações – não há mentira que ela não questione, não há questionamento que ela não debata. Espelho espelho meu…existe alguém Clara, clara como eu. Modéstia caminha junto com humildade e se faz pequena diante do problema do outro. Os meus, por sorte tatuada na virilha – ô, sacanagem! – são confiados ao tempo e aos templos estranhamente urbanos, com meus anjos de carne. Há cinco anos mergulhei em mim pra encontrar você, e ela, e ele, e tantas pessoas que me reconheci no mundo. Aceitação é processo diário: mesmo quando certa de quem sou, redescubro quando me encontro. Adoro. Tenho medo na hora de dormir, mesmo quando muito cansada. Muito medo e então peço que nada aconteça à minha filha. Peço que eu acorde se algo de ruim acontecer com ela durante a noite, peço pra quem passa em frente à porta do quarto dela que verifique se está tudo bem, se ela está coberta, se está dormindo bem. E mesmo quando está tudo ok levanto e a beijo com tudo o que tenho, inclusive o medo, e peço aos anjos de céu que a cercam que não se esqueçam de me avisar se ela precisar de mim durante a noite. E então todo sono é uma espera. E ao acordar o alívio contradiz a chatice da luz do dia e fico feliz por ela estar bem. Há tempos tinha amigos fiéis e inseparáveis, dos quais era devota passando por cima do meu cadáver. Saí de perto violentamente, e ainda hoje me acho certa. Sairia todos os dias de perto de quem me agride. Odeio. Concordo com críticas bem fundamentadas, sou boa de argumentos e então a coisa complica. Mudo pra agradar, mas me levo à sério poucas vezes – o que garante saúde física. A última vez que calei e sucumbi fiquei alérgica, de cama por uma semana e não recebi visitas. Encaro minhas escolhas como minhas, sacrifico e opto de acordo com um egoísmo inclusivo, esquisita, né? Há pouco tempo senti saudade pela primeira vez na vida, saudade na vida real. Não me despedi dela antes de partir, não a levei no aeroporto pra não dizer tchau, chorei sozinha escutando música e uma grande parte de mim esteve longe por alguns meses tentando se encontrar. Chorei, chorei, chorei, de saudade. Senti falta tantas outras, mas saudade mesmo foi da Gabriela quando foi pra Paris. Chique no último. Aprendi a conviver com o silêncio com Ana, e logo eu que tanto falo. Ana e Gabriela, eu e elas, novidade inerente e sempre presente aqui no “maricômio”, essa casa tão gostosa que estou pra deixar em nome de uma vida nova. Vem da loucura de tantas pessoas que passam e ficam e se sentem tão aptas à normalidade quanto um cego a ver o mundo – optamos pelo sensorial, seja lá onde quer que cheguemos. Tudo é natural, amoroso e muito, mas muito sacana. Adoro sacanagem da boa. Sarcasmo está no topo da lista, porquê rir é fundamental. Invento histórias pra mim mesma pra tornar as coisas mais fáceis de explicar, e então me encontro de novo. E me entrego e apaixono outra vez. Tenho medo, ai que medo. Caramba. Nó na garganta quando não estou sabendo. Quero saber o que está acontecendo, pode ser pra me proteger, pode ser pela curiosidade, pode ser só pra saber mesmo. Daqui uns anos quero ser como a Clara, quero ser um pouco Luiza, quero estar perto de pessoas novas e apresentar meu mundo e que todos estejam à vontade. Transitar entre o passado e o presente, com glamur de chinelos. Adoro salto alto, adoro. Pijamas são altamente dispensáveis, bem como roupas. A principal marca está no corpo, são figuras e mais figuras que traduzem quem eu fui, quem eu sou e o que quero. Mudei muito, mas tão pouco aos olhos que dá até pra duvidar. Acho que minha mudança se sente no cheiro. Pode? Hoje sou eu, enquanto a pequena dorme. Daqui algumas horas seremos eu e ela. e Daqui uns 20 dias - ui! - serei nós. E depois...ah, depois...aaaaah...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-116372135022341149?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/116372135022341149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=116372135022341149&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/116372135022341149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/116372135022341149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/11/as-respostas-se-escondem-e-se-revelam.html' title=''/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-116338233947099687</id><published>2006-11-12T23:39:00.000-02:00</published><updated>2006-11-13T22:27:09.403-02:00</updated><title type='text'>::da Clara pro Universo::</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5112/1850/1600/planetas%20da%20clarinha.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;OS MEUS SONHOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meu sonho é ser cientista profissional e descobrir planetas escondidos entre o sol e a lua e depois disso eu vou escrever uma história que mostra quais planetas eu encontrei, e vou fazer uma exposição e vou desenhar a lua e o sol para eles perceberem que a lua e o sol não têm o mesmo tamanho e depois de fazer a exposição eu vou ajudar os pobres a ganharem dinheiro e se libertarem da pobreza.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Clara Nassif&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5112/1850/320/planetas%20da%20clarinha.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;((eu amo, adoro e venero esse meu presente!))&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-116338233947099687?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/116338233947099687/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=116338233947099687&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/116338233947099687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/116338233947099687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/11/da-clara-pro-universo.html' title='::da Clara pro Universo::'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-115895346740462492</id><published>2006-09-22T16:24:00.000-03:00</published><updated>2006-09-22T16:31:07.443-03:00</updated><title type='text'>Casamento de madaminha.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Madaminha faz planilha pra casar, faz conta da entrada da igreja até o pé do altar. Madaminha quer compania, quer dividir, somar e multiplicar; de jeito nenhum se esconder da vida quando o marido em casa chegar. Essa madaminha chora e ri ao mesmo tempo, reconhece as barreiras sutis e intensas ultrapassadas no dia a dia recorente. Quer o aval do pai, quer a sorte da mãe e a aprovação da sogra, mas mais que tudo ama ver a família reunida em torno da mesa preparada e posta. Madaminha quer casar, madaminha pára de sonhar, e quando coloca os pés no chão percebe: é lá que as verdadeiras nuvens estão. Na poupança investida no sorriso de madaminha; no esforço recompensado sinceramene em estar presente; na alegria de todos os parentes. Madaminha do século 21 nem exnoval tem com inicial bordada, tem na pele tatuada a marca da paixão maior. Essa tal madaminha, do século 21 e não do 19, é a mesma que se comove ao ler os escritos do pai. Madaminha se complica, contorce, enrosca e estica - mas vai.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;*em resposta ao que meu pai escreveu no blog dele, sobre uma madaminha do século 19, apesar de guerreira no dia a dia. às vezes penso que ou não o conheço ou é ele quem deixa de me conhecer...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-115895346740462492?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/115895346740462492/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=115895346740462492&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115895346740462492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115895346740462492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/09/casamento-de-madaminha.html' title='Casamento de madaminha.'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-115643404053560171</id><published>2006-08-24T12:34:00.000-03:00</published><updated>2006-12-02T23:09:39.370-02:00</updated><title type='text'>Correções sobre as primeiras vezes...</title><content type='html'>"Passamos por esta." A constatação de minha mãe explica muito do insensato sentimento de saudade, de vontade de abraçar e ver o loirinho. E comemos pizza, brindamos com emoção o Vi, que de certo estava presente em cada um daquela mesa cheia nas lembrança, nas histórias, no coração apertado e transbordando em lágrimas.&lt;br /&gt;A missa foi dolorida, e não apenas pra nós. Um sonoro ooohhhh foi pronunciado em coro após o anúncio do padre de que aquela missa seria também especial por lembrar do aniversário de 19 anos do Vicente Luiz de Aguirre Bueno de Azevedo. Rezamos, a Clarinha sentadinha do lado da tia, seguindo os passos da mãe mesmo sem saber, de gente que fica sempre do lado mandando amor.&lt;br /&gt;Abraços, carinhos, lágrimas, saudades...silêncio e muitos escritos pra tentar saber nos outros o que não entendemos em nós mesmos. Sacanagem. Ainda acho que não era pra ser. Mas quem sou eu? Não dá sequer pra entender. Aceitar? Tá bem, depois de ontem, enquanto ainda é hoje, não vou me preocupar com o amanhã.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-115643404053560171?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/115643404053560171/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=115643404053560171&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115643404053560171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115643404053560171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/08/correes-sobre-as-primeiras-vezes.html' title='Correções sobre as primeiras vezes...'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-115628319399062107</id><published>2006-08-22T18:23:00.000-03:00</published><updated>2006-12-02T23:07:44.626-02:00</updated><title type='text'>Pro Vicente, de coração.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A primeira vez já foi discutida aqui em algumas formas. O primeiro dia da primeira série é o que me vem à cabeça no momento, mas sei que houve o da formatura da Nini, que também soou como primeira vez. E este aqui, que é pra lembrar - e escancarar sensações - de que essa coisa de primeira vez sempre envolve muito mais do que imagina a minha, a sua e/ou a nossa vã filosofia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A primeira vez é complicada, cheia de clichês, ambiguidades e dissabores. Mas tem gosto de descoberta, de novidade e além de tudo surpresa. Pode não ser boa, nem ruim, ou pode ser uma mistura louca do sensorial com o racional, e então tudo volta pro começo: complica. A primeira vez nunca acaba.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tive um ano de primeiras vezes, e confesso que tudo o que acho sobre estes pontuais acontecimentos me é tido como verdade. Há um ano, e desde este ano até aqui, acontecimentos que variam desde o óbvio até o obscuro rolaram na minha sutilmente intensa vida. Foi o ano da primeira vez que pratiquei algo com afinco - o yôga - e me envolvi até onde podia alcançar. O que me faz lembrar da primeira vez que coloquei limites pra mim mesma, novidade quentíssima. Foi a primeira vez que me peguei cobrando de pessoas o que elas deveriam (é...tem gente que deve!) me dar, e muito surpreendente pra mim, fui recebida de boa maneira. E, pela primeira vez, é claro, aprendi a descomplicar em um tantinho assim os processos da minha cabeça. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foi a primeira vez também que perdi um familiar tão próximo e de maneira não natural. Não natural no meu entendimento, é claro, que avó e avô já não tenho há tempos. Meu primo loirinho, de olhos verdes e com 18 anos, partiu há quase um ano. E foi a primeira vez que eu não soube o que fazer com tantas sensações péssimas, e foram algumas primeiras vezes as quais eu não consegui me levantar pra amparar meus amores próximos, e foi a primeira vez que vi uma criança manifestar raiva para com um acontecimento. Clara, a minha pequena, quando soube da morte do Vi, bradou pra quem quisesse escutar que ainda bem que ele morreu porquê assim ele parava de encher o saco dela. E correu pro banheiro chorar. Foi uma das primeiras vezes mais doloridas pra mim. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Amanhã é a primeira vez que ele não faz aniversário. Faria 19 anos, mas se tornou eterno por aqui. E as primeiras vezes não param de acontecer. Vai ser a primeira vez de todos os outros anos que não iremos celebrar um aniversário com pizza ou sanduba de metro na Tia Vera, e isso vai ser uma primeira vez bem triste. E depois desta primeira vez, com apenas duas semanas de diferença, vamos chorar de novo por ser a primeira vez que a gente lembra que faz um ano daquele começo de tarde dolorido.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E daí? E daí que deve ser assim mesmo, que depois da primeira vez a coisa toda se transforma, dá uma virada tanto na maneira como a gente vê quanto na maneira como a gente sente e então outras primeiras vezes irão aparecer.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vou ter chá de cozinha pela primeira vez, vou fazer 27 anos pela primeira vez, acompanhar minha filha pra segunda série pela primeira vez e, de certo, batalhar por mais espaço e ambição profissional pela primeira vez, sem desistir ou sucumbir aos cenários bobocas. Vai ser a primeira vez que vou me casar, a primeira vez que vou ser a noiva na Igreja, e a primeira vez que não vou estar de olho no buquê. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Torço, ah! como torço, pra que este ano as primeiras vezes sejam menos violentas pra toda família, e que a gente aproveite cada coisinha como se fosse a primeira vez. Porquê, veja bem, não é pessimismo! pode ser de fato a última.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Saudade loirinho. Feliz aniversário pra você, na sua nuvem bem fofa e com os olhões começando a entender melhor o que foi que aconteceu.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-115628319399062107?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/115628319399062107/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=115628319399062107&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115628319399062107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115628319399062107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/08/pro-vicente-de-corao.html' title='Pro Vicente, de coração.'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-115517544561281092</id><published>2006-08-09T22:54:00.000-03:00</published><updated>2006-08-09T23:04:05.646-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5112/1850/1600/IMG_4304.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5112/1850/320/IMG_4304.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;Imagens de mim refletidas no espelho do meu&lt;br /&gt;Quarto&lt;br /&gt;Um quarto&lt;br /&gt;e meio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo&lt;br /&gt;Tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu&lt;br /&gt;Eu&lt;br /&gt;e ela&lt;br /&gt;elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;amo&lt;br /&gt;e&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-115517544561281092?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/115517544561281092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=115517544561281092&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115517544561281092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115517544561281092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/08/imagens-de-mim-refletidas-no-espelho.html' title=''/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-115426931023382439</id><published>2006-07-30T11:12:00.000-03:00</published><updated>2006-07-30T11:21:50.280-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Ele quer provocar emoções, quer ser baterista de uma banda com suíngue. Quer subir no palco, e mesmo lá da parte do fundo, que é onde fica a bateria, fazer o ritmo mudar. Gravemente agudo, aguçar os sentidos quando a baqueta não for controlada por ele - mas por forças soturnas e obscuras, que são as que nos movem, afinal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já tocou guitarra, daquelas com duas pontas, bem do rock mesmo. Branca. Linda. Queria ser groupie nesta época, pra ficar sonhando com ele e então acordar do seu lado, satisfeita. Já fez cover do Roberto Carlos, inclusive. E nas curvas da estrada, com ele, seria fácil não enjoar. A vontade de provocar emoções por meio da música bate com a minha: de dançar com a música, de chorar pela música, de fazer trilha sonora da vida, sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E enquanto o tempo - o tempo disponível - não chega, ele provoca bateria: no meu coração, na nossa vida que ficou mais alegre, e se emociona com a linda letra da "Morena que me salvou" escrita pela doce e sábia Clarinha, estalando nas panelas e caixas de sua bateria-sonho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Música pra viver melhor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-115426931023382439?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/115426931023382439/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=115426931023382439&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115426931023382439'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115426931023382439'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/07/ele-quer-provocar-emoes-quer-ser.html' title=''/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-115412893650177229</id><published>2006-07-28T20:14:00.000-03:00</published><updated>2006-07-28T20:22:16.516-03:00</updated><title type='text'>O infinito e o para sempre: considerações.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;Discutir o infinito e o para sempre, tão conceituais palavras, é por si só um exercício de reflexão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;Por quê temo o para sempre ao justificar pro meu amor que o escolho diariamente e não hesito em tatuar, entre nossas iniciais, o oito deitado, símbolo universal do infinito no meio do peito?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;Porquê pra mim o para sempre parece estático, linear, enquanto o infinito é maleável e mutante. O infinito tem seus altos e baixos, e precisa do movimento pra continuar a existir. Já o para sempre está lá, pontuado. No infinito cabem as mudanças, alterações, adaptações e ele respeita o ritmo aleatório do que simboliza. O para sempre, no entanto, soa um tanto pactual, como se o combinado fosse este e pronto, assim será para sempre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;Comigo combina mais o infinito e todo seu propósito que o para sempre e seu conformismo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-115412893650177229?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/115412893650177229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=115412893650177229&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115412893650177229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115412893650177229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/07/o-infinito-e-o-para-sempre-consideraes.html' title='O infinito e o para sempre: considerações.'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-115403130300573972</id><published>2006-07-27T17:03:00.000-03:00</published><updated>2006-07-27T17:15:03.026-03:00</updated><title type='text'>Nada é para sempre</title><content type='html'>É um ditado juvenil, à primeira vista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao observar determinados, e pontuais, acontecimentos na minha própria vida, atesto que é extremamente válido. A tensão das primeiras vezes, dos primeios dias, das novidade, a alegria dos encontros, a paixão fulminante e também a tristeza por conta das perdas, as irreparáveis ou não. Nada é para sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro do sofrimento ao me separar de um namorado, aos meus dezesseis anos, e ficar muito confusa com a sensação de saudade dos grandes olhos azuis e ao mesmo tempo aflita com as ameaças (fortes) bombardeadas por ele em seu momento nervoso. Era interminável, até que acabou. Hoje, pra continuar na base do esperado, somos amigos próximos, mesmo que distantes fisicamente. Sem angústias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi também complicado quando fiquei grávida. A sensação de que estaria presa àquele bebê me deu medo, muito medo, e gerou um lence de "ser incompetente de cuidar de mim, que dirá desta criança". Não foi pra sempre, e hoje Clara não é prisão em forma alguma: fico perto por opção, por escolha, por querer ser eu quem cria, cuida, estressa, e cansa, ao invés de uma babá devidamente paga para tais tarefas. Passou também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mão suada no primeiro dia do novo emprego, o coração batendo forte ao receber mensagens de pedido em namoro, o não-sei-quê ao me deparar com o convite que oficializa nosso casamento, enfim, passou. Mudou, de certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A impressão que tenho é de que naquele momento, no instante de sentir, aquilo vai acabar por me consumir de tal forma a qual nunca mais me devenciliarei de tal assunto. Mas não é. Nunca é. Nada muda, tudo se transforma. Sim, sim e sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As diversas rupturas na relação com meu pai, que considerei ausente demais, presente demais, esquecido demais, não foram para sempre. Creio que vale mais sentir com calma, porquê normalmente quando vou reparar já passou de novo, e então é outra coisinha a tormentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sigo com o peito apertado agora, mas lembrando do que Ana, a profeta, teima em ensinar: PARAR DÁ AZAR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E espero até passar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-115403130300573972?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/115403130300573972/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=115403130300573972&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115403130300573972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115403130300573972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/07/nada-para-sempre.html' title='Nada é para sempre'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-115351936739713497</id><published>2006-07-21T18:52:00.000-03:00</published><updated>2006-07-21T19:02:47.426-03:00</updated><title type='text'>A organização sintática de um texto mal lido</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Há tempos existe um nó. Por expressão, na garganta. Mas o meu, que de nó há de ter somente o nome, pois mais parece um novelo, se espalha pelo corpo todo e então aflora na pele. É claro que na forma de espinho.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este nó começou de uma observação feita por gente que nunca havia me observado, tomou dimensão tamanha que ultrapassou fronteiras: das sensações, dos entendimentos, das vozes...e das lágrimas. Mas principalmente ultrapassou as fronteiras do limite de um para com o outro. Como diz a pequena sábia sabiá Clarinha, não é segredo se alguém contar. E assim o novelo começou. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como avalanche, que quanto mais roda mais absorve. Sem absolver nada. Só a sugar. Sugar... Chegara, há algum tempo, o momento o qual o novelo não mais cabia em mim e voltei a procurar mãos aptas a solucionar o mistério do novelo, a saí de lá atestada, quase que por escrito, que o novelo, tampouco o nó, deveria ter sido formado, quanto menos incorporado. Já escutara a mesma tese de uma pequena mão, mas grande aliada, com nome familiar mas sem ser da família, de que o que importa não é de certo o título. Deveria ter escutado. Escritora que finjo ser, definitiva e particularmente não dou a menor bola pro título. Nos textos de trabalho (sim, eu os produzo também para o ganha pão!) sofro - sempre! - na hora de coloca-los em seu devido lugar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sem querer dominar o mundo, ou o tema, ou qualquer outra coisa, acho que a gente deveria dar menor atenção ao título e perceber mais até do que o subtítulo, as linhas: deveria se na entrelinha, no cheirinho daquele histórico, no sabor que ele tem. Tanto pra quem lê quanto pra quem escreve.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;....e tome metáfora!!!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-115351936739713497?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/115351936739713497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=115351936739713497&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115351936739713497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115351936739713497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/07/organizao-sinttica-de-um-texto-mal.html' title='A organização sintática de um texto mal lido'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-115317639679293095</id><published>2006-07-17T19:41:00.000-03:00</published><updated>2006-07-17T19:46:36.823-03:00</updated><title type='text'>sobre os nem sempre de por aqui</title><content type='html'>...injustiça nem sempre é atitude sem justiça ou conhecimento de causa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...ligações no meio da madrugada provocam sensações inesperadas: nem sempre são das boas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...preocupação é fato consumado. pode ser que seja uma pré-ocupação, ou falta do que fazer mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...é dando que se recebe. é só pensar um pouquinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...pra bom entendedor, meia palavra basta. pode ser que pra meio entendedor, boa palavra acabe bastando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...eu sou eu na totalidade do tempo, viro super-mulher por trás dos óculos de grau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...planejar é viver, nem sempre: o acaso pode ser interessante e prazeroso se vivido com cautela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...aguarde mais!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-115317639679293095?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/115317639679293095/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=115317639679293095&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115317639679293095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115317639679293095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/07/sobre-os-nem-sempre-de-por-aqui.html' title='sobre os nem sempre de por aqui'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-115289632228496727</id><published>2006-07-14T13:23:00.000-03:00</published><updated>2006-07-14T13:58:42.893-03:00</updated><title type='text'>Chapéu Vermelho - 2.6V</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Era uma vez um lobo mal, que resolveu jantar alguém. Escolheu uma menina de 6 anos, dentucinha, moreninha e magrela, pra se alimentar. Sussurava em seus ouvidos palavras que deviam dar medo, afinal lobo serve pra isso mesmo. Este lobo aqui, desta vez, estava na casa da vovó. Não sei quem coloca lobo na casa da vovó, mas era este o caso. A netinha, comida do lobo, ficou com tanto medo mas tanto medo que cogitou não mais visitar a vovó. Mas era preciso. Tinha tanta paixão por aquela avó de cabelinhos brancos e sarcasmo inerente que não dava pra ficar sem, nem que o argumento que realmente era o motivo de sua estada naquela casa fosse o trabalho dos pais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas um dia o lobo pegou pesado. Comeu a chapeuzinho vermelho e a machucou, por dentro. Feriu as sensações da netinha, com palavras de ameaça. E então a pequena magrela abriu o jogo com a avó. Doeu, tanto quanto o momento em que o lobo a feria, falar daquilo com a querida e entendida vovó, mas ela falou. Deve ter chorado, a pobrezinha. E então a vovózinha, como lhe é designado, prometeu cuidar. Não sei quanto tempo depois, mas parece que não foi muito , a profecia do lobo se concretizou. E o chapéu que era vermelho ficou preto. De raiva, de medo, de confusão, pois era muito imatura ainda pra entender que a natureza tem determinados acasos, mesmo que não se acredite em acaso, que só fazem sentido depois de absorvidos conhecimentos de gente grande. E então a pequena e machucada chapéuzinho seguiu vivendo, protegida pela vovózinha que sabia de seu segredo - e de sua dor. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Deu-se início então a outra lenda, tão forte quanto a do lobo mal que come - seja a vovó, seja a netinha - de que aquela avó escancaradamente acolhedora protegeria a pequena moreninha até que um príncipe surgisse para tomar este cuidado, e só depois então morreria. Mas quis a vida, e a própria vovó por saudade de seu amor maior, que antecipadamente a netinha ficasse longe, muito longe, de sua protetora-mor. Dormia muito a pequena chapeuzinho, para então sonhar com sua vovózinha que lhe mandava recados maduros, relacionados à vida prática, especialmente aos tais cuidados. Ficar por perto do pai, não ir pelo caminho da floresta, seguir sempre pela luz do sol e conversar abertamente com quem a cerca, pra que todos previssem seus passos e, desta forma, cuidassem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas chapeuzinho era pequenina de tudo quando isso aconteceu, e nos momentos de escolha as trevas lhe pareciam mais apetitosas. Ou quem sabe, pelo obscuro da falta da claridade, se sentia escondida. Viveu. Se machucou muito, se protegeu como pôde. Confusa, com saudade dos tempos da vovó mas lembrando daquela palavra: cuidado! Foi então que veio a claridade, na forma de uma Clara verdadeira, de carne e osso, mais carne é verdade, e que serviu pra trazer de volta todo o conceito implementado pela vovó de que cuidar é bom. Chapéu então ficou rosa, brilhante, mas o medo ainda era pulsante em suas veias. Procurou bastante por um referencial de cuidado para com ela. Acreditava que poderia se cuidar sozinha, mas era tão complexo isso de exercitar cuidado para com todos e ainda para consigo mesma que não desistiu: seguiu a buscar proteção. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Perdeu as esperanças quando seu porto ficou inseguro, voltou a tentar tomar conta de si e ficou fraca. Aquela mulher, que tinha por característica encarar as adversidades com bravura, de elmo e lança, sabe?, ficou apavorada. Doeu mais uma vez. E então despretenciosamente resolveu voltar às trevas, e foi por lá que encontrou um príncipe que estava mais pra sapo. Mas foram tantos e tão sinceros os beijos que aconteceu: ele virou príncipe e ela encontrou quem tanto procurava. Entre medos, confissões, pedidos e necessidades, a mulher chapeuzinho, a pequena Clara cor de luz e seu príncipe encaixaram as demandas de suas vidas em torno de uma família.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E no dia 10 de Março do ano que vem, com certeza a avó sarcástica, protetora e de cabelos brancos como a neve, estará presente em todos os que compartilham da jornada da chapéu-menina. E as duas ficarão em paz para todo o sempre, felizes sim, mas especialmente tranquilas em relação aos devidos cuidados de vida na terra e no céu.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-115289632228496727?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/115289632228496727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=115289632228496727&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115289632228496727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115289632228496727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/07/chapu-vermelho-26v.html' title='Chapéu Vermelho - 2.6V'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-115271890678848546</id><published>2006-07-12T12:19:00.000-03:00</published><updated>2006-07-12T12:41:46.933-03:00</updated><title type='text'>Movimentação do chega mais!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Orkuticídio, retirada de página, exclusão de perfil...tudo justificado via e-mail para os cerca de 354 amigos da rede de relacionamento. Recebo como resposta alguns e-mails: "de novo?", "é por causa do namorado-noivo?", "mas como a gente vai se falar?"...e por aí vai.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As respostas são agrupadas: sim, de novo, não, não é por causa do namorado-noivo, que este é uma graça e sequer aderiu ao modismo de "ser virtual" além do necessário (e-mails e comunicadores instantâneos, no máximo), e para a última questão colocada, vai aqui o manifesto:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;1. falar requer contato mínimo de voz. via orkut, a gente lê com a entonação que bem entende, ou mal entende em alguns casos. quem quer falar comigo me liga, pode ser?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;2. rede de relacionamento: relacionamento, não scraps. minha vida não é uma página azul, definitivamente, nem um álbum com apenas doze fotografias legendadas, pra inglês ver. acordo descabelada, algumas vezes borrada da maquiagem não retirada da noite anterior, correndo pra tomar banho e ir trabalhar. coloco base corretiva, rímel, blush no inverno e escolho a roupa um dia antes, mas mudo três vezes pelo menos, até me certificar que a primeira escolha era a melhor mesmo. não tenho um humor muito bacana, apesar de ser alegre. até o meio dia, meu riso é mais espontâneo que conhecido, meio ausente, sabe? depois do almoço as coisas melhoram, dá até pra tirar um cochilo e voltar com a cara amassada pro escritório. chego em casa correndo, morta de saudade da minha pequena, que está na casa da amiga a me esperar ou com a titia, mando pro banho, peço que coma, tento tirar do video game com o Mario e coloco pra dormir uma, duas, três...ah tá bom, nas férias não precisa ter muito horário vá! depois vem o jantar caprichado do amor. vinhozinho, comidas que eu não gosto nem de ver, que dirá de tocar, mas em nome do amor até carne moída (de olhos fechados e nariz tapado) é palpável. recheada com queijo mussarela, diz ele que é uma delícia. fico no meu pão de forma com molho de tomate e alho, satisfeita. pensa que vou dormir já? não, não, não. mais coisas: minha vida pessoal. computador, checando as mensagens recebidas, enviando respostas, guardando as roupas passadas no armário abarrotado e oranizando compulsivamente a bagunça de todo mundo no meu quarto, já que diz a lenda que meu quarto é um mundo. fazer amor todo dia é lei. e ponto. uma massagem pra compensar, ora dada ora ganha, muitas vezes trocada. uma delícia, não posso reclamar. dormir só muito, muito tarde pra quem acordou cedo. algo aqui te lembra uma página azul, estática? não creio...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;3. contato físico é de extrema necessidade pra mim, que chego a irritar as pessoas quando mal as conheço e encosto, beijo, abraço, toco no cabelo, olho com intensidade. sou assim, quem quiser gostar de mim eu sou assim. amo, amo e preciso de contato físico. muito e sempre. não sou um link po!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;4. e último motivo, sem justificar: eu quero ver as pessoas, sentir as pessoas, mas pessoas que queiram me ver, me sentir na mesma intensidade. sem xeretar, sem especular, sem dizer por dizer, ou achar que me conhece porquê me "viu" trocando palavras que &lt;em&gt;&lt;strong&gt;podem ser lidas com a entonação que bem ou MAL entender.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É, eu quero contato. Quero pessoas, quero saudades. Saudade é coisa boa de sentir, e ausência via link provoca sensações e saudade iminentes e tão fortes que, se não mover montanhas, quem sabe mova as pessoas umas pra perto das outras, realizando assim, o verdadeiro sentido de rede de relacionamento.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-115271890678848546?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/115271890678848546/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=115271890678848546&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115271890678848546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115271890678848546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/07/movimentao-do-chega-mais.html' title='Movimentação do chega mais!'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-115100816213458178</id><published>2006-06-22T17:27:00.000-03:00</published><updated>2006-06-22T17:29:22.153-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5112/1850/1600/Rio%20018.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5112/1850/200/Rio%20018.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;casa de gente amada&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;=)&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;...lindo, lindo...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-115100816213458178?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/115100816213458178/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=115100816213458178&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115100816213458178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115100816213458178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/06/casa-de-gente-amada.html' title=''/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-115093432678311651</id><published>2006-06-21T20:56:00.000-03:00</published><updated>2006-06-21T20:58:46.796-03:00</updated><title type='text'>..........................zíper na boca...............................</title><content type='html'>Lembra do zíper na boca?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serve pra não falar de coisas que a gente não quer.&lt;br /&gt;Não quer nem escutar.&lt;br /&gt;Não quer nem saber.&lt;br /&gt;Não quer nem participar, nem pensar.&lt;br /&gt;Não deve querer nem compartilhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O zíper na boca só não faz a gente deixar de sentir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-115093432678311651?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/115093432678311651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=115093432678311651&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115093432678311651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115093432678311651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/06/zper-na-boca.html' title='..........................zíper na boca...............................'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-115047461000805138</id><published>2006-06-16T12:56:00.000-03:00</published><updated>2006-06-16T13:16:50.113-03:00</updated><title type='text'>O tempo de metabolismo das sensações</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Havia um tempo o qual eu sentia de imediato. Bateu, levou. Se algo incomodava, a reação era impulsiva ao extremo, pra não perder o fio da meada e fazer sentir o que se foi sentido. Época difícil esta, já que sem raciocínio ou praparativos agia. Feria muito ao outro, mas mais ainda a mim mesma, deitada na cama ou no banco do carro ao pensar que outro jeito poderia ter mandado o recado. E as opções eram, de fato, muitas e tão diferentes das minhas ações que eu me arrependia. Que infeliz sentimento, o de se arrepender. Não tem como voltar atrás a não ser tentando modificar as próximas atitudes, mas já rotulada. Difícil. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No meio espaço dos últimos anos, a maneira de reagir recebeu carga de mutação. Ora rápida, ora rasteira, ora sem expressão nenhuma - mais ainda muito insatisfatória pra uma entusiasta do emocional como eu. Podia ter sido mais amena, podia ter sido mais intensa, podia ter me expressado melhor exatamente o que eu sentia. Melhorou, certamente, a relação com o outro, mas muitas coisas ficaram presas no eu-comigo e o ar faltou, o corpo recebeu e processou tudo, tudinho, a ponto de repensar neste modus-operandi.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há cerca de doia anos comecei a ficar mais atenta ao relacionamento global. Eu, comigo, com o outro, comigo, comigo e com o outro. Uma teia de relacionamentos mais próximos, outras mais distantes, palavras-chave de ofensa e metas traçadas com objetividade. Respeito é, afinal, o que de mais precioso há de ter nesta vida. Reciprocidade, amorosidade, carinho, amor incondicional e inclusive as brigas - se há respeito nas relações, todas os derivados fluem melhor. Na garganta, no pulmão e no coração.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A morte repentina e sem motivos (médicos, whatever) do meu querido Vicente ano passado me fez prestar atençao no meu reativo. Recebi a notícia online, via MSN e a ficha demorou a cair. Na chegada ao hospital onde estava toda minha família o mundo parecia distante de mim, ou eu distante do mundo. Lexotan, ê laiá. Segurei as mãos da minha tia-mãe morena, enxuguei as lágrimas dos primos, me preocupei em procurar por minha mãe e seu celular desligado. Observei calmamente, mas sem tranquilidade nenhuma, as sensações de cada pessoa presente naquele momento. E me deparei com diferentes emoções, beirando o triste, o desesperado dentre outras, mas sempre fortemente questionadoras. E fui embora. No dia do velório, despedida final, acordei estranha. Não conseguia lidar com meu eu-comigo como na noite anterior. De jeito nenhum. Parecia estar com um pouco de tudo o que todos estavam sentindo, e a solução foi chorar um choro de indignação e entrega familiar. Doeu. Doeu muito sem Vicente com vida. E a vida me chamou de volta. Clara, trabalho, segurar ondas imensas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois disso voltei a avaliar meu emocional. Segurei o choro pra não provoca-lo em outras pessoas. Segurei a mão ao apoiar quando queria - e precisava - de apoio. Errei? Será? ...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tempo presente e eu acredito que lições são feitas da vida. Consigo digerir de maneira mais apta ao meu viver bem na medida do possível fazendo com que sonhos sejam realidades e não passem pro lado do pesadelo. Como, sinto o gosto, experimento e então defino. Se já conheço a picada e sei a dor que ela vai causar, então espero. Porquê sei que atitude às vezes é ficar quieta, calada, fechada no meu eu-comigo e deixar só as lágrimas falarem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo tem seu tempo. Inclusive a digestão das diversas sensações que vivo nestas sutilezas intensas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-115047461000805138?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/115047461000805138/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=115047461000805138&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115047461000805138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115047461000805138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/06/o-tempo-de-metabolismo-das-sensaes.html' title='O tempo de metabolismo das sensações'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-115032278888769918</id><published>2006-06-14T19:05:00.000-03:00</published><updated>2006-06-14T19:06:28.900-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>sem meias?&lt;br /&gt;verdades&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;se meias&lt;br /&gt;verdades&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;semeias&lt;br /&gt;verdades&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;inteira&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-115032278888769918?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/115032278888769918/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=115032278888769918&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115032278888769918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/115032278888769918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/06/sem-meias-verdades-se-meias-verdades.html' title=''/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-114849264330297453</id><published>2006-05-24T14:41:00.000-03:00</published><updated>2006-05-24T14:44:03.340-03:00</updated><title type='text'>O dia do sétimo aniversário de Clara.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Estaria tudo planejado não fosse o imprevisto do mau tempo. Naquele vinte e quaro de Maio, Clara completara sete anos de vida após uma espera que parece, ah sim, parece mesmo durar muito mais que um ano desde o ano passado. Abriu os olhos quase na hora da saída da mãe para o trabalho, e num suspiro, com sua voz rouca e linda, doce e ao mesmo tempo cheia de personalidade, soltou: - hoje é meu aniversário! A mãe, que na noite anterior chegou tarde de um evento profissional, mas em tempo de dar um apertado e acolhedor abraço de felicidade daquelas mais sinceras, contando que há sete anos é uma pessoa muito mais feliz por conta da existência da pequena Clara (e ela vai ser sempre pequena aos olhos imensos da mãe), repetiu o aceno com o entusiasmo de sempre, mas sabendo ser aquele um abraço especial para ambas. Clara, nesta quarta feia cinza, fria e chuvosa, iria passear com a escola, num sítio próximo à cidade para reconhecer os alimentos e a vida perto da natureza. De fato, a natureza e suas cores e sensações a encantavam havia tempos, e ela até mesmo dizia que verde deve ser a cor do amor. Mas enfim a chuva fez seu trabalho, e o frio estragou o combinado e a mãe correu. Correu muito, com passos muito mais apressados que os comuns a ela, uma mãe ativa, que gosta tanto de agradar a pequena Clara quanto de ensina-la que imprevistos acontecem e sim, todos nós estamos sujeitos a eles, inclusive esta mãe esforçada até o último ponto de limite, com carinho e pulso firme para conduzir os primeiros sete anos daquela vida gostosa. Atravessou a Avenida movimentada, percorreu com maestria os corredores do mercado e ufa!, comprou o bolo de aniversário para que as amigas da escola compartilhassem com Clara a tarde fria, cinza e chuvosa de seu sétimo aniversário, trazendo cor, alegria e calor para uma amiga das mais queridas, que é assim que Clara é tida pelas meninas colegas. Mas era tarde. Imprevistos realmente acontecem, e hoje aconteceu de a mãe chegar tarde pra entregar o bolo, e então Clara ficou sem bolo de aniversário pra levar pra escola. Mas tudo bem, mãe. Tudo bem porquê a noite, quando todos chegarem do trabalho, Clara vai ter bolo, vai ter beijo e parabéns, deve haver até presente de alguém com vontade de ser um pouco mais feliz ao dividir com ela a alegria de ter sete anos. E a mãe ficou engasgada, com lágrima nos olhos, mas feliz. Hoje, dia cinza, chuvoso e frio, nesta quarta feira do final de Maio, aprendera que sim, imprevistos acontecem. Mas não são feitos, definitivamente, pra estragar o dia do sétimo aniversário de Clara. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-114849264330297453?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/114849264330297453/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=114849264330297453&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114849264330297453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114849264330297453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/05/o-dia-do-stimo-aniversrio-de-clara.html' title='O dia do sétimo aniversário de Clara.'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-114780565892048162</id><published>2006-05-16T15:51:00.000-03:00</published><updated>2006-05-16T15:54:18.923-03:00</updated><title type='text'>Enquanto isso, no caderno dinheiro da Folha de São Paulo...</title><content type='html'>Um dia de cão&lt;br /&gt;O secretário Saulo de Castro Abreu Filho é o responsável direto pelo maior desastre da história da segurança pública do Estado, em um governo que elegeu o tema como a sua maior prioridade.Parte das mortes poderia ter sido evitada, simplesmente se o secretário da Segurança Pública do Estado de São Paulo tivesse avisado a tropa de que haveria a remoção do alto comando do PCC. Compreende-se o sigilo quando a ação está sendo organizada. Depois de tomada a decisão, não poderia em nenhuma hipótese ter deixado de alertar os policiais. Qualquer policial saberia que remoção de comandos criminosos é uma ação que provoca represálias e tomaria suas precauções. Por essa omissão indesculpável, não apenas Saulo mas todas as autoridades que sabiam da remoção terão que responder perante as famílias dos policiais assassinados.Depois, terão que responder pelo decantado serviço de inteligência da Secretaria da Segurança. Não prever uma bomba terrorista é uma coisa. Não ter conseguido prever uma operação que mobilizou dezenas de criminosos é um espanto.Se metade dos efetivos da Polícia Militar tivesse saído à rua ao primeiro sinal de ataque, essa tragédia não teria se consumado.O PCC vem se articulando dentro e fora dos presídios, desde 1993, quando surgiu como organização no presídio de Tremembé, perto de Taubaté. Há pelos menos dois anos se fala do planejamento de ações de grande envergadura. Por falta de instrumental, há anos o secretário da Administração Penitenciária, Nagashi Furukawa -de sólida visão jurídica-, tem solicitado, em vão, a presença da polícia nos presídios e a ajuda dos serviços de inteligência. Sabe-se quem entra e sai da cadeia, tem-se a ficha de cada um e, no entanto, os serviços de inteligência -ligados ao secretário da Segurança- foram inúteis.Há mais responsáveis. Todas as recomendações dos especialistas são que a maneira mais eficaz de estrangular o crime organizado é cercear suas atividades financeiras de duas maneiras: impedindo a circulação de dinheiro e coibindo as atividades que, de alguma forma, possam estar ligadas ao crime organizado.No plano federal, o Banco Central do governo Lula ampliou enormemente as facilidades para a remessa de dinheiro para o exterior. Por aqui, pratica-se lavagem de dinheiro a céu aberto. Na semana passada, era possível ler em vários jornais o grande banqueiro de investimentos vangloriando-se de possuir centenas de milhões de dólares em paraísos fiscais, nas barbas do Ministério Público e da Secretaria da Receita Federal deste país. Pelos dutos que passa o dinheiro frio, passa também o dinheiro de origem criminosa.No plano estadual paulista, um projeto de lei visando coibir as atividades dos bingos e máquinas de apostas -apontadas por muitos especialistas como caminho para a lavagem de dinheiro do crime organizado- foi vetado pelo ainda governador Geraldo Alckmin.&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;No final da tarde, liguei para minha filha mais velha, que mora perto da Paulista, para saber se estava tudo calmo. Sua resposta mostra bem o estado de espírito do paulistano:"Tudo calmo. Acho que os bandidos estão com medo do novo governo de São Paulo, o PCC".&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-114780565892048162?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/114780565892048162/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=114780565892048162&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114780565892048162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114780565892048162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/05/enquanto-isso-no-caderno-dinheiro-da.html' title='Enquanto isso, no caderno dinheiro da Folha de São Paulo...'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-114780548556587139</id><published>2006-05-16T15:41:00.000-03:00</published><updated>2006-05-16T15:51:25.583-03:00</updated><title type='text'>"mãe! mãe! os bandidos estão fazendo isso porquê estão em greve!" - Clara, a sabida.</title><content type='html'>Medo. Sensação que teve sua caracterização associada ontem, em São Paulo, a uma dura realidade.&lt;br /&gt;Medo, antes deste dia, era parar no trânsito da Marginal, ter frio na barriga ao viajar de avião e fechar os vidros do caro quando vem motoqueiro no semáforo.&lt;br /&gt;Ontem São Paulo foi a capital do medo.&lt;br /&gt;Governada pelo PCC, a cidade foi dos extremos – caos e absoluto silêncio – em questão de horas. Horas gastas em chegar: em casa, na residência de parentes, amigos, chegar em segurança, se é que alguém sentiu-se seguro em São Paulo ontem.&lt;br /&gt;...e então a máxima materna que diz que dormir cedo é um bom remédio fez todo sentido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-114780548556587139?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/114780548556587139/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=114780548556587139&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114780548556587139'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114780548556587139'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/05/me-me-os-bandidos-esto-fazendo-isso.html' title='&quot;mãe! mãe! os bandidos estão fazendo isso porquê estão em greve!&quot; - Clara, a sabida.'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-114715956555642545</id><published>2006-05-09T04:05:00.001-03:00</published><updated>2006-05-09T04:26:05.560-03:00</updated><title type='text'>::::::A D O Ç Ã O ::::::</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Todo mundo na minha família é adotado. Eu fui adotada logo que nasci, cheguei numa casa de jornalista com professora, comunicação pura e deve ser por isso que eu falo e escrevo tanto. Alguns anos depois a família adotou o Alecks, um negão lindo e tão copanheiro que deve ter uns dez sobrenomes, tamanha a família que ele construiu com a gente. Desde sempre me lembro dele na minha vida, até mais que de mim mesma. Junto com ele adotamos três irmãos diferentes uns dos outros, mas que são tão adotados quanto outros familiares meus. João, Gabriel e Bruno. Tão em família que o Bruno namora hoje com a Paula, minha prima maior companheira de infância que foi adotada por inerência, de tanto que a gente convivia. Hoje não vive tão por perto, mais a adoto toda vez que nos encontramos, como numa tarde que ela veio aqui em casa gastar tempo comigo e com minha filha, esta que adotei há quase sete anos. Ufa, faz tanto tempo e eu nem percebo que tudo isso já passou não fosse pela caligrafia caprichada e questionamentos maduros, mesmo que ainda verdinhos, da pequena que adoto todas as manhãs ao abrir os olhos e constatar que a adotei de verdade mesmo, que não é sonho uma fada princesa linda como esta em minha rotina. Adotei há tempos também uma outra filha, que já foi amiga, que já foi irmã e que hoje se resume em mulher da minha vida. Gabriela, uma flor maravilhosa que desabrochou em mim outras tantas adoções tão especiais que eu questiono se mereço. Foi Ana, que trouxe Mariana, que trouxe Cahe, que trouxe Fritz que trouxe interpretação de adoção familiar muito maior que minha compreensão. Fui adotada pelas tias Nassifas, uma a uma, desde sempre. E a cada convesa, cada telefonema, cada beijo de tia turca sou mais adotada ainda por esta família que é minha, só minha e tão minha que ensinou a adotar direitinho. Adotei com paixão primeira da existência a Luizinha, minha irmã que divide o teto hoje. Luizinha é tão peculiar que mora dentro do armário. Deve ser pra imitar a Polegarzinha, uma forte anãzinha amiga do Pequeno Polegar, lembra? Luizinha foi adotada a duras penas, ela se faz de difícil e é dura na queda. E então sigo adotando a graciosa a cada dia, com jantarzinho, sopinha, colinho, tento mostrar pra ela que de doce mesmo na vida só tem açúcar, mas que açúcar é boa compania até mesmo pro amargo do dia-a-dia. Fui adotada também por amigos e amigas, das tias, dos primos, amigos que se foram pra bem longe, adotada por uma rede, ou algumas redes e então da teia de adoções formaram-se outras redes mais amplas e íntimas e pronto. Acabei adotando duas irmãs mais novas que a irmã mais nova, e adotei tantas séries repetidas de vezes que Beatriz e Dora devem ser recordistas em adoções realizadas. Adotei junto com estas adoções todas meios de me conhecer a de reconhecer adoções de segundos, terceiros e quartos. E foi fora dele, do quarto, que fui adotada pelo amor de um homem incrívelmente apto a adotar. E por sorte ou merecimento, ainda não sei, apareceu o Mario, trazido pela Pati que aodtei há pouco também, e esse Mario, não aquele, esse mesmo que está aqui a me ajudar a sentir todas as adoções que virão trouxe ainda uma mãe-sogra que é o máximo, que tem uma prima que é um luxo, que tem um filho que tem um filho que eu não conheço mas já adotei também. E veio de brinde o Flavio, que é um loiriho super adotável que é um amor e que me encanta da maneira com a qual se entrega verdadeiramente pras minhas adoções. E a Vera, minha mãe morena, que me faz adotar e me adota todos os dias, por orkut ou via telefone, quando ri ou quando chora e que de brinde deu mais quatro adotadores adotados que são chamados de primos mas que são vida. E cada um desses primos adotou um tanto de mim, e quando eu adotei a Clara eles adotaram junto, e quando a gente se sente pouco adotada é só correr pra lá que se adota tudo de novo. Madrinha também me adotou, e hoje a adoto todas as horas no meu jeito de ser. E a Fernanda, a que foi pra Londres ser feliz, me ensinou a adotar tanto e quanto sei adotar hoje, de um jeito sincero e extremamente adotivo. Assim. Se ainda não sacou o que é adotar, uso uma frase-chavão que define: adoção é um ato de amor. Adoto. E vou sempre adotar, que coisa mais linda no mundo não tem quem me mostre existir. E fim. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-114715956555642545?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/114715956555642545/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=114715956555642545&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114715956555642545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114715956555642545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/05/d-o-o_09.html' title='::::::A D O Ç Ã O ::::::'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-114706125450697185</id><published>2006-05-08T00:57:00.000-03:00</published><updated>2006-05-08T01:07:34.533-03:00</updated><title type='text'>Sutilezas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Hoje vou escrever sobre sutilezas. Não somente por sentir saudades de quem me tem tatuada na cintura ssim como a debaixo do pescoço, mas por achar tantas coisas sobra as tais sutilezas que escrever deve clarear algo pra mim. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sutileza deve ser característica maleável. Não tão inerente como ser sutil, poruqê sutileza há de se sentir e há de se ser. Ser sutil inclui ser delicado ou intenso, não importa. Há pessoas que têm o dom da sutileza. Mas sendo sutileza algo qu se dá e se recebe de volta, não é característica. Pode ser sensação. Uma sutil mensagem no meio do dia, via celular, pode fazer rir e sorrir, numa intensidade que contato físico nenhum poderia causar. Uma frase mel colocada, mesmo que não sentida, pode surtir o mesmo efeito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Até mesmo quem não sabe lidar com emoções consegue utilizar as sutilezas. Porquê quem a recebe sabe interpretar. Sabe reconhecer no outro o significado ou mesmo transoformar a mensagem em algo que agrade, seja lá sobre o que estamos falando.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As sutilezas vêm nas mais variadas formas: indicações, avisos, abraços e declarações quando boas. Quando ruins normalmente relutamos em decifrá-las. Mas é preciso. A preocupação, por exemplo, pode ser o amor pleno travestido de sutileza. Assim como o amor pode ser a dependência travestida de sutileza. Por isso considero quem sabe praticar a arte da sutileza um verdadeiro mestre, a ser respeitado, ouvido e também questionado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quem sabe praticar sutilezas em seus atos sinta-se amado. Privilegiado. Querido. Mesmo que não entendido. Porquê quem pratica sutilezas, sejam elas intensas, sutis ou em qualquer faixa vibratória, pratica o que de mais sublime há nos relacionamentos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-114706125450697185?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/114706125450697185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=114706125450697185&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114706125450697185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114706125450697185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/05/sutilezas.html' title='Sutilezas'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-114646301009464483</id><published>2006-05-01T02:44:00.000-03:00</published><updated>2006-05-01T02:56:51.156-03:00</updated><title type='text'>...vocação...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vocação. Procurei no dicionário mas não compreendi com as palavras daquele Aurélio. Fosse outro, o Juneca no caso, quem sabe entenderia. O Ju tem um tanto de pensamento bacana. Mas o que de melhor ele tem e que faz com que eu acredite, entenda e viva as explicações dele são as atitudes. Transparentes.&lt;br /&gt;Vocação então foi ser procurada em mim. Cuidar, é primeira coisa que me vem à cabeça. Cuidar é inerente de mim, cuido de pessoas. E então a pesquisa se refina. Cuidado de mãe, colo, gosto de ensinar. E ensino pra aprender, tantas conversas e experiências mostram que me encontro em mim quando sou exposta à situação do outro. Tantas vezes. Crianças. Vocação em ter criança por perto, minha mãe, que vez por outra me chama de Mãeriana, diz que desde sempre eu queria ser mãe. E por privilégio, merecimento, sorte ou tudo isso junto, tenho uma filha que é um espetáculo. Daí encontro um adendo meu, o Mario, namorado que é uma sutil intensidade das mais gostosas e merecidas por reconhecimento, vem com o brinde dele. Criança. Um menino, loiro, lindo, de cabelinho moicano ainda. Minha cara. Um menino doce, querido. Dois, na verdade. Criança. Todos ficamos crianças, ainda mais no sítio. Liberdade, comunicação. Minha vocação passa por estes tópicos.&lt;br /&gt;Tem gente que tem vocação pra ser mal. Xereta na vida dos outros, quer apagar o passado das pessoas, separa família que nunca cogitou separação. Mas é vocação, dá pra perceber pela magnitude dos atos. É vocação natural, inerente da pessoa, não dá pra negar. Nem julgar, que dirá. Tem pessoa que tem vocação pra música. Escreve escutando melodia e encanta, arrepia os poros. O texto tem gingado, igualzinho ao que toca na rádio. Acho incrível. Inerente da pessoa, deve conversar por música. Gente que tem vocação por mandar, vocação de questionar, vocação de ser feliz, de fazer dinheiro, de fazer nada, de enrolar. Tem vocação pra todo mundo.&lt;br /&gt;E eu concluo, ao reconhecer minha vocação, que qualquer que seja ela sempre esteve aqui, esperando tranquila pra ser descoberta e me fazer bem do meu jeito, que vocação é das coisas mais pessoais da vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-114646301009464483?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/114646301009464483/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=114646301009464483&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114646301009464483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114646301009464483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/05/vocao.html' title='...vocação...'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-114585945307229474</id><published>2006-04-24T02:10:00.000-03:00</published><updated>2006-04-24T03:17:34.450-03:00</updated><title type='text'>Por sobre tudo...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O que eu quero ser quando crescer? Perguntinha já respondida em texto anterior: quero ser como Clara, pele lisa, rosada sem marcas de espinha ou alergia, sequer de catapora coçada. Puro deleite, um dos poucos textos meus que releio depois de quase três anos e sinto exatamente o que senti ao colocar palavras em papel. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hoje, nestes tempos de ficar comigo mesma mais que com qualquer outra pessoa, mesmo até que com a própria Clara que beira os sete numa independência experimental e gostosa, o pensamento vai mais rápido que as letras e organizar é também escrever. Um verdadeiro exercício da reflexão e do meu reflexo por meio deste blogg, daquelas fotos, do que me faz eu afinal. E enfim o modo como me vejo fica mais forte do que como gostaria que me vissem e sim, ah sim, isso traz tantas frustrações quanto surpresas e a cabeça vira uma gema, uma clara e uma casca só. Que coisa! Ser Clara é simples, ser clara e verdadeira é simples, ser clara, verdadeira e encarar de frente é simples, de fato. Mas quem sabe eu não havia praticado com a intensidade devida antes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Antes de quê, né? Antes dá uma sensação estranha de tempo perdido, e eu não acho que tempo pode ser perdido como coisa palpável. Tem a ver com o lance da escolha, da escolha por opção. E de pagar o preço pela perda material, mesmo que seja sentimento o que perdi. Mas o tempo não foi perdido, o tempo foi aproveitado pra optar naquele momento e inclusive perder. Nhé. Daí que o questionamento vem aflorando desde que eu cuidava de mim nelas, as especialmente amadas e mais amadas e ainda amadas por sobre tudo, que isso de cuidar é inerente. E eu adoro. E ponto. E então o cuidar de mim por meio delas ficou um elas cuidando de mim por meio de mim e isso foi tão gostoso que chegou num cuidar dele que foi tão sincero e bacana e a frase ecoa a todo minuto: você se tem mais do que ninguém. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tenho. Me faço eu a cada opção. E chegou a hora de optar mais uma vez e então o momento de tempo que não é perdido me faz lúcida, oh!!! lúcida, e eu quero ser professora. Cuidar. Ensinar, conversar. Ver crianças em volta de mim, fazer arte, reconher liberdade pueril mesmo com artes de seres humanos incrivelmente tecnológicos e surrealmente evoluídos. Quero fazer isso. Fazer o crescimento, fazer parte do calendário, me encontrar em mim a cada sorrisinho maroto, a cada timidez apresentada e a cada presente falado em alto e bom tom num espaço estranho que deve ser a sala de aula. Gosto de ficar lá na frente falando desde sempre, apresentando trabalhos, sendo portavoz de turma e de ser o centro daquelas atenções de quem quer saber e de quem finge querer saber ainda que por curiosidade ou questionamento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vou ser professora. De primário, de prézinho, professora de criança. Vou. Vestibular, cursinho, material didático, tentativa de me encaixar numa escola que aceite. As vinte e tantas tatuagens são de fato marcantes, mas mostram a casca tão somente. O piercing no nariz pode se esconder em um ponto que sequer enxergo. A idade, o diploma já alcançado, as tarefas já realizadas, enfim, tudo isso faz parte de um tempo não perdido. Não seria quem eu sou se não fosse assim.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Chega de complicar. Eu quero ser CLARA!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-114585945307229474?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/114585945307229474/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=114585945307229474&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114585945307229474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114585945307229474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/04/por-sobre-tudo.html' title='Por sobre tudo...'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-114549398637541062</id><published>2006-04-19T21:36:00.000-03:00</published><updated>2006-04-19T21:46:26.396-03:00</updated><title type='text'>Sobre como estou</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Sigo em frente não somente por ser este o único caminho inteligente a seguir. Sigo em frente porquê tenho ao lado tudo o que preciso ter. Amigos bons, mesmo que distantes, uma família unida mesmo que em tempos difíceis e uma filha a quem chamo de vida da minha vida, Clara, que me ilumina. Sigo em frente com tantos obstáculos possam haver, com tantas dificuldades quanto todas as pessoas venham a ter. E caminho em passos largos, apressados e sempre com o olhar por sobre os ombros - sim, eu tenho esse poder - a analisar o que passou pros mesmos erros tentar não cometer. Terei outras chances de experimentar o erro, entao que estes sejam outros, me ensinem outras coisas. Mas o amor me tomou de surpresa. Sim, eu o estava a procurar. Habitava em mim a sensação que com o amor todo mal haveria de acabar. Este amor é quase que um sonho. Acordada, dormindo cansada ou relaxada, depois de longos beijos e intensos sentimentos. Realidade transformada, operada pra ser assim. Observo e assimilo: que então hei de temer? Acontece que o trabalho anda fraco, pode ver. Um cliente pra tomar conta, pouco dinheiro pra viver. E então a casa que acolhe vira sinônimo de desprazer. Tentou o mercado? Tento todo dia. Entrevistas de trabalho, contatos pessoais, faço isso noite e dia. E então o que me resta? A não ser seguir em frente...em passos largos, firmes e maduros. Ora bolas, o sangue é quente. O ar não entra. A filosofia se distrai e questiona. Prioridade é escolha, escolha implica perda, isso eu canso de dizer. Hoje opto ser assim - pelo menos até o anoitecer.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-114549398637541062?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/114549398637541062/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=114549398637541062&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114549398637541062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114549398637541062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/04/sobre-como-estou.html' title='Sobre como estou'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-114531423805945643</id><published>2006-04-17T19:48:00.000-03:00</published><updated>2006-04-17T19:50:38.076-03:00</updated><title type='text'>::liberdade é mais que um estado de espírito::</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/5112/1850/1600/CIMG0831.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5112/1850/400/CIMG0831.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-114531423805945643?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/114531423805945643/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=114531423805945643&amp;isPopup=true' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114531423805945643'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114531423805945643'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/04/liberdade-mais-que-um-estado-de.html' title='::liberdade é mais que um estado de espírito::'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-114531128070226814</id><published>2006-04-17T18:59:00.000-03:00</published><updated>2006-04-17T19:01:20.723-03:00</updated><title type='text'>ao escrever sobre meu nhé, Ana afaga</title><content type='html'>nhé! é quase que uma vida&lt;br /&gt;nhé pode ser amor contido ou extravazado&lt;br /&gt;nhé pode ser desdém de quem quer e não tem&lt;br /&gt;nhé pode ser desabafo de saudade&lt;br /&gt;nhé pode ser vontade de estar longe&lt;br /&gt;nhé pode ser pedido de socorro ou aviso de ajuda&lt;br /&gt;pode ser sinal de fumaça&lt;br /&gt;pode ser banho de água fria ou de sal grosso&lt;br /&gt;nhé! pode ser vazio de palavras mas nunca de sentimentos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;nhé é uma mordida alva no coração rubro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EU TE NHÉ!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ana poubel, que saudade! te nhé, muito, sempre e tanto!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-114531128070226814?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/114531128070226814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=114531128070226814&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114531128070226814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114531128070226814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/04/ao-escrever-sobre-meu-nh-ana-afaga.html' title='ao escrever sobre meu nhé, Ana afaga'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-114476548877907613</id><published>2006-04-11T11:19:00.000-03:00</published><updated>2006-04-11T11:24:51.893-03:00</updated><title type='text'>eu quero!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;vontade de colos distantes. nem preciso dizer de quem, porquê fecho os olhos inspiro e os tenho na memória, um de silêncio e outro de riso que contamina. um de mãe que mora fora e outro que fica no quarto ao lado, mas só quer saber da lição de casa. colo de menina. esse mesmo que eu não canso de dar pra quem amo. colinho. colinho...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-114476548877907613?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/114476548877907613/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=114476548877907613&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114476548877907613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114476548877907613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/04/eu-quero.html' title='eu quero!'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-114470464440861878</id><published>2006-04-10T18:22:00.000-03:00</published><updated>2006-04-10T18:30:44.540-03:00</updated><title type='text'>desabafo........................................</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Cansada. Palavra que dificilmente me ocorre, mas desta vez insuperável. As luzes do hospital, o sítio cheio de crianças, o trabalho corrido, a casa sempre cheia, noites mal dormidas para serem bem aproveitadas. Emocional fiasco. Sim, estou feliz, aliás uma felicidade tranquila, sendo tranquila outra palavra que dificilmente me ocorre. É que na outra ponta tem o stress de sorrir, de literalmente aguentar por não poder fazer nada. No caso, mais especificamente sobre minha tia, a Vera, que é a mãe morena mais bonita de todos os tempos e a mais triste desde que Vicente faleceu. Uma pancada que não deixa cicatriz na superfície, mas machuca tão profundamente que quando aflora na gente assusta. O coração. E no caso da Vera, desta vez, o coração pegou pesado demais com ela, comigo e com toda nossa família de novo. Apertou muito forte. Deve ter sido uma dor tão insuportável, física e emocionalmente que ela precisou descansar em silêncio por alguns dias pra então acordar e ver o Santos ser campeão paulista. Alegria, mas misturada com a saudade de ver o anjo loiro pulando e gritando pela janela. Sinceramente estou cansada. De escrever até. De socializar, de comunicar, de contar, de me mover. Cansada e não adiantar fazer nada pra aplacar a dor da minha tia. Prepotente. Achei que daria certo. Prometi que cuidaria. Cuido, mas não é suficiente. Nem vai ser, se quer saber não vai nunca ser suficiente. Suficiente é não ter acontecido, e não ter acontecido é impossível porquê já foi. Revolta, sim, revolta grande e absurda, que bate e dói em mim também. Ah, que coisa. Esssas certezas da vida são muito chatas as vezes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Triste.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-114470464440861878?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/114470464440861878/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=114470464440861878&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114470464440861878'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114470464440861878'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/04/desabafo.html' title='desabafo........................................'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-114448329026528657</id><published>2006-04-08T04:53:00.000-03:00</published><updated>2006-04-08T05:01:30.383-03:00</updated><title type='text'>despedida para o começo</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5112/1850/1600/IMG_4674_resize.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5112/1850/400/IMG_4674_resize.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt; quem criou a expressão "não devemos olhar pra trás" não conhecia este momento&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;três olhares de diferentes pontos de vista&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;pra três começos apontados em listras paralelas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;sim, estamos juntas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;mãos atadas, uma às outras&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;sorrindo pro que passou e passando&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc9933;"&gt;"o fim chega para o novo começo"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc9933;"&gt;clichê pouco é bobagem&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#cc9933;"&gt;mas mereço...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;e os pontos, sempre três a pontuar&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;o corpo dela&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;minha mente&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;e a costela da outra a gritar:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#993399;"&gt;PARAR DA AZAR&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#006600;"&gt;((adoro rima pore e todo mundo deve saber))&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-114448329026528657?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/114448329026528657/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=114448329026528657&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114448329026528657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114448329026528657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/04/despedida-para-o-comeo.html' title='despedida para o começo'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-114439208522396839</id><published>2006-04-07T03:23:00.000-03:00</published><updated>2006-04-07T03:41:25.250-03:00</updated><title type='text'>fáceis...e lindas. nada modestas, por sinal, nem nescessariamente nesta ordem.</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5112/1850/1600/904974.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5112/1850/320/904974.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...e há quem ainda duvide de triangulações...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-114439208522396839?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/114439208522396839/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=114439208522396839&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114439208522396839'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114439208522396839'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/04/fceise-lindas-nada-modestas-por-sinal.html' title='fáceis...e lindas. nada modestas, por sinal, nem nescessariamente nesta ordem.'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-114438581222400191</id><published>2006-04-07T01:46:00.000-03:00</published><updated>2006-04-07T05:00:12.760-03:00</updated><title type='text'>não acredito em verdades absolutas</title><content type='html'>Despedida tem sinal de primeira vez. E toda primeira vez, ah, mas vá... toda primeira vez tem que ter tido a última. Pra se esbaldar. Esbórnia, conhece. Conheci hoje, por intermédio de parceira de longa data, das épocas as quais eu era uma santa e ela a contradição de mim. Hoje foi tudo, fomos tudo e todas e nenhuma e reconhecidas até pelo porteiro da boate mais podre e deliciosa da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi dança, nada sutil, que me conduziu pra fora de casa, meu casulo bem visitado sempre. Movida a água com gás, movi meu corpo flexivelmente pra todas as direções sem direção nenhuma, num compasso saudoso de ser eu mesma daquelas épocas. De diferente hoje, só o cigarro que não está mais nas mãos, chega de fumaça no corpo que essa que sai da cabine do DJ já cega por demais. O ânimo, a entrega pra música seja qual for o ritmo, a micro saia e o salto agulha são os mesmos, mesmíssimos das antigas, que eu mudo e não mudo que é uma coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais água, mais gás. Prendo o cabelo e se revela a pimenta que há em mim, e ela, ah, ela está em outra, já me deixou aqui sozinha faz tempo. Não me sinto só no entando, me sinto tão perto de mim quanto queria, precisava estar. Dançando, dançando, dançando...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a despedida? De quê? Despedida do último milésimo de segundo que vivi. E ponto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-114438581222400191?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/114438581222400191/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=114438581222400191&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114438581222400191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114438581222400191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/04/no-acredito-em-verdades-absolutas.html' title='não acredito em verdades absolutas'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-114437125840971696</id><published>2006-04-06T21:29:00.000-03:00</published><updated>2006-04-06T21:54:18.636-03:00</updated><title type='text'>"Aprendi a me relacionar com a dúvida" Alessandra Negrini</title><content type='html'>Me apropriei da frase proferida pela bela atriz no programa de entrevistas da Marília Gabriela pra compilar minhas idéias. Acho digno, de fato, pensar fragmentado e estruturar posses de outros em minhas teias, e então nada melhor que uma parte que seja de tanta relevância pro meu momento. Me descobri uma egoísta compulsiva ultimamente. Vaidosa, egoísta, exibida e sem vergonha. Vergonha de quê, po! Vaidosa no sentido não dos cuidados pessoais, que me são naturais e nada extremos, sendo pintar as unhas de colorido o auge desta paixão. Uma vaidade de gostar de me ver. Me ver bem, me ver sentir, seja dor, tontura ou um beijo merecido. E o egoísmo desfruta do mesmo princípio, do querer pra mim o que eu quero. Antes eu queria e ponto. Me realizava sinceramente no encontro do outro com meu desejo e estava bom. Hoje, meu desejo é meu e tão meu que quando bate e conquisto, ele aumenta. Egoísmo puro. Mas legítimo. e exibida eu sou sim, sempre fui e não pretendo deixar de ser, acho uma delícia fazer pros outros. Beijar e ser vista, dançar e ser vista, escrever e ser vista. Ultimamente tem gente me vendo até dormir e eu acho um delírio. Dos melhores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando ao título, hoje foi massacre na mente. Não houve pausa ou respiração controlada que fizesse a cabeça organizar ou sequer mudar o foco que não fosse dúvida. Os serás e ous e ses me atormentaram até que sim, eu fiz as pazes com a dúvida. Dúvida, esta mesmo sem gênero, número ou grau. Dúvida que habita quem vive. E estou mais que viva, enfim, me encontrar por meio de conversas, práticas e relações desenterrou tanto mais que a felicidade que é claro que a dúvida chegaria. E é claro que eu, como boa resolvedora de pepinos alheios, ficaria assim. A sentir falta dela, Gabriela. Sentir saudade do meu silêncio em Ana, a quieta mais sacana. Saudade de todo mundo que peguei no colo pra me pegar também, eu mesma, nas resoluções passadas adiante. E então eu lembro: sou quem mais me tenho. Ai, que dúvida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que fazer com esta cabeça que não para de rodar, literalmente? Menos café e chocolate, com certeza. Ponto pra mim, uma dúvida a menos. O que fazer com a pequena que está na fase final de descobrir que não há tanto ponto final assim, mas sim infinitas reticências cheias de setas não-indicativas? Estimular por optar. Mais um ponto, este que me custou a noite de sono ao negar-me presente quando ela me escolheu ausente e depois quis de modo engraçado como só Clara poderia resolver as coisas. Mas o jeito Clara, que é de fato encantador e me ensina muito, além de acabar com dúvidas já vividas e pontuadas, há de ser compreendido até mesmo por ela, que ensina que a água e o ar não ocupam o mesmo lugar ao mesmo tempo e então vai entender os motivos que me fizeram escrever há tanto pra outra parte que sinto saudade, esta Mariana, a que amo, que escolher implica perder. Daí entendo também minha relação com a dúvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perder não é legal. Não adianta vir com essa de que vale é competir, porquê não estou em competição nenhuma. Competição por um lugar ao sol no mercado de trabalho? Se pintar, ok, senão estou aqui na minha, produzindo meus textos e levantando grana como sei fazer, que é um modo bastante questionável (duvidoso) pro mundo, mas onde encontrei minhas satisfações. Competir com outra menina o amor do meu querido? Ah, tenho preguiça. Acredito na opção, dele e na minha, em estar junto um do outro e em todo o combinado que ele, lindo com as mãos postadas bem na minha frente, incansavelmente dizia ser sério. Mais uma vez duvidoso pra tanta gente, que acredita me conhecer e não entende meu amor, o que habita em mim sempre que beijo e desta vez tão sinceramente por me entregar tão novidadeira. Jogar com o mundo pra ver no que dá? Eu não, olha o tamanho dele! Quero mais é me apossar das escolhas que me possam aparacer e então trocar, trocar, trocar - de maneira consciente, consistente e divertida, sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então o que me amedronta na dúvida? Deve ser o momento intenso nada sutil que ela bate, provocando, misturando tudo e deixando nada no lugar. E então sossego. Porquê hoje descobri que enquanto há dúvida, há pensamentos bons e ruins, construtivos ou altamente danificados, sensações desconhecidas e uma eu-feliz pra escolher dentre todas estas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-114437125840971696?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/114437125840971696/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=114437125840971696&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114437125840971696'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114437125840971696'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/04/aprendi-me-relacionar-com-dvida.html' title='&quot;Aprendi a me relacionar com a dúvida&quot; Alessandra Negrini'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-114415434645910409</id><published>2006-04-04T09:34:00.000-03:00</published><updated>2006-04-04T09:39:06.530-03:00</updated><title type='text'>...Clara.</title><content type='html'>mãe: ...filha, tá complicado. a mamãe tá procurando mais trabalho pra ter mais dinheiro e voltar a fazer algumas coisas que a gente fazia antes, e então te peço paciência que assim que der você volta pra aula de artes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;filha: olha mãe. vida de quem trabalha é muito legal. dinheiro não é o mais importante. importante mesmo é a gente ser esperta. quando tem trabalho, você lê, escreve, fica no computador e fica inteligente. ruim é ser burra e quando o adulto trabalha ele fica esperto. isso que é uma vida boa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...chego a pensar que antes do travessão as coisas poderiam ser invertidas...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-114415434645910409?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/114415434645910409/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=114415434645910409&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114415434645910409'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114415434645910409'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/04/clara.html' title='...Clara.'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-114397698881659639</id><published>2006-04-02T08:01:00.000-03:00</published><updated>2006-04-02T08:23:08.836-03:00</updated><title type='text'>De coroa e tudo...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Era uma vez o medo. Um medo inerente, que não fica, simples e dolorosamente é. Pensando como se fosse ovo, tem a casca, tem a clara - sempre tem a clara! - e a gema. E o medo fica lá bem dentro da gema, no epicentro da gema. A casca fica linda, super apresentável e tudo bem pro mundo, frágil pra quebrar na queda e forte pra cuidar da clara. Ficou lindo isso. A clara, como se precisasse explicar, é maleável, transparente e todo mundo enxerga exatamente o que ela quer passar. A gema. A gema contém uma série de informações básicas e essenciais, que deveriam conforme a casca e a clara ser simples e feliz. E ponto.&lt;br /&gt;Mas era uma vez o medo que não deixava. Medo mesmo, mais que do escuro, mais que do terremoto e do fundo do mar num dia de tempestade. Medo pequeno se comparado às sensações boas, mas não tantas e nem tão inerentes a ponto de deixar o medo pintar nas situações de entrega.&lt;br /&gt;Palavra-chave: entrega.&lt;br /&gt;Desde sempre cuidar é mais simples que deixar ser cuidada. Entrega. Te entrega pra mim e tudo fica bem. E eu aqui, com minha casca, minha clara e minha gema. E o medo, que era todas as vezes, e não só uma vez. Pra não mentir, houve um dia em que esse medo virou uma alegria absoluta, que foi no 24 de Maio de 99, quando me veio a felicidade verdadeira da própria gema, da barriga e sim, fui eu com tudo isso que me pertence quem criou. Conduzi uma gravidez honrosa, que me orgulho tanto e sempre que não canso de contar com esses olhos imensos o tanto que faria tudo, tudinho de novo e igualmente semelhante ao que fiz desde que o exame deu positivo. E então a Clara passou a ser minha certeza primordial, a confirmação de que, ok, o medo estava na gema, mas eu tenho a Clara.&lt;br /&gt;E a vida né...Swásthya que é pra auto-conhecer revira a cabeça, o corpo, a pele, o meu mundo e faz tudo inverter, até a perna eu coloco pro alto e me sinto bem. E a busca pelo medo que era todas as vezes findou. De boba eu só tenho a cara, então imagina só o que foi. Já sabia, desde sempre, qual era o medo. Medo de quê. De quem e até mesmo quando ele, o medo, aparecia e então estava de certa forma confortável. "De certa forma" vai servir pra mim desde quando, heim? Ah, bom!&lt;br /&gt;Impulso me fez coragem, conversa me fez ação e/ou reação e então ai que eu me entreguei. Mas olha o medo aí no "ai". Mas ele, que desta vez me cuida tão mais do que eu cuido dele, que é tão mais do que eu achava que poderia ser, ele não tem medo do meu medo e me olha com todo o cuidado que eu sempre precisei, sempre procurei e sempre me privei de ter. Tão improvável quanto querer saber e se proteger de medo inerente é passar a vida sabendo que um porquê tão forte sem encarar. 26 é uma boa idade pra chamar de vida, é sim.&lt;br /&gt;E daí que de olhos fechados e com a boca serena, como na foto da minha versão que quase ninguém conhece, eu me entreguei. De verdade. Com todas as minhas verdades e mentiras, e escancarei. Sem frescura, sem armadura ou ferramenta de ataque ou pensamento de proteção, deixei que um entrosamento estranho tomasse conta e aqui estou. Sentada no computador feliz como nunca. Nunca mesmo. E ele aqui, perto como alguém jamais esteve, com um final de história no qual o dragão que tem tatuado no braço me faz a princesa mais feliz que um dia há de existir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simplesmente feliz.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-114397698881659639?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/114397698881659639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=114397698881659639&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114397698881659639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114397698881659639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/04/de-coroa-e-tudo.html' title='De coroa e tudo...'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-114385520858498532</id><published>2006-03-31T22:31:00.000-03:00</published><updated>2006-03-31T22:33:28.603-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>saudade de mim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;logo agora que me encontrei&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-114385520858498532?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/114385520858498532/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=114385520858498532&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114385520858498532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114385520858498532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/03/saudade-de-mim-logo-agora-que-me.html' title=''/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-114366443521404257</id><published>2006-03-29T17:26:00.000-03:00</published><updated>2006-03-29T17:33:55.293-03:00</updated><title type='text'>todo mundo deveria...</title><content type='html'>...ser egoísta pelo menos por quatro horas diárias, inclusive aos finais de semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...beijar alguém com carinho sincero quando der vontade, à vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...ter o CD do Zeca Baleiro: Baladas do Asfalto e outros Blues.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...ter amigos que jogam 007 no Nintendo64 e comem pipoca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...chorar na frente do espelho com cara de drama ou de alegria, fantasiosamente mas por um motivo escancarado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...agir ao invés de conversar. conversa é palavra ao vento, voa...ação é atitude, fica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...praticar Swásthya Yôga com disciplina e constância numa unidade legal, com um instrutor ou instrutora que te conduza para o Yôga antigo de maneira sutilmente intensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...conhecer e se banhar numa cachoeira bem fria e grande, que água lava a alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...sair e andar na chuva sem medo de pegar resfriado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...ganhar um beijo de bom dia de alguém que você reconhece sem abrir os olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...acreditar nos seus projetos e tocar em frente, já que segundo a costela da Ana parar da azar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...assinar contrato de prestação de serviços antes de começar a trabalhar...sim, nclusive para melhores amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...ter tias tão queridas como as minhas. todas incríveis, pode apostar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...ter uma lista do "que deveria..." pra não esquecer de ser feliz sempre, considerando sempre um conceito amplo e vago, que cada um sabe o tamanho que tem para si.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-114366443521404257?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/114366443521404257/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=114366443521404257&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114366443521404257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114366443521404257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/03/todo-mundo-deveria.html' title='todo mundo deveria...'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-114358996496047104</id><published>2006-03-28T20:33:00.000-03:00</published><updated>2006-03-29T02:11:42.493-03:00</updated><title type='text'>Aquele...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;No início do mês eu procurava um namorado. Detalhei minha busca com palavras e sentimentos tão meus que não podia ser mais certo. Busca sem caretice, busca por carinho e beijo, de um moço que gostasse de NOFX e de suco de limão e água com gás, e que ainda não reclamasse que eu só como pão com manteiga na chapa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ah vida estranha. Estranha e tão incrível que me surpreende, logo eu, tão pilhada e movimentada que conheço e reconheço tantas milhares de coisinhas que surpresa é conceito peculiar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Meu namorado tinha virado ex. Depois de semanas de dedicação propensa, numa carta me despedi. Sim, uma atitude vale mais que mil palavras, mas nem eu conseguira ter esta atitude e nem as palavras foram mil. E fiquei distante.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Recados de celular de madrugada evocando palavras que eu normalmente abomino, como "sério" e "onde você está" deixaram um certo brilho alucinado no peito e percebi. Chance não é isso, chance é quando definitivamente a gente não acredita em alguma coisa mas deixa acontecer de novo por desencargo de consciência, se é que isso ainda existe.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Meu namorado não gosta de NOFX, acha chato demais por sinal. Me acha linda com cara de coala pela manhã e questiona pão com manteiga como alimento. Ele sequer briga comigo, diz que não acredita nessa possibilidade, nos damos tão bem e tudo parece ser tão fácil que nem vou precisar chorar pra convence-lo de coisa alguma. Pode ser que pedindo com jeitinho eu consiga, ou até mesmo que ele reconheça minhas vontades por combinarem tanto com as dele. Virou meu namorado por saudade minha. Uma saudade gostosa, de estar perto como eu queria, e depois do almoço a gente deita e se abraça e faz um carinho que chega a sair do corpo. E me chama de novo de linda. O mau humor matutino? Não, não dá pra acordar com ele mau humorada, mesmo que ele fique me cutucando pra acordar e isso seja pior que qualquer coisa no mundo pra mim. Acordo sempre rindo, gargalhando, seja das piadas dele ou da alegria de estarmos juntos e eu já ter dito isso pra ele antes: "viu como era isso o que eu queria dizer?".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E quando eu disse que vou passar um tempo longe, ele sinceramente sentiu saudades, mas torce pra que dê certo e sabe que eu vou gostar ainda mais dele por isso também. E é pouco invasivo, mas sorri com minhas bobagenzinhas com a pequena Clara, o que me alegra de fato por achar que me reconhece apaixonada e viva com ela por perto, mesmo longe e mesmo que seja tão bobo esse amor de mãe. Ele fica do meu tamanho descalço, e diz que não é ele que é baixo mas sim meu salto que é alto, e então repito que nasci de salto e é assim. Gosta de todas as minhas saias, apesar de que tenho usado muitas calças e bermudas pra atravessar a cidade e o encontrar mesmo de madrugada - ônibus é perigoso, mas aventura é sempre bom. Não gosta tanto de café, mas tudo bem. Ele toma cerveja que eu também não gosto e fica por isso mesmo. Mas coca-cola é coca-cola e ponto. Nada de light e aí nos encontramos muito bem! Ah, ele não dança comigo no hip hop, mas disse que quando for vai ficar de olho na minha dancinha tchutchutchu, que deve ser uma gracinha. Repete que me adora e faz piada de tudo, e reclama de tudo também por hereditariedade, segundo ele. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo isso é muito bom, melhor até do que eu procurava. Mas o melhor, melhor mesmo desse namoro todo é que não é sonho bobo de menina apaixonada e que sim, com toda certeza, ele gosta muito de namorar. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-114358996496047104?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/114358996496047104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=114358996496047104&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114358996496047104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114358996496047104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/03/aquele.html' title='Aquele...'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-114334549196085537</id><published>2006-03-26T00:54:00.000-03:00</published><updated>2006-03-26T00:58:12.006-03:00</updated><title type='text'>minhas pernas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/5112/1850/1600/la%3F%3Folegs.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5112/1850/320/la%3F%3Folegs.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; pernas entrelaçam&lt;br /&gt;pernas amarradas&lt;br /&gt;pernas pra quê te quero?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pernas de nós&lt;br /&gt;de vós&lt;br /&gt;e dele.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-114334549196085537?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/114334549196085537/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=114334549196085537&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114334549196085537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114334549196085537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/03/minhas-pernas.html' title='minhas pernas'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-114321975502562741</id><published>2006-03-24T13:45:00.000-03:00</published><updated>2006-03-24T14:02:35.053-03:00</updated><title type='text'>Rio de Janeiro, 24 de Março.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Olá. Será mesmo preciso me apresentar pra você? Acredito  que não. Temos tantos em comum que ficaria piegas e até geraria um certo clima de "olha, eu sou assim", o que acaba por dificultar nossa relação quando esta se der. E eu me der pra você pessoalmente, porquê não por acaso eu estou apaixonada por você mesmo sem te conhecer. Nem por palavras, já que sim, me epaixono por palavras, até imagens em alguns casos, sempre com referencial de pessoas conhecidas em vida. Mas sabe...não gosto de não te escrever quando quero escrever. Esquisito. Ah, tá, esquisito é conceito trivial. Pra um monte de gente que convive entre a gente e com a gente. Tudo bem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Queria dizer algumas coisas que não envolvem outras pessoas senão eu e você. Que te reconheço pelos olhos e olhares e batimentos cardíacos de gente essencial na minha vida, e sempre tem lugar pra mais gente assim, essencial. Incrível é um outro conceito que acho que compartilhamos, aplicável aos mais diversos casos. Somos mulheres. Mulheres diferentes, fora do lugar comum do que é comum pra um mundo que se diz comum. Porquê de fato acredito que diferente seja muito mais abstrato que concreto, e o que me faz sentar e te escrever com essa circunstância toda é bem concreto. Foge da cabeça, passa longe do coração e pára na garganta. Será o momento? Será que é interessante fazer? Será o Benedito? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu não gosto de forçar a barra. Nem a tijuca, nem a lagoa, quanto menos ipanema. E pela primeira vez na vida me vi envolvida com o Rio de Janeiro de uma maneira nada sutil, bastante intensa, apesar de adorar balancear as coisas nestes e entre estes opostos. E daí que eu penso que estou no Rio de Janeiro, sentada na areia sei lá de onde, sei lá se você gosta de areia mas é assim que eu vou conversar agora com você. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Oi. Assim sou eu. Querendo colo. Precisando cuidar de mim e dizendo pra uma pessoa que eu queria ter alguém como eu na minha vida, provocando a resposta mais óbvia porém tão sublime que fica até dolorido entender. Eu sou que mais me tenho. E estou aqui pra me doar pra você. Neste momento só pra você, que é quem eu mais quero olhar e entender e explicar tudo com olhar de jaboticaba, que eu sei que teus olhos são labirintos apesar de você não ser Ana. Ah, é Ana sim, numa parte como eu. E dentre tantos devaneios completamente claros numa outra noite acordada, achei que seria bacana dizer que nem sempre o oposto do errado é o certo. Que entre o preto e o branco que eu tanto amo e que você deve também gostar, existe uma vasta gama de cinzas, tantos que chega a ficar colorido. E daí que eu também acho que a gente tem a cabeça muito rápida e quando a coloca pra pensar acaba ficando meio com preguiça e acha que opta pelo mais simples, que é o certo. Que aliás, é um conceito tão vago e elástico quanto o que está acontecendo entre nós, mas tão essencial que vale deixar acontecer.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aí fica assim: tremores servem pra desestrututrar a gente e forçar uma reconstrução. Reconstrução pode ser do mesmo, do diferente, do que a gente quiser. Pausas para assimilações são sempre ótimas, desde que a gente não se perca de nós mesmas, porquê mulheres assim, que contém Ana tantas vezes mais forte que prefixos ou terminações nervosas são fáceis. Fáceis de lidar, fáceis de serem lindas, fáceis de fotografar, amar, conversar e definir vida. Mas quando essa parte Ana pensa com o coração e sente com a cabeça fica mais pra Mari que pra Ana, e dificulta poruqê inteligência não é uma questão conceitual. É mais físico que químico e então pela lógica...que lógica mesmo? Volta a ser Ana. Não como um pedido pra ninguém, não na forma de se desfazer da sua outra parte que é tão gostosa que dá pra sentir daqui, sem te ver ou falar ou ter contato com você diretamente. Volta a ser Ana pelo simples fato de que Ana pode até não saber o que quer, mas tem certeza do que não quer.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sinto muito por este momento ser apenas palavra. Queria ser voz, abaraço, num conjunto de entendimento bem mais sutil e carinhoso do que postar. Mari é assim.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muitos beijos, cheios de corçaões e entendimento do que se faz tão necessário pra mim por você.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-114321975502562741?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/114321975502562741/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=114321975502562741&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114321975502562741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114321975502562741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/03/rio-de-janeiro-24-de-maro.html' title='Rio de Janeiro, 24 de Março.'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-114313022548372905</id><published>2006-03-23T13:08:00.000-03:00</published><updated>2006-03-23T13:10:25.500-03:00</updated><title type='text'>unforgetable, that´s what we are</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/5112/1850/1600/felicidade??isso.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5112/1850/200/felicidade%3F%3Fisso.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/18816750-114313022548372905?l=marimorango.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://marimorango.blogspot.com/feeds/114313022548372905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=18816750&amp;postID=114313022548372905&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114313022548372905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/18816750/posts/default/114313022548372905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://marimorango.blogspot.com/2006/03/unforgetable-thats-what-we-are.html' title='unforgetable, that´s what we are'/><author><name>Mariana Nassif</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_4M326Um0h64/SQ5S5RISOpI/AAAAAAAAAE4/cOVzyIiTqHM/S220/mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-18816750.post-114291860675712932</id><published>2006-03-21T02:10:00.000-03:00</published><updated>2006-03-21T02:23:26.796-03:00</updated><title type='text'>if you want to play you have to pay</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/5112/1850/1600/if.you.want.to%2Cplay.you.have.to.pay.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; 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